Carmen Lúcia fará você sentir muita saudade de Lewandowski

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lewandowski capa

 

Uma amiga muito querida, jornalista e ser humano de primeira, signatária de desagravo que promovi em 2012 em defesa do (ainda) presidente do Supremo ministro Ricardo Lewandowski, assim como vários outros companheiros de luta veio pedir minha avaliação sobre ele por conta de sua conduta ao longo do processo de impeachment de Dilma no Senado, que preside.

Alguns amigos queridos que assinaram o desagravo a Lewandowski há quase quatro anos chegaram a me dizer que queriam retirar suas assinaturas de documento que fui entregar a ele em Brasília, logo após o julgamento do mensalão.

lewandowski 1

Antes de mais nada, quero dizer que entendo cada companheira e cada companheiro que, no afã de lutar contra o processo ilegal que tramita no Senado contra Dilma Rousseff, exasperam-se ao não verem aquele no qual muitos apostavam para combater essa injustiça (Lewandowski) fazer alguma coisa para impedir a farsa que o Legislativo federal empreende não (apenas) contra a presidente legítima dos brasileiros, mas contra a democracia.

Antes de abordar essa questão da conduta de Lewandowski no julgamento de Dilma no Senado – e a questão Carmen Lúcia, que dá título a este texto – vamos nos lembrar por que mais de cinco mil leitores desta página assinaram, em 2012, o desagravo ao ainda presidente do Supremo.

Confira, abaixo, vídeo da luta de Lewandowski, no julgamento do mensalão, em 2012, contra a famigerada “teoria do domínio do fato”, usada para condenar José Dirceu, José Genoino e outros petistas sem provas.

Lewandowski pagou um alto preço pela sua luta contra o arbítrio, contra farsa jurídica anterior que permitiu cassar a liberdade de cidadãos ao arrepio da Constituição Federal. Quando fui levar a ele o calhamaço com mais de cinco mil comentários de leitores solidarizando-se com ele por ter defendido a justiça e a verdade no julgamento do mensalão, fui recebido por sua família, que me agradeceu pela iniciativa, pois todos estavam sendo ofendidos por vizinhos, nas ruas, pois o ministro e sua família são pessoas de classe média alta e, nesse meio, o consenso a favor da farsa do mensalão era total.

Por essa razão, pela iniciativa deste blogueiro, Lewandowski gravou o vídeo abaixo.

Contudo, não é por conta desse vídeo ou do convite de Lewandowski para que eu participasse de sua posse que, agora, volto a me manifestar em seu favor. Quase não temos tido mais contato. De 2012 a 2014, todos os finais de ano ele me telefonava para desejar boas festas; em 2015, não houve ligação. E os contatos diretos e indiretos que tínhamos, cessaram.

O que ocorre é que minha postura política decerto pesou para ele por estar presidente do Supremo. E é compreensível. Lewandowski tomou todos os cuidados para não ser ligado a nenhuma corrente política. E a melhor coisa que ele pode fazer para me agradar é se portar com justiça. É isso o que todos queremos dele.

Não vou exigir ou cobrar nada dele.

Agora, quero que os amigos reflitam comigo o seguinte: ninguém assinou o desagravo a Lewandowski em 2012 por conta do que ele faria no futuro, mas pelo que ele havia feito no passado então recentíssimo, ou seja, no julgamento do mensalão, como mostra o vídeo acima.

Quanto ao que o presidente do Supremo tem feito ao longo do processo de Dilma, em minha opinião ele está fazendo o que pode ser feito. Temos que entender que ser presidente do STF não significa ser dono daquela Corte ou decidir sozinho em nome dela.

Claro que Dilma ainda poderá arguir no Supremo o mérito do processo contra si no Senado, mas só fará isso quando o processo terminar. Ela ainda não fez porque se sofrer uma derrota no STF ela influirá na decisão que o Senado tomará no fim deste mês. E quando o fizer estou certo de que Lewandowski votará corretamente, da forma mais honesta possível.

Um exemplo da conduta decente do ministro no processo contra Dilma foi quando ele barrou abuso que estava sendo cometido contra ela pela Comissão do Impeachment

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Até hoje, lewandowski vem sendo achincalhado e perseguido pelo seu comportamento destemido no julgamento do mensalão, que ele adotou em prejuízo até de sua família, de sua imagem nos setores abastados da sociedade em que vivem pessoas como ministros do Supremo. Um bando de vagabundos chegou a mandar fazer um boneco inflável dele para achincalhá-lo.

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Por fim, sobre o título deste post, quero dizer que, assim como a gestão Temer vem fazendo muitos dos que criticavam Dilma antes de ela ser afastada agora sentirem saudade do governo dela, Carmen Lúcia fará as pessoas que estão descontentes com a postura de Lewandowski no julgamento da presidente no Senado sentirem saudade e valorizarem a gestão dele à frente do Supremo.

A grosseria de Carmen Lúcia contra Dilma ao dizer que não quer ser chamada de “presidenta” e, sim, de “presidente”, não foi um caso isolado. Carmen Lúcia gosta de atender aos caprichos da mídia. Há anos vem se comportando de modo midiático. Assim como Gilmar Mendes, ela está sempre lá para dizer o que a mídia antipetista quer ouvir.

Em agosto do ano passado, por exemplo, deu declaração política sobre petistas investigados pela Lava Jato. A então vice-presidente do STF declarou para as câmeras que brasileiros precisam ter ‘a ousadia dos canalhas’.

Ela deu a declaração durante uma palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro, mas, de acordo com a agência de notícias Reuters, não esclareceu a quem se referia quando usou o palavra ‘‘canalhas’’, mas o contexto foi quando petistas haviam sido denunciados pela Lava Jato naquele mesmo dia.

Em setembro de 2015, Carmen Lucia voltou a encenar para as câmeras ao votar pela validação da decisão do ministro Teori Zavascki, que decretara a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS); disse que o crime não venceria a Justiça, e disse de forma teatral, que foi prontamente usada pelo Jornal Nacional contra o PT.

Em março deste ano, sobre a queixa de Dilma de que estava sendo vítima de um golpe, Carmen Lúcia novamente estava lá para dizer o que a mídia queria. Confira a declaração dela  sobre essa questão:

“Não ouvi [o discurso de Dilma], mas tenho certeza que a presidente deve ter dito que, se não se cumprir a Constituição, poderia haver algum problema. Não acredito que ela tenha dito que impeachment é golpe porque ele é previsto na Constituição”

Uma bobagem. É claro que Dilma não disse que impeachment é golpe, ela havia dito que impeachment sem crime de responsabilidade é golpe, e até defensores do impeachment reconhecem que não há crime de responsabilidade e que Dilma está sendo derrubada por “julgamento político”.

Lewandowski não tem muito o que fazer por Dilma durante o julgamento. Se prazos e procedimentos da lei do impeachment forem seguidos, ele não pode se meter. Só em casos de abusos como negarem a perícia pedida por Dilma é que ele pode fazer alguma coisa.

Não quero que Lewandowski atue como advogado de defesa de Dilma, muito menos como acusador. Quero que atue como magistrado, e ele tem feito isso. Lewandowski não é presidente do PT, é presidente do Poder Judiciário. Por pouco tempo. Infelizmente. Sejamos justos com ele, companheiras e companheiros. De injustiça já basta a que fazem com Dilma.

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125 Comentário

  1. Prezado Eduardo:

    Nessas horas, em que o Supremo, em sua maioria, é isso que está aí, eu sinto saudades dos verdadeiros baluartes da Justiça, que muitos dos leitores desse blog, em virtude da idade, nem ouviram falar deles;

    – Nelson Hungria
    – Hermes Lima
    – Evandro Lins e Silva

    Todos formam banidos dos Tribunais durante a ditadura militar.

    Que falta eles fazem agora.

  2. Vamos então também nos referir a Carmen Lúcia como “ministro Carmen Lúcia” e “juiz Carmen Lúcia”, já que ela parece desprezar títulos femininos!!

  3. Só para citar alguns, Lula e Dilma tinham a possibilidade de indicar, por exemplo, Bandeira de Mello, Dalmo Dallari, Werner Becker, Lênio Streck, Eugênio Aragão, Celso Tres, Ela Wiecko, Roberto Batochio, Eliana Calmon e mesmo Cláudio Lembo.
    Ao invés disso preferiram indicar Carmen Lúcia, Fux, Fachin, Toffolli, Rosa Weber, Joaquim Barbosa.
    O que poderia ter sido a chance de ordenar o sistema judiciário para servir à democracia e ser o guardião de fato da constituição, por falta de entendimento e até mesmo de compromisso, acabou mantendo (e piorando) o sistema judiciário como guardião da corrupção sistêmica como forma de exercício de poder e como tutor dos interesses da oligarquia.
    O judiciário é o pior dos poderes da república e sempre o foi. Este golpe desnudou à nação a necessidade de uma reforma profunda no judiciário e de sua submissão ao controle da sociedade.

  4. Caro Edu,

    estou desolada com o comportamento do Supremo como um todo, mas mais ainda com o de Lewandovsky. Dos outros não esperava nada mesmo, mas julguei que ele manteria a altivez e a coragem.

    Que nada! Certo esteve e está o Lula, ao dizer que estão totalmente acovardados. Desgosto e desolação, é o sentimento que me traz a atitude do Lewandovsky.

  5. Lewandovsky não não parece ter o temperamento de Carmen Lúcia, arrogante e pernóstica, mas isso não o torna menos cúmplice desse show de horrores em que se transformou o golpe. Afinal, e quem conhece as instituições públicas brasileiras sabe disso, ao fim e ao cabo atrela-se ao senso comum conservador e fascista que dali emana, ainda que em alguns momentos apresente momentâneos ares progressistas, muito mais ilusórios que sinceros. E por que digo isso!? É evidente que não exigiria de Lewandovsky o controle sobre algo, os trâmites no Senado e no STF, que não possui meios para controlar, mas enxergo essa postura não por querer dele ações impossíveis, mas por observar omissões ou mesmo atos onde teria sim poderes para nadar contra a corrente golpista e fascista que assola o país, mas não o faz. Vamos aos casos concretos : POR QUE LEVANDOVSKY NÃO MANTEVE A DATA DO JULGAMENTO DE DILMA PARA O FINAL DE OUTUBRO E INÍCIO DE SETEMBRO, COMO ESTAVA PREVISTO!!!!!!!!!!???? PARECE UM BOBAGEM, A FIXAÇÃO DE UMA DATA, MAS A MUDANÇA PARA OS PERÍODO DESEJADO POR TEMER PASSA A ÓBVIA SINALIZAÇÃO DO CONTROLE QUE O DITADOR E SUA QUADRILHA POSSUEM SOBRE O PROCESSO, AJUDANDO AINDA MAIS NA CRIAÇÃO DE UMA CORRENTE FAVORÁVEL AO GOLPE. OUTRA COISA, POR QUE LEWANDOVSKY NÃO ATENDEU O PEDIDO DOS SENADORES QUE APOIAM DILMA E ADIOU A VOTAÇÃO DO GOLPE ATÉ SEREM CONCLUÍDAS AS INVESTIGAÇÕES QUE PODEM COLOCAR TEMER NO CENTRO DAS PROPINAS QUE A GOLPE A JATO AFIRMA TEREM SIDO PAGAS PELAS EMPREITEIRA!!!!!!!!!!!??????? MOTIVOS PARA ISSO NÃO FALTAM, SEM O A MUDANÇA DE DATA E SE FOR EFETIVADO NO CARGO, TEMER TERÁ IMUNIDADE E SÓ PODERÁ RESPONDER POR CRIMES COMETIDOS NO EXERCÍCIO DO MANDATO. OU SEJA,SE LEWANDOVSKY ASSIM AGISSE, CONTRIBUIRIA PARA IMPEDIR QUE UM CRIMINOSO ESCAPE DA JUSTIÇA!!!!!!!!!???? E POR ÚLTIMO, SÓ PARA FICAR EM ALGUNS EXEMPLOS, MAS HÁ OUTROS; POR QUE LEWANDOVSKY “LEVANTOU A BOLA” PARA A TRUCULÊNCIA DE CARMEN LÚCIA AO PERGUNTAR SE “ELA QUERIA SER CHAMADA DE PRESIDENTA OU PRESIDENTE”, PERGUNTINHA SÓRDIDA E PARA LÁ DE DESNECESSÁRIA!!!!!!!!!!??? SERÁ QUE ELE É TÃO INGÊNUO OU POUCO PERSPICAZ PARA NÃO PERCEBER QUE DEU DE BANDEJA A “GILMAR MENDES DE SAIA” A CHANCE DE EXIBIR-SE PARA OS BARÕES DA MÍDIA, QUE FIZERAM A FESTA EM SUA SANHA PARA ATINGIR DILMA!!!!!!!!!!!!!!!???????? PRECISAMOS VER ALÉM ADS APARÊNCIAS.

  6. PRECONCEITO E BURGUESIA

    Perdão!.. de não ter ousado
    Viver contente e feliz!
    Perdão da minha miséria,
    Da dor que me rala o peito,
    E se do mal que te hei feito,
    Também do mal que me fiz!
    (Gonçalves Dias, Ainda uma vez – Adeus!)

    O escritor inglês Edward Gibbon (1737 – 1794), célebre por sua obra “Declínio e Queda do Império Romano”, foi batizado aos 16 anos no rito católico romano. Seu pai, irado, retirou-o de Oxford, entregou sua educação a um calvinista e ameaçou executar seu conversor religioso.
    Transcrevo o comentário que D. A. Saunders, especialista nesta obra de Gibbon, apresenta, na Introdução de uma das edições, sobre a referida passagem biográfica: “Era tal a índole da época que, poucos anos mais tarde, uma turba londrina, enfurecida pelas propostas de abrandamento das leis penais discriminatórias contra os católicos romanos, queimou distritos da cidade e teve de ser reprimida pela força armada”.
    Nem mesmo parece-nos distantes as multidões, açuladas pelos canais de televisão e manchetes de jornais, que corriam as ruas do Rio de Janeiro e de São Paulo, desejosas de enforcar eleitores e membros do Partido dos Trabalhadores. Obviamente, tanto em Londres como nas cidades brasileiras havia arruaceiros assalariados a serviço da igreja protestante quanto dos interesses rentistas e entreguistas de nosso País.
    Mas se houvesse um mínimo de racionalidade e informação, o que responderiam os não remunerados ali presentes? Frases ocas, sem sentido, lugar comum, chavões e interjeições. Tive uma experiência nos Estados Unidos da América (EUA) há alguns anos: nem mesmo palavras, mas simples urros eram vocalizados, fazendo-me crer no baixíssimo nível intelectual das pessoas reunidas na manifestação.
    Este preconceito, quase epidérmico, da burguesia média e pequena é muito bem descrito e estudado por sociólogos e pensadores de vários países, como o francês Pierre Bourdieu, o português Boaventura de Souza Santos, o brasileiro Jessé Souza, e diversos outros que tomariam o espaço deste artigo. Começa na própria casa, vítima de pais desinformados e alienados, aprofunda-se no ensino desvinculado da realidade física e social onde vive e culmina na embrutecedora comunicação de massa (televisão, rádio, jornal, revista).
    Pergunte, caro leitor, a qualquer burguês, o que é e como se forma a cidadania e ouvirá as arrepiantes respostas, resultado de preconceitos e da ignorância. E, o que é ainda pior, diante de você poderá estar um magistrado, que julgará pessoas que ele nem entende nem nelas identifica seres humanos.
    Permitam-me mais um exemplo tomado da autobiografia de Gibbon. Cinco anos da “reconversão religiosa” foram passados em Lausanne, na Suíça, onde se tornou hábil no idioma francês e conheceu o “homem mais extraordinário da época”, Voltaire, e a dramaturgia francesa.
    O conhecimento deste teatro levou-o à seguinte reflexão: “talvez moderasse minha idolatria pelo gênio grandioso de Shakespeare, a qual nos é inculcada desde a infância como o primeiro dever de um inglês”.
    Essas pequena e média burguesias podem até sair fisicamente de seus ninhos, mas suas mentes continuam, diferentemente de Gibbon, aprisionadas aos preconceitos limitadores da compreensão e do raciocínio.
    Chegamos assim ao episódio humilhante para a nacionalidade e para a cidadania brasileira do impeachment da Presidente Dilma Rousseff. Não farei nem me cabe fazê-la, a sua defesa. Clamo pela dignidade brasileira.
    Um golpe planejado pelos interesses geopolíticos dos EUA e pelo capital financeiro internacional, executado por corruptos políticos e juízes, com ativa participação dos veículos de comunicação e o aplauso e a omissão da burguesia nacional.
    Deixo para a reflexão dos caros leitores um trecho de outro pensador, este o alemão Norbert Elias, também estudioso das sociedades humanas, na obra O Processo Civilizador, sobre os momentos que antecederam a Revolução Francesa:
    “Não era, em absoluto, verdade que toda a burguesia desejasse a reforma e que apenas a aristocracia a ela se opusesse. Houve certo número de grupos claramente identificáveis de classe média que resistiram até o fim a qualquer tentativa de reforma e cuja existência, na verdade, estava ligada à preservação do ancien règime na sua forma original. Esses grupos incluíam a maioria dos altos administradores, a noblesse de robe, cujos cargos eram propriedade de família, no mesmo sentido em que uma fábrica ou empresa é hoje propriedade hereditária. Incluíam também as guildas de ofícios e, em bom número, os financistas. E se a reforma fracassou na França, se as disparidades da sociedade finalmente romperam de forma violenta o tecido da estrutura institucional do ancien règime, grande parte da responsabilidade coube à oposição desses grupos de classe média”.
    Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

  7. A grosseria da Carmem Lúcia é mais ou menos assim: “Todo preto que entrar no meu tribunal, é culpado e cadeia”. Ou seja, eu que sou negro ficaria com receio de ser julgado por este juiz, a mesma analogia se faz com os políticos de esquerda, que ficarão a mercê deste judiciário abertamente parcial e seletivo.

  8. Eduquim,

    No mensalão do PT, o Lewandowisk deveria ter pedido ao Joaquim Barbosa para verificar o processo 2470. era seu direito e dever verificar o processo, pois ele demonstrava que os recursos do BB não eram públicos. Não o fez, então foi omisso!

    No caso do processo em curso do impedimento, ele deveria – não importa o que vão dizer a mídia e os demais golpistas; ele é um juiz – solicitar o MP para dar sua palavra sobre o mérito dos crimes de responsabilidade e acolher o parecer do MP do DF. Até agora não o fez. Está sendo omisso novamente!

  9. Ótimas considerações, Eduardo.

  10. Na minha opinião o “Lewandolero” não vai deixar qualquer saudade!

  11. A compra de uma mansão da mulher do Cachoeira por essa ministra procede?

  12. Infelizmente, até aqui, Lewandowski está compactuando com o Golpe.

    E ninguém pode negar. O Golpe posto, CF88 destruída, restará pouco pra Carme Lucia prejudicar ao pais. Nada falta mais, estamos numa ditadura e ponto. Qquer barbaridade kafkiana cola. Basta algum canalha com poder desejar e ter apoio midiatico.

    Triste fim das nossas ilusões. Inclusive a respeito do Lewandovski.

    :(

  13. PARA O STF EXONERA COMISSIONADOS É FACIL, QUERO VER É TIRAR RENAN CALHEIROS, É TÃO BOM BATER NO PEQUENO, QUERO VER EM CALHEIROS.

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