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	<title>Comentários sobre Blog da Cidadania</title>
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	<description>por Eduardo Guimarães</description>
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		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por MarcRJ</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-1/#comment-542392</link>
		<dc:creator>MarcRJ</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 02:12:44 +0000</pubDate>
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		<description>China e Indonesia tem pena de morte para traficantes. Sem duvida alguma essa questao eh um grande desestimulo para quem quiser se arriscar no comercio de drogas por lah. Aqui se discute a legalizacao do uso, sendo que os mais idiotas pregam a legalizacao de todos os tipos de drogas. Vai haver um aumento exponencial no consumo e o crack, por exemplo, vai devastar muito mais vidas do que hoje em dia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>China e Indonesia tem pena de morte para traficantes. Sem duvida alguma essa questao eh um grande desestimulo para quem quiser se arriscar no comercio de drogas por lah. Aqui se discute a legalizacao do uso, sendo que os mais idiotas pregam a legalizacao de todos os tipos de drogas. Vai haver um aumento exponencial no consumo e o crack, por exemplo, vai devastar muito mais vidas do que hoje em dia.</p>
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		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por Jussara</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-1/#comment-542387</link>
		<dc:creator>Jussara</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 02:03:46 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, Edu,

Parece que o livro ainda não foi traduzido nem para o espanhol.
Ele traz um novo paradigma nos tratamentos de usuários de droga. Luta bastante para que o governo canadense continue apoiando iniciativas de redução de danos.
Seu site oficial é: http://drgabormate.com
Segue a reportagem da revista Superinteressante sobre as idéias de Gabor Maté.

&quot;O problema não está no crack – está na alma&quot;

De cada 100 pessoas que experimentam crack, algo em torno de 20 tornam-se dependentes. É um número assustador, preocupante, claro, mas é importante notar uma coisa: é a minoria. O crack é mais viciante que a maconha (9%), menos do que o tabaco (32%, a taxa mais alta entre as drogas). Mas a grande questão é a seguinte: o que faz com que algumas pessoas que experimentam as drogas fiquem dependentes e outras não?

Segundo o médico húngaro-canadense Gabor Maté, a resposta é simples: as pessoas que se afundam nas drogas são as mais frágeis. Gabor é um dos especialistas mais respeitados do mundo em dependência e esteve no Brasil esta semana. Sua palestra, no Congresso Internacional sobre Drogas que aconteceu no fim de semana em Brasília, foi imensamente esclarecedora.

“Em 20 anos trabalhando com usuários em Vancouver, eu nunca conheci nenhum dependente que não tivesse sofrido algum tipo de abuso na infância – abuso sexual ou algum trauma emocional muito grave”, ele disse. Ou seja: dependentes de drogas são sempre pessoas com fragilidades emocionais causadas por traumas na infância.

O momento mais polêmico da palestra foi quando ele afirmou algo que ninguém esperava ouvir: “drogas não causam dependência”. Como assim não causam? E aquele bando de gente esfarrapada no centro da cidade? Ele explica: “a dependência não reside na droga – ela reside na alma”. É que quem sofreu abusos severos na infância acaba tendo sua química cerebral alterada e cresce com um eterno vazio na alma. Frequentemente esse vazio acaba sendo preenchido com alguma dependência. “Pode ser uma droga, ou qualquer outro comportamento que traga algum alívio, ainda que temporário: compras, sexo, jogo, comida, religião, internet.”

A cura para a dependência, portanto, não é a destruição da droga: é o preenchimento do vazio na alma. Gabor, aliás, sabe muito bem do que está falando. Ele próprio, afinal, sente esse vazio. Ele nasceu em Budapeste em 1944, durante a ocupação nazista, com a mãe deprimida, o pai preso num campo de trabalhos forçados, os avós assassinados pelos alemães. Quando cresceu, para aliviar a dor emocional que sentia, desenvolveu uma dependência: “virei um comprador compulsivo”.

O sofrimento que Gabor sente está óbvio em seu rosto: nos seus traços trágicos, nos olhos tristes. Mas ele encontrou paz: seu trabalho ajudando dependentes lhe trouxe sentido na vida e esse sentido preencheu, ao menos em parte, o vazio.

Em resumo: crianças que foram muito mal-tratadas acabam virando adultos “viciados”. E aí o que nossa sociedade faz? Trata mal essas pessoas. “Nós punimos as mesmas crianças que falhamos em proteger”, diz Gabor.

Na semana passada, uma pesquisa do Datafolha mostrou que o maior medo dos paulistanos é o de perder seus filhos para as drogas. É um medo compreensível e do qual eu, como um quase pai (minha primeira filha nasce no mês que vem), compartilho. Mas esse medo não pode justificar políticas repressivas e violentas, que impõem tratamento religioso forçado e dá poder ilimitado à polícia. Isso só vai aumentar o estresse na vida de gente que já é frágil – e é sabido que estresse piora a dependência.

Hoje já está claro que o único jeito de lidar com gente que tem um vazio na alma é com compaixão. O que essas pessoas precisam não é de cadeia nem de conversão forçada nem de projetos de lei medievais como o que está tramitando agora no Congresso, com apoio do governo federal – é de compreensão e de ajuda para encontrar algo que ajude a dar sentido para as suas vidas.

Em 2000, uma pesquisa em Portugal revelou que as drogas eram o maior problema do país. No ano seguinte, o governo português teve a coragem de montar um novo sistema, muito mais barato para o contribuinte, comandado pelo ministério da saúde, sem internações compulsórias nem violência policial.

Ano retrasado, a pesquisa foi repetida e drogas nem apareceram na lista dos dez maiores problemas portugueses. O problema havia sido resolvido. Com compaixão.

Por Denis Russo Burgierman


Fonte: Super Interessante</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Edu,</p>
<p>Parece que o livro ainda não foi traduzido nem para o espanhol.<br />
Ele traz um novo paradigma nos tratamentos de usuários de droga. Luta bastante para que o governo canadense continue apoiando iniciativas de redução de danos.<br />
Seu site oficial é: <a href="http://drgabormate.com" rel="nofollow">http://drgabormate.com</a><br />
Segue a reportagem da revista Superinteressante sobre as idéias de Gabor Maté.</p>
<p>&#8220;O problema não está no crack – está na alma&#8221;</p>
<p>De cada 100 pessoas que experimentam crack, algo em torno de 20 tornam-se dependentes. É um número assustador, preocupante, claro, mas é importante notar uma coisa: é a minoria. O crack é mais viciante que a maconha (9%), menos do que o tabaco (32%, a taxa mais alta entre as drogas). Mas a grande questão é a seguinte: o que faz com que algumas pessoas que experimentam as drogas fiquem dependentes e outras não?</p>
<p>Segundo o médico húngaro-canadense Gabor Maté, a resposta é simples: as pessoas que se afundam nas drogas são as mais frágeis. Gabor é um dos especialistas mais respeitados do mundo em dependência e esteve no Brasil esta semana. Sua palestra, no Congresso Internacional sobre Drogas que aconteceu no fim de semana em Brasília, foi imensamente esclarecedora.</p>
<p>“Em 20 anos trabalhando com usuários em Vancouver, eu nunca conheci nenhum dependente que não tivesse sofrido algum tipo de abuso na infância – abuso sexual ou algum trauma emocional muito grave”, ele disse. Ou seja: dependentes de drogas são sempre pessoas com fragilidades emocionais causadas por traumas na infância.</p>
<p>O momento mais polêmico da palestra foi quando ele afirmou algo que ninguém esperava ouvir: “drogas não causam dependência”. Como assim não causam? E aquele bando de gente esfarrapada no centro da cidade? Ele explica: “a dependência não reside na droga – ela reside na alma”. É que quem sofreu abusos severos na infância acaba tendo sua química cerebral alterada e cresce com um eterno vazio na alma. Frequentemente esse vazio acaba sendo preenchido com alguma dependência. “Pode ser uma droga, ou qualquer outro comportamento que traga algum alívio, ainda que temporário: compras, sexo, jogo, comida, religião, internet.”</p>
<p>A cura para a dependência, portanto, não é a destruição da droga: é o preenchimento do vazio na alma. Gabor, aliás, sabe muito bem do que está falando. Ele próprio, afinal, sente esse vazio. Ele nasceu em Budapeste em 1944, durante a ocupação nazista, com a mãe deprimida, o pai preso num campo de trabalhos forçados, os avós assassinados pelos alemães. Quando cresceu, para aliviar a dor emocional que sentia, desenvolveu uma dependência: “virei um comprador compulsivo”.</p>
<p>O sofrimento que Gabor sente está óbvio em seu rosto: nos seus traços trágicos, nos olhos tristes. Mas ele encontrou paz: seu trabalho ajudando dependentes lhe trouxe sentido na vida e esse sentido preencheu, ao menos em parte, o vazio.</p>
<p>Em resumo: crianças que foram muito mal-tratadas acabam virando adultos “viciados”. E aí o que nossa sociedade faz? Trata mal essas pessoas. “Nós punimos as mesmas crianças que falhamos em proteger”, diz Gabor.</p>
<p>Na semana passada, uma pesquisa do Datafolha mostrou que o maior medo dos paulistanos é o de perder seus filhos para as drogas. É um medo compreensível e do qual eu, como um quase pai (minha primeira filha nasce no mês que vem), compartilho. Mas esse medo não pode justificar políticas repressivas e violentas, que impõem tratamento religioso forçado e dá poder ilimitado à polícia. Isso só vai aumentar o estresse na vida de gente que já é frágil – e é sabido que estresse piora a dependência.</p>
<p>Hoje já está claro que o único jeito de lidar com gente que tem um vazio na alma é com compaixão. O que essas pessoas precisam não é de cadeia nem de conversão forçada nem de projetos de lei medievais como o que está tramitando agora no Congresso, com apoio do governo federal – é de compreensão e de ajuda para encontrar algo que ajude a dar sentido para as suas vidas.</p>
<p>Em 2000, uma pesquisa em Portugal revelou que as drogas eram o maior problema do país. No ano seguinte, o governo português teve a coragem de montar um novo sistema, muito mais barato para o contribuinte, comandado pelo ministério da saúde, sem internações compulsórias nem violência policial.</p>
<p>Ano retrasado, a pesquisa foi repetida e drogas nem apareceram na lista dos dez maiores problemas portugueses. O problema havia sido resolvido. Com compaixão.</p>
<p>Por Denis Russo Burgierman</p>
<p>Fonte: Super Interessante</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por Luís CPPrudente</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-2/#comment-542379</link>
		<dc:creator>Luís CPPrudente</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:42:12 +0000</pubDate>
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		<description>Sou contra o uso de drogas (álcool, cerveja, cigarros, cocaina, maconha, etc), mas como o Estado permite o uso lícito de algumas drogas (cigarros, álcool e cerveja) que tem até propaganda nos diversos tipos de mídias, por que não legalizar o uso em certas condições (como ocorre na Holanda, por exemplo)? Se o álcool é legalizado, se a cerveja é legalizada, se o cigarro é legalizado e paga impostos para o Estado, por que não fazer a mesma coisa com a maconha e a cocaina?

Um comentarista escreveu acima que os EUA proibiram as bebidas alcoólicas nos anos 20 e 30, o resultado foi que o crime organizado passou a ganhar dinheiro com a venda ilegal e criminosa das bebidas alcoólicas. O governo estadunidense teve que voltar atrás, legalizar as bebidas, cobrar impostos sobre as mesmas, com isto as organizações mafiosas perderam espaço e influência, tiveram que se adaptar a outros tipos de ilícitos.

O governo uruguaio pensa em passar a controlar e legalizar a maconha, com isto cobrará impostos e controlará a produção e venda da maconha. Isto pode tirar os consumidores de maconha do alcance do crime organizado, talvez diminuindo o poder e influência do crime organizado.

A revista CartaCapital do dia 15 maio propos a legalização das drogas, pois entende que &quot;seria o fim do tráfico e da violência e corrupção a ele associadas&quot;.

Um outro comentarista disse que o governo holandês está pensando em rever a sua política liberal em relação ao consumo de maconha e cocaina.

Se o Estado passará a controlar o consumo e a venda da maconha, isto trará mais recursos para o Estado (recursos estes que financiam o crime organizado) e desorganizará o crime organizado, pois os consumidores passarão a buscar legalmente o seu vício sem se envolver com o crime organizado. O Estado, teoricamente, vai ter mais recursos para investir em clínicas de recuperação de drogados. O dinheiro gasto com penitenciárias, investigação criminal contra o tráfico, etc vai diminuir, o que poderá ser gasto, em teoria, em outras áreas: melhorias das penitenciárias, melhoria do sistema público de saúde, etc.

Talvez seja o único caminho que o Estado tenha para diminuir o índice de pessoas presas devido ao tráfico de drogas. Mas vai ter que gastar mais recursos na saúde pública, em especial nas clínicas de recuperação de drogados, pois a simples legalização vai ser uma propaganda a favor do uso da maconha (tal qual ocorre com as bebidas alcoólicas). O Estado deverá então condicionar o consumo da maconha tal como ocorre na Holanda e em outros países do norte da Europa. 

O alcóol e a cerveja matam pessoas diariamente no trânsito. O alcóol e a cerveja causam desinteligências e brigas, que ocasionam mortes e violência familiar. O uso da maconha também pode causar mortes no trânsito e violência familiar, pois é uma droga, um vício como as bebidas e o cigarro. Mas é melhor o Estado controlar e cobrar impostos da maconha, do que o Estado sempre correr atrás do traficante e, quase sempre, perder a corrida para o crime organizado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou contra o uso de drogas (álcool, cerveja, cigarros, cocaina, maconha, etc), mas como o Estado permite o uso lícito de algumas drogas (cigarros, álcool e cerveja) que tem até propaganda nos diversos tipos de mídias, por que não legalizar o uso em certas condições (como ocorre na Holanda, por exemplo)? Se o álcool é legalizado, se a cerveja é legalizada, se o cigarro é legalizado e paga impostos para o Estado, por que não fazer a mesma coisa com a maconha e a cocaina?</p>
<p>Um comentarista escreveu acima que os EUA proibiram as bebidas alcoólicas nos anos 20 e 30, o resultado foi que o crime organizado passou a ganhar dinheiro com a venda ilegal e criminosa das bebidas alcoólicas. O governo estadunidense teve que voltar atrás, legalizar as bebidas, cobrar impostos sobre as mesmas, com isto as organizações mafiosas perderam espaço e influência, tiveram que se adaptar a outros tipos de ilícitos.</p>
<p>O governo uruguaio pensa em passar a controlar e legalizar a maconha, com isto cobrará impostos e controlará a produção e venda da maconha. Isto pode tirar os consumidores de maconha do alcance do crime organizado, talvez diminuindo o poder e influência do crime organizado.</p>
<p>A revista CartaCapital do dia 15 maio propos a legalização das drogas, pois entende que &#8220;seria o fim do tráfico e da violência e corrupção a ele associadas&#8221;.</p>
<p>Um outro comentarista disse que o governo holandês está pensando em rever a sua política liberal em relação ao consumo de maconha e cocaina.</p>
<p>Se o Estado passará a controlar o consumo e a venda da maconha, isto trará mais recursos para o Estado (recursos estes que financiam o crime organizado) e desorganizará o crime organizado, pois os consumidores passarão a buscar legalmente o seu vício sem se envolver com o crime organizado. O Estado, teoricamente, vai ter mais recursos para investir em clínicas de recuperação de drogados. O dinheiro gasto com penitenciárias, investigação criminal contra o tráfico, etc vai diminuir, o que poderá ser gasto, em teoria, em outras áreas: melhorias das penitenciárias, melhoria do sistema público de saúde, etc.</p>
<p>Talvez seja o único caminho que o Estado tenha para diminuir o índice de pessoas presas devido ao tráfico de drogas. Mas vai ter que gastar mais recursos na saúde pública, em especial nas clínicas de recuperação de drogados, pois a simples legalização vai ser uma propaganda a favor do uso da maconha (tal qual ocorre com as bebidas alcoólicas). O Estado deverá então condicionar o consumo da maconha tal como ocorre na Holanda e em outros países do norte da Europa. </p>
<p>O alcóol e a cerveja matam pessoas diariamente no trânsito. O alcóol e a cerveja causam desinteligências e brigas, que ocasionam mortes e violência familiar. O uso da maconha também pode causar mortes no trânsito e violência familiar, pois é uma droga, um vício como as bebidas e o cigarro. Mas é melhor o Estado controlar e cobrar impostos da maconha, do que o Estado sempre correr atrás do traficante e, quase sempre, perder a corrida para o crime organizado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por Denise Barbosa</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-1/#comment-542366</link>
		<dc:creator>Denise Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:13:48 +0000</pubDate>
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		<description>Que erva que este Fala  sério usa?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que erva que este Fala  sério usa?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por Carlos Henrique</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-2/#comment-542364</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:12:12 +0000</pubDate>
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		<description>Seu texto é perfeito! Não há o que acrescentar nos dois aspectos nele tratados, referentes às drogas. Assim, é evidente que qualquer tipo de droga é extremamente nociva para a saúde e destroi o desenvolvimento do indivíduo, em seus aspectos intelectual, afetivo, sexual, social e sensorial. Da mesma forma, a proibição é uma burrice patológica, que só estimula a indústria do tráfico de drogas, em seu aspecto mais óbvio; recrutamento de jovens pobres para trabalharem no mundo das drogas; e no outro lado menos evidente do problema, o qual atinge as estruturas do estado ao cooptar autoridades e utilizar o Sistema Financeito Internacional para lavar os recursos do tráfico. Além desses, devemos acrescentar a questão política envolvida : desde os anos 60 ao menos, os EUA e as &quot;elites&quot; locais da América Latina vêem nas drogas um mecanismo para controlar as massas de miseráveis existentes em nossa região, retirando-lhes o potencial questionador de uma ordem social que os destroi ao colocá-los como zumbis a serviço das drogas; como também garantindo a perpetuação do atraso econômico da América Latina ao corroer as Economias de nações inteiras; vide Colômbia, México; que se já não bastassem os atrasos institucionais que as deformam; latifúndio, concentração de renda; ainda têm que conviver com a produção de drogas em seu território, tornando ainda mais difícil a implantação de um projeto de desenvolvimento autônomo. Além disso, é a questão do narcotráfico a desculpa perfeita para as intervenções militares dos ianques; travestidas de &quot;ajuda&quot;; que garantem mais uma fonte de lucro para a indústria bélica dos EUA, mais uma desculpa para a ação de seus espiões e mais um excelente pretexto para sua injerência política na região. EXATAMENTE POR ISSO A LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS É TÃO COMBATIDA NA AMÉRICA LATINA, JÁ QUE JUNTO COM UM NOVA FORMA DE ENFRENTAR-SE UM PROBLEMA QUE É ANTES DE TUDO DE SAÚDE PÚBLICA, CAMINHARÍAMOS PARA DESARMAR UMA INDÚSTRIA PODEROSA, QUE VAI DESDE LUCROS EXTRAORDINÁRIOS GERADOS PARA O SISTEMA FINANCEIRO ATÉ A PORTA DE ENTRADA PARA A ESPIONAGEM IANQUE E PARA A AÇÃO DE SEU MILITARISMO TRUCULENTO.  Assim, incrementar essa discussão no sentido de descriminalizar o uso das drogas, através da ação do estado que controlaria a distribuição e o consumo, passa sem dúvida por primeiramente esclarecermos o quanto elas são um veneno que deveria ser extirpado, mas também passa por apontarmos quais os aspectos políticos e econômicos que impedem o avanço desse debate, os interesses em jogo(incluindo-se da mídia conservadora que, além de lucrar milhões com os anúncios da indústria de bebidas e cigarro, duas drogas nocivas que também deveriam receber um esclarecimento quanto ao perigo que representam), também defende os interesses do imperialismo que, podem ter certeza, o que mais deseja é continuar a ter nas drogas um desculpa para escravizar a América Latina, tanto dopando suas populaçõas, como uitlizando seu falso &quot;combate&quot; às drogas como desculpa esfarrapada para intervir em nossa região,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seu texto é perfeito! Não há o que acrescentar nos dois aspectos nele tratados, referentes às drogas. Assim, é evidente que qualquer tipo de droga é extremamente nociva para a saúde e destroi o desenvolvimento do indivíduo, em seus aspectos intelectual, afetivo, sexual, social e sensorial. Da mesma forma, a proibição é uma burrice patológica, que só estimula a indústria do tráfico de drogas, em seu aspecto mais óbvio; recrutamento de jovens pobres para trabalharem no mundo das drogas; e no outro lado menos evidente do problema, o qual atinge as estruturas do estado ao cooptar autoridades e utilizar o Sistema Financeito Internacional para lavar os recursos do tráfico. Além desses, devemos acrescentar a questão política envolvida : desde os anos 60 ao menos, os EUA e as &#8220;elites&#8221; locais da América Latina vêem nas drogas um mecanismo para controlar as massas de miseráveis existentes em nossa região, retirando-lhes o potencial questionador de uma ordem social que os destroi ao colocá-los como zumbis a serviço das drogas; como também garantindo a perpetuação do atraso econômico da América Latina ao corroer as Economias de nações inteiras; vide Colômbia, México; que se já não bastassem os atrasos institucionais que as deformam; latifúndio, concentração de renda; ainda têm que conviver com a produção de drogas em seu território, tornando ainda mais difícil a implantação de um projeto de desenvolvimento autônomo. Além disso, é a questão do narcotráfico a desculpa perfeita para as intervenções militares dos ianques; travestidas de &#8220;ajuda&#8221;; que garantem mais uma fonte de lucro para a indústria bélica dos EUA, mais uma desculpa para a ação de seus espiões e mais um excelente pretexto para sua injerência política na região. EXATAMENTE POR ISSO A LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS É TÃO COMBATIDA NA AMÉRICA LATINA, JÁ QUE JUNTO COM UM NOVA FORMA DE ENFRENTAR-SE UM PROBLEMA QUE É ANTES DE TUDO DE SAÚDE PÚBLICA, CAMINHARÍAMOS PARA DESARMAR UMA INDÚSTRIA PODEROSA, QUE VAI DESDE LUCROS EXTRAORDINÁRIOS GERADOS PARA O SISTEMA FINANCEIRO ATÉ A PORTA DE ENTRADA PARA A ESPIONAGEM IANQUE E PARA A AÇÃO DE SEU MILITARISMO TRUCULENTO.  Assim, incrementar essa discussão no sentido de descriminalizar o uso das drogas, através da ação do estado que controlaria a distribuição e o consumo, passa sem dúvida por primeiramente esclarecermos o quanto elas são um veneno que deveria ser extirpado, mas também passa por apontarmos quais os aspectos políticos e econômicos que impedem o avanço desse debate, os interesses em jogo(incluindo-se da mídia conservadora que, além de lucrar milhões com os anúncios da indústria de bebidas e cigarro, duas drogas nocivas que também deveriam receber um esclarecimento quanto ao perigo que representam), também defende os interesses do imperialismo que, podem ter certeza, o que mais deseja é continuar a ter nas drogas um desculpa para escravizar a América Latina, tanto dopando suas populaçõas, como uitlizando seu falso &#8220;combate&#8221; às drogas como desculpa esfarrapada para intervir em nossa região,</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Por que fracassará o terrorismo econômico do PSDB e da mídia por Lucas</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/por-que-fracassara-o-terrorismo-economico-do-psdb-e-da-midia/comment-page-2/#comment-542363</link>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:12:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacidadania.com.br/?p=13893#comment-542363</guid>
		<description>EM RESPOSTA AO SAVIO, À LUIZA  E AO ROBERTO LOCATELLI.


SAVIO: &quot;Não acredito em reencarnação, mas torço para que você, depois de morto, obviamente, reencarne sob o regime de Pinochet, ou de Papa Doc, ou Batista. Quem sabe no de Hitler? E para não ser acusado de sectárío, quem sabe você gostaria de viver sob o regime de Mao, ou de Stalin? Bom, talvez você não ache ruim. Provavelmente aderirá ao sistema para combater os “terroristas” que tiverem a ousadia de se opor ao regime, estou certo?&quot;

LUCAS: &quot;Torcer para que depois de morto eu reencarne sob o regime de Pinochet, Papa Doc, Batista, Hitler, Mao ou Stalin&quot;&#039;? Isso, ainda que como mera hipótese que seja, já é de uma obtusidade tão córnea que sequer mereceria qualquer resposta. Mas afirmo, muito à vontade, que os seus terroristas de estimação, que andaram chacinando inocentes por aqui nas décadas de 60 e 70, não estavam &quot;se opondo a regime&quot; nenhum e, sim, tentando implantar, entre nó,s uma ditadura genocida à feição da imposta por Stalin e Mao em seus respectivos países! E que, diga-se de passagem, não diferia muito da  instituída pelos outros facínoras que você mencionou, exceto, é claro!, pelo fato de ter torturado e matado mais do que qualquer outra! 


LUIZA: &quot;Cooperando com uma sugestão relativa ao tipo de leitura que você demonstra gostar: você já leu “Mein Kampf”? O autor é famoso e o pessoal que morreu no famoso Holocausto confirmaria, se estivesse vivo.&quot;

LUCAS: Prezada Luiza, informo-a de que alguém afeito ao saber, e que preze a imparcialidade, não deve ler apenas aquilo que o agrade, mas tudo o que possa, de alguma forma, contribuir para ampliar a sua compreensão do mundo em que vive. Ipso facto, não deve ater-se apenas à leitura de livros, artigos e notíciosos que corroborem as  suas próprias crenças e pontos de vistas, pois, se o fizer, pode se tornar um &quot;ista&quot; qualquer. Pode acabar até, que horror! -  defendendo a &quot;regulação da mídia&quot;. Foi por isso que li, não só o Mein Kampf, que você o citou, mas também outras obras sobre fetiches, ideologias e regimes totalitários, como, por exemplo, o nazismo, o fascismo e o outro membro dessa tróica que aterrorizou, e ainda aterroriza!, a humanidade -  o comunismo (incluo, no último tópico, esse surto de subcomunismo que assola a América Latina, orquestrado por alguns tiranetes e candidatos a tiranetes que pululam por aqui). Afinal de contas, nós vivemos repetindo que quem não conhece os fatos históricos está fadado a repeti-los, não é mesmo? Quanto a &quot;holocaustos&quot;, nós os tivemos também por aqui, na América Latina, tanto à direita quanto à esquerda. E posso lhe afiançar que nunca me ocorreu, em tempo algum -  e sob nenhum pretexto -  condenar uns e absolver outros, e vice-versa,  Definitivamente, eu não poderia jamais ser incluído no rol dos tarados ideológicos. Mesmo tendo em vista o fato de que há uma verdadeira hiperinflação deles no Brasil dos nossos dias.


ROBERTO LOCATELLI: &quot;Lucas, sugiro a você o livro “Mein Kampf” do Hitler. Aposto que você vai adorar.&quot;

LUCAS: Pois eu lhe sugiro que leia as respostas que dei ao Savio e à Luiza. Aposto que irá adorá-las.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>EM RESPOSTA AO SAVIO, À LUIZA  E AO ROBERTO LOCATELLI.</p>
<p>SAVIO: &#8220;Não acredito em reencarnação, mas torço para que você, depois de morto, obviamente, reencarne sob o regime de Pinochet, ou de Papa Doc, ou Batista. Quem sabe no de Hitler? E para não ser acusado de sectárío, quem sabe você gostaria de viver sob o regime de Mao, ou de Stalin? Bom, talvez você não ache ruim. Provavelmente aderirá ao sistema para combater os “terroristas” que tiverem a ousadia de se opor ao regime, estou certo?&#8221;</p>
<p>LUCAS: &#8220;Torcer para que depois de morto eu reencarne sob o regime de Pinochet, Papa Doc, Batista, Hitler, Mao ou Stalin&#8221;&#8216;? Isso, ainda que como mera hipótese que seja, já é de uma obtusidade tão córnea que sequer mereceria qualquer resposta. Mas afirmo, muito à vontade, que os seus terroristas de estimação, que andaram chacinando inocentes por aqui nas décadas de 60 e 70, não estavam &#8220;se opondo a regime&#8221; nenhum e, sim, tentando implantar, entre nó,s uma ditadura genocida à feição da imposta por Stalin e Mao em seus respectivos países! E que, diga-se de passagem, não diferia muito da  instituída pelos outros facínoras que você mencionou, exceto, é claro!, pelo fato de ter torturado e matado mais do que qualquer outra! </p>
<p>LUIZA: &#8220;Cooperando com uma sugestão relativa ao tipo de leitura que você demonstra gostar: você já leu “Mein Kampf”? O autor é famoso e o pessoal que morreu no famoso Holocausto confirmaria, se estivesse vivo.&#8221;</p>
<p>LUCAS: Prezada Luiza, informo-a de que alguém afeito ao saber, e que preze a imparcialidade, não deve ler apenas aquilo que o agrade, mas tudo o que possa, de alguma forma, contribuir para ampliar a sua compreensão do mundo em que vive. Ipso facto, não deve ater-se apenas à leitura de livros, artigos e notíciosos que corroborem as  suas próprias crenças e pontos de vistas, pois, se o fizer, pode se tornar um &#8220;ista&#8221; qualquer. Pode acabar até, que horror! &#8211;  defendendo a &#8220;regulação da mídia&#8221;. Foi por isso que li, não só o Mein Kampf, que você o citou, mas também outras obras sobre fetiches, ideologias e regimes totalitários, como, por exemplo, o nazismo, o fascismo e o outro membro dessa tróica que aterrorizou, e ainda aterroriza!, a humanidade &#8211;  o comunismo (incluo, no último tópico, esse surto de subcomunismo que assola a América Latina, orquestrado por alguns tiranetes e candidatos a tiranetes que pululam por aqui). Afinal de contas, nós vivemos repetindo que quem não conhece os fatos históricos está fadado a repeti-los, não é mesmo? Quanto a &#8220;holocaustos&#8221;, nós os tivemos também por aqui, na América Latina, tanto à direita quanto à esquerda. E posso lhe afiançar que nunca me ocorreu, em tempo algum &#8211;  e sob nenhum pretexto &#8211;  condenar uns e absolver outros, e vice-versa,  Definitivamente, eu não poderia jamais ser incluído no rol dos tarados ideológicos. Mesmo tendo em vista o fato de que há uma verdadeira hiperinflação deles no Brasil dos nossos dias.</p>
<p>ROBERTO LOCATELLI: &#8220;Lucas, sugiro a você o livro “Mein Kampf” do Hitler. Aposto que você vai adorar.&#8221;</p>
<p>LUCAS: Pois eu lhe sugiro que leia as respostas que dei ao Savio e à Luiza. Aposto que irá adorá-las.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por Denise Barbosa</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-1/#comment-542361</link>
		<dc:creator>Denise Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:09:02 +0000</pubDate>
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		<description>E ainda escreve &quot;a nível de &quot;. hummmm,sei não nem Fala Sério nem escreve sério.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E ainda escreve &#8220;a nível de &#8220;. hummmm,sei não nem Fala Sério nem escreve sério.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por Salvador Ferreira</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-2/#comment-542360</link>
		<dc:creator>Salvador Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:04:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacidadania.com.br/?p=13898#comment-542360</guid>
		<description>Fora da pauta:

Control C - Control V  = blog 247-Cidadania
&quot;Para quem critica ou admira os périplos internacionais do ex-presidente, hoje é véspera de prato cheio; em Buenos Aires, nesta sexta-feira, Lula recebe nada menos que oito títulos de doutor honoris causa de universidades argentinas; na noite desta quinta-feira 16, ele janta com a presidente Cristina Kirchner, a quem manifestou apoio nas desavenças com o jornal Clarín; agora, já passam de 40 os reconhecimentos globais pela atuação dele no governo brasileiro; estofo para o Prêmio Nobel da Paz?&quot;
Viva Lula!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fora da pauta:</p>
<p>Control C &#8211; Control V  = blog 247-Cidadania<br />
&#8220;Para quem critica ou admira os périplos internacionais do ex-presidente, hoje é véspera de prato cheio; em Buenos Aires, nesta sexta-feira, Lula recebe nada menos que oito títulos de doutor honoris causa de universidades argentinas; na noite desta quinta-feira 16, ele janta com a presidente Cristina Kirchner, a quem manifestou apoio nas desavenças com o jornal Clarín; agora, já passam de 40 os reconhecimentos globais pela atuação dele no governo brasileiro; estofo para o Prêmio Nobel da Paz?&#8221;<br />
Viva Lula!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por Denise Barbosa</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-1/#comment-542356</link>
		<dc:creator>Denise Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:01:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacidadania.com.br/?p=13898#comment-542356</guid>
		<description>Aplausos!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aplausos!!!</p>
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	</item>
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		<title>Comentário sobre Burrice permeia os dois lados do debate da legalização de drogas por Denise Barbosa</title>
		<link>http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/burrice-permeia-os-dois-lados-do-debate-da-legalizacao-de-drogas/comment-page-1/#comment-542350</link>
		<dc:creator>Denise Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 00:54:14 +0000</pubDate>
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		<description>Como é bom ler quem pensa!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como é bom ler quem pensa!!!</p>
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