Ajudem Dilma a ajudar o Brasil

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Há uma diferença fundamental entre os interesses do povo e os dos operadores políticos, tais como os partidos ou os controladores dos grandes meios de comunicação. Essa confusão que a sociedade faz a leva, muitas vezes, a confundir seus interesses com os interesses dos que não são tão afetados – ou que não são afetados tão facilmente – pelas condições gerais do país.

De meados de 2013 para cá, a disputa política alcançou um nível de radicalização que está literalmente afundando o país – e, o que é pior, com a complacência e até com o estímulo da sociedade civil, ou de grande parte dela.

Fosse o Brasil um país menos rico e pujante, diante da quantidade de sabotagens que tem sofrido por parte de grupos políticos, a esta hora certamente estaríamos amargando uma depressão econômica de proporções cataclísmicas. Boa parte dessa resistência da economia à sabotagem política, porém, deve-se à capacidade da presidente Dilma Rousseff de manobrar em meio ao caos.

Comparo o Brasil de hoje com alguém que sofre de uma grave moléstia. Talvez uma tuberculose, que tem cura mas pode matar se o paciente não for preservado de condições adversas e não receber o tratamento adequado.

Este texto irá mostrar que o paciente, em vez de ser mantido em condições adequadas, está sendo submetido a um verdadeiro corredor polonês.

A partir de setembro de 2008, o mundo ingressou em uma gravíssima crise econômica internacional, considerada por quase todos os mais eminentes analistas e estudiosos econômicos como a maior desde a Grande Depressão de 1929. Essa foi a primeira etapa de uma crise que, seis anos depois, ainda se faz sentir pelo mundo.

Em um primeiro momento daquele 2008, o país sentiu os efeitos do verdadeiro pânico mundial que se instalou a partir da quebra do banco dos irmãos Lehman, nos EUA. Poderia ter sentido menos, no entanto, se, internamente, não tivesse sofrido uma sabotagem.

Estávamos à porta de um ano pré-eleitoral (2009). Focando a sucessão de Lula em 2010, a mídia tratou de inflar a crise por aqui, com vistas a fazer a economia piorar para que o país chegasse até lá em recessão, facilitando a vitória de José Serra, então visto como o grande nome da direita para reverter o processo de distribuição de renda em curso no país desde 2003.

Assim como hoje, a tática adotada pela mídia conservadora no primeiro momento da crise foi espalhar o pânico, de modo a fazer com que os empresários não apenas paralisassem investimentos como, também, passassem a demitir, o que, por certo, colocaria o povo contra Lula. Assim, entre outubro de 2008 e fevereiro de 2009, houve uma grande onda de demissões no país. Mais de OITOCENTOS MIL empregos foram exterminados naquele período sob um fenômeno que já entrou para os anais da história: as “demissões preventivas”.

Este blogueiro, que também atua no setor de comércio exterior como trader (vendedor internacional) autônomo, presenciou in loco esse fenômeno das “demissões preventivas”. Uma das indústrias que representava demitiu 20% dos seus 200 empregados como meio de se “prevenir” contra a crise que estava chegando.

Ao saber daquilo, conversei com o proprietário da empresa – ainda que, como autônomo, a medida draconiana da empresa não me afetasse diretamente. Perguntei a ele se havia razão concreta para uma medida tão draconiana. Descobri, então, o que significava a expressão “demissão preventiva”.

Estupefato, fiquei sabendo que a empresa continuava faturando praticamente a mesma coisa e que quase um quarto dos funcionários fora demitido a um mês do Natal por temor do que a mídia anunciava. Quarenta pais de família foram demitidos porque o dono da empresa leu no jornal que havia que “se adequar aos novos tempos que viriam”.

Cerca de cinco meses depois, lá por abril de 2009, a empresa começou a tentar trazer de volta os demitidos, ainda que muitos já tivessem conseguido novo emprego. Ao fim, o custo daquele empresário com as demissões foi maior do que o custo com os salários que teria pago se não tivesse demitido.

A partir daquele final de 2008, Lula fez o que restava ao governo fazer para impedir um cataclismo social: usou os investimentos públicos para reaquecer a economia. O BNDES e os demais bancos públicos aumentaram exponencialmente os empréstimos, elevando a taxa de concessão de crédito e impedindo a economia de afundar. E programas imensos de obras públicas, como o PAC, foram implantados.

Eis que o Brasil chega a 2010 com um nível de crescimento chinês (quase 8%). Lula faz a sucessora até com certa facilidade e José Serra sai da campanha eleitoral desmoralizado, pois estivera entre os arautos do desastre anunciado, prevendo que o Brasil iria ao inferno por conta de uma crise que ainda demoraria alguns anos para se fazer sentir de verdade no país.

A crise mundial de 2008 teve como motor, basicamente, a retração dos investimentos e do comércio internacional dos países ricos, ou seja, dos Estados Unidos e da Europa. Porém, como o comércio exterior representa cerca de um décimo do Produto Interno Bruto brasileiro, a forte redução do comércio internacional pouco nos afetou, pois a redução da atividade econômica internacional foi compensada pelo nosso gigantesco mercado interno.

Ironicamente, este blogueiro, apesar de apoiar os governos do PT desde a primeira hora (2003), foi muito mais afetado pela crise internacional do que a quase totalidade dos brasileiros, pois se dedicava – como continua se dedicando – ao comércio exterior.

Eis que chega o primeiro ano do primeiro governo Dilma. A presidente chega ao poder com um país economicamente arrumado, com a economia em ritmo forte. Porém, Dilma sofria de um erro de avaliação. Estava convencida de que a guerra com a mídia que permeou a maior parte dos dois governos Lula, poderia acabar com alguns gestos de boa vontade.

Triste engano do qual ela só se daria conta plenamente a partir do junho negro de 2013.

Voltando à história, em 2011 o ministério recém-montado por Dilma foi sendo desmontado pela mídia. A partir da queda do então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, por conta de ter comprado um imóvel caro – ainda que não houvesse qualquer irregularidade –, assim como este Blog vaticinou à época que ocorreria se a presidente cedesse aos pedidos da cabeça dele, os demais ministros foram caindo um a um.

A progressiva destruição do ministério só foi interrompida quando chegou ao então ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, amigo íntimo de Dilma.

Uma dessas demissões de ministros em 2011, porém, entrou para a história como uma das maiores injustiças que se viu na política brasileira. O comunista Orlando Silva, ministro do Esporte, foi demitido pelas acusações de um bandido. Porém, nada nunca se comprovou contra ele. Mas ficou por isso mesmo.

O pior é que, assim como hoje, o estopim da primeira crise do governo Dilma (2011) foi aceso pelos mesmos setores da esquerda – inclusive do PT – que agora tratam de torpedear o ministério recém-anunciado por Dilma.

Esses setores não gostavam do perfil do petista Palocci. Atribuíam a ele políticas “neoliberais” do governo Lula que nunca foram de Palocci, mas do próprio Lula, conforme ele me relatou em encontro que tivemos em junho deste ano, quando também revelou que o imóvel que derrubou Palocci não passava de um apartamento de classe média alta num bairro nobre, apesar de ter sido pintado como “uma mansão”.

Enfim, apesar de Dilma ter interrompido o boliche midiático de ministros de 2011, a mídia se conformou temporariamente e 2012 foi um ano tranquilo, politicamente, ao menos até agosto, quando teria início o julgamento do mensalão.

O interlúdio do bombardeio político-midiático ocorreu apenas porque os que bombardeavam contavam com os efeitos políticos do julgamento do mensalão. No entanto, esses efeitos só começariam a se fazer sentir alguns meses depois do fim daquele processo no STF.

Em junho de 2013, eclodem as famigeradas “jornadas de junho”, um processo que congregou a ultraesquerda e a ultradireita, que marcharam lado a lado brandindo as condenações do julgamento do mensalão, tachando o PT de “partido da corrupção”, chegando ao cúmulo de expulsarem petistas de manifestações aos socos e pontapés.

Em míseros 30 dias, a popularidade de Dilma caiu quase pela metade. Na primeira semana de junho de 2013, a gestão dela era considerada boa ou ótima por 57% dos brasileiros. Três semanas depois, apenas 30% aprovavam seu governo. Nunca se viu fenômeno igual na história recente.

Devido à convulsão social que tomou conta do país a partir de um movimento desencadeado pela ultraesquerda sob uma desculpa esfarrapada – um aumento de míseros 20 centavos no preço das passagens de ônibus em São Paulo –, alguns governantes de direita sentiram um pouco desse efeito político negativo, mas logo se recuperaram porque aquele movimento visava, basicamente, desmoralizar o governo Dilma e o PT.

Alckmin, que ajudou a inflar aquela crise pondo a sua polícia para espancar manifestantes, reelegeu-se neste ano, em primeiro turno, com votação recorde. Enquanto isso, Dilma quase perdeu a eleição, o que mostra que foi a principal vítima das jornadas de junho, apoiadas pelos mesmos que apoiaram a derrubada de Palocci em 2011, o que fez Dilma perder o seu primeiro ano com o boliche ministerial.

Em 2014, ano de Copa do Mundo, os grupos de esquerda e ultraesquerda que, aliados até a neonazistas em junho de 2013, ajudaram a desestabilizar Dilma politicamente, voltaram à carga com o movimento “Não Vai Ter Copa”. Eis que o Brasil chega à competição desanimado, prevendo desastre na organização do evento, mas vitória em campo.

Ocorreu o contrário. A organização do evento foi um êxito total, mas, em campo, a Seleção jogou como se estivesse em campo adversário e sofreu uma derrota acachapante. Muitos acreditam – eu entre eles – que o clima político interferiu no psicológico dos jogadores.

A derrota em campo na Copa ofuscou a vitória fora de campo, na organização. Eis que os brasileiros chegam à eleição presidencial mal-humorados contra Dilma, que, por pouco, não foi derrotada, o que só não ocorreu porque aquele que poderia vencê-la é tão ruim que assustou a maioria dos brasileiros com propostas que deixaram claro que promoveria uma grande recessão, com demissões em massa e arrocho salarial.

Esse flashback histórico que você acaba de ler serviu como pano de fundo para a gestão da economia ao longo dos quatro anos que se completarão no próximo dia 1º de janeiro.

A pergunta que se faz, portanto, é sobre como Dilma conseguiu manter o desemprego em queda e os salários em alta diante de uma hecatombe política dessa magnitude. Quantos países resistiriam a uma sabotagem como essa?

Apesar de Dilma ter preservado a qualidade de vida do povo, o crescimento despencou. Porém, não despencou a ponto de virar recessão, como seria natural em uma situação de quase guerra civil que o país vem vivendo desde meados de 2013.

O terrorismo econômico da mídia já dura mais de seis anos inibindo investimentos. Nos primeiros dois anos, não teve sucesso. Mas, a partir do fim de 2012, esse terrorismo conseguiu praticamente paralisar a economia, que só não parou completamente porque Dilma vem tocando programas gigantescos de obras de infraestrutura.

Contudo, cumpre-me vaticinar que os elementos que vêm minando o governo Dilma desde 2011 já começam a produzir os efeitos pretendidos por seus autores. Já são 6 anos de bombardeio econômico e 12 anos de bombardeio político ininterruptos. E, o que é pior, um bombardeio que parte da direita, mas que também parte da esquerda, ou de setores da esquerda.

Os mesmos grupos políticos de esquerda que geraram o boliche ministerial em 2011, que convulsionaram o país em 2013, que transformaram a Copa do Mundo em um desastre político em 2014, agora ensaiam novas ações em 2015 que podem, no limite, custar o mandato de Dilma e a ascensão de um governo que, ironicamente, irá penalizar muito mais os setores da esquerda que tanto têm colaborado com a direita.

Concluo este arrazoado, pois, com um apelo aos setores da esquerda que até podem achar que estão no caminho certo, mas que, em verdade, estão causando um mal terrível ao país: deixem a presidente Dilma respirar. Parem de colaborar com essa direita fascista, racista, que, na verdade, quer acabar com setor da esquerda que tanto a tem ajudado.

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128 Comentário

  1. Eduardo, uma seleção de textos iguais a este, deveriam virar livro. Pense no assunto, pois acredito que terá editora interessada em publicá-lo.
    Li uma série de comentários quanto á formação do novo ministério, concordando ou não com a visão política dos indicados.
    Dilma tem que compor esse ministério com as correntes, que ajudaram a eleger-se, são essas as indicações que queremos,e não pode fugir esse princípio.
    Espero que neste segundo mandato tenha uma assessoria melhor. Segundo analistas o primeiro mandato deixaram muito a desejar, pela inoperância. O governo era atacado pelo PIG e não tinha ninguém do PT para defendê-lo (aliás a presidenta ignorou tanto o PT como os movimentos sociais que tanto lutaram pela sua eleição)
    Quando á propaganda, deveria seguir seguir o governo do Lula quando diversificou a propaganda.
    Espero que em 2015, não mantenha o ministro da Justiça, atuação do José Cardoso só trouxe dissabores, por não saber escolher seus subordinados na PF.

  2. Parabéns pelo excelente texto.

    Mas isso que está acontecendo faz parte de uma estratégia de dominação e imperialismo.

    Existe um grupo seleto de pessoas que se reúnem há alguns anos com a finalidade de introduzir uma nova política e mecanismos de controle da economia global.Essas pessoas e famílias controlam a União Europeia , recentes administrações dos Estados Unidos, e influenciam decisões da ONU , do Banco Mundial, e do FMI.A Comissão Trilateral, o Clube de Bilderberg, a família Rockefeller e a família Rothschild , entre outros, são os que dominam grande parte do fluxo de capital no mundo, e dominam os meios de comunicação.Usam o jornalismo para ter domínio sobre a opinião pública, gerar confusão.Um exemplo foi a gripe H1N1.A mídia criou uma “epidemia” para que a indústria farmacêutica vendesse vacina.Querem criar uma nova ordem mundial, com um governo único.

    Não é teoria da conspiração, existe um livro chamado A verdadeira História do Clube Bilderberg , Daniel Estulin: http://www.nacionalismo.com.br/pdf/livro_01.pdf e outras matérias que falam a respeito.

    http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/reportagens/bilderberg-um-clube-secreto-governa-o-mundo
    http://www.espada.eti.br/trilateral.asp

    Confesso que fiquei surpreso quando você cita: “ Estava convencida de que a guerra com a mídia que permeou a maior parte dos dois governos Lula, poderia acabar com alguns gestos de boa vontade.” Não esperava essa ingenuidade de alguém de esquerda, com a história dela.

    Dá uma pesquisada ,seria bom se ela tivesse conhecimento disso .

    Bastante lúcido o seu texto.

    Um bom 2015 para você e sua família, Edu

  3. No Brasil, muitas vezes para o presidente governar, seja ele de esquerda, com foi João Gourlart, tem que se fazer coalizões, João Goulart, fez, nomeou inclusive um banqueiro para ministro. Goulart caiu, devido a forte oposição midiática da época, coisa que vemos hoje. Ele foi emparedado pela direita, extrema direita e pela extrema esquerda, que queria cada vez mais reformas profundas numa velocidade que Ele não podia dar e nem tinha forças para aprova-las num Congresso conservador.Hoje nós sabemos também das pressões externas que Ele sofreu. O Brasil, nos últimos anos com os governos do PT, deu um salto em todos os sentidos. Temos que continuar avançado, podemos avançar mais divagar ou mais ligeiro, mas, não podemos parar. Estamos vivenciando uma crise brutal mundial desde 2008, ela não parou, na Europa o desemprego é uma realidade insofismável, países europeus não crescem, a juventude forma e não tem emprego, quando acha, é trabalho precário para dois, ou três meses. Pensões foram reduzidas. A China diminuiu seu crescimento, num cenário desses, para o Brasil exportar não é nada fácil. Para agravar os EUA juntamente com alguns países europeus, fizeram um embargo à Rússia, isto acaba tendo consequências negativas para os países europeus e para a Rússia. Isto sem falar que estamos vivenciando vários pontos de conflitos bélicos em nosso planeta. Acho que nesse caldo todo o Brasil está até bem. Vamos então ter juízo, equilíbrio e ajudar a presidente e o país. Ela é presidente de todos indistintamente. No sistema político que temos , quer queira, quer não o presidente tem que compor para governar. Quem tem a batuta é o maestro. É ele que vai dar o tom. Foi assim com os dois governos de Lula e no primeiro de Dilma e está sendo assim na prefeitura de São Paulo. Isto tem funcionado nas administrações petistas.

  4. A burrice da nossa esquerda, a falta de reflexão sobre a história política do nosso país e da América Latina faz com que muitos acham romântico viver nessa ilusão de manifestar por manifestar, o que tem beneficiado os Bolsonaros e Telhadas da vida etc.

  5. Edu, a esquerda é burra e louca pra aparecer na globo e na grande mídia. Como isto está garantido por estas manifestações contra os governos populares, lá vão eles de novo desestabilizar. Fazer o que? O ódio ao PT é maior

  6. Edu, não imaginava que empresários poderiam tomar decisões como a tal “demissão preventiva” a partir do clima criado pela mídia! Que rumos as coisas poderiam ter tomado se a mídia valorizasse mais as conquistas do país e criado um clima emocional mais positivo! Evitaria sofrimentos desnecessários. Gostei muito do seu flashback, é importante para a gente não esquecer o processo todo. No contexto do que você fala sobre a atuação da esquerda, em algum momento propício queria saber sua opinião sobre essa “frente de esquerda” recém-anunciada da qual sei pouco. Bom Ano Novo para você e todos do blog.

  7. Caro Eduardo Guimarães mais um belo texto que você nos concede à leitura.
    Eduardo, sou fá incondicional do Lula.
    Todavia a cada dia a Presidente Dilma me enche de esperança, de orgulho.
    É uma mulher de fibra, destemida, inteligente, honrada. Coração valente.
    Diante de tantas maldades que a Globo, Veja, Folha de São Paulo, etc. lhes direcionam todo dia, a Presidenta Dilma continua firme conduzindo bem a Nação.
    É lógico que é um Pais difícil de ser comandado, Não há na maioria dos brasileiros o amor ao País. Muitos brasileiros consta de idolatrar o EUA, a Europa, etc.
    Confio muita na capacidade da Dilma, na sua honradez. o Brasil está bem representado por ela.
    Estarei sempre como Dilma e com o Lula.
    Estes dois têm em comum uma prioridade que me encanta: eles governam com o olhar para o pobre.

  8. Ética, justiça e muito trabalho…

  9. Dilma governa o Brasil com muita garra, patriotismo, amor ao país. Ao contrário, muitos brasileiros, empresários principalmente, trabalham dia e noite para atrapalhar Dilma. Torcem mais pelo desenvolvimento dos países imperialistas do que pelo o da própria pátria. Eu fico assustada de ver como tem tanta gente aqui que quer ver o Brasil arrasado, cheio de desempregados, com mendigos pelas ruas, sendo humilhado pelos estrangeiros, e ainda por cima dizem que têm vergonha de ser brasileiros. Eles são contraditórios, torcem pelo fracasso do Brasil, para depois terem vergonha dele. Eu acho que falta nessa gente que trata o Brasil com desdém é ética, moral e bons costumes. O complexo de vira-latas deles está beirando o absurdo. Acima de tudo o que falta nessa gente antipatriota é inteligência.

  10. Quando terminar o monopólio midiático acredito que terá mais audiência o programa que souber elevar a auto-estima da população. Não é brincadeira ser bombardeado diuturnamente pela mídia nos forçando a aceitar o fato de sermos um povo incompetente, corrupto, sem educação e respeito ao próximo, um bando de bandidinhos que perturbam a paz. Sempre o pior de nós é destacado com um sorrisinho fingido nas caras dos apresentadores e o vozeirão dos locutores. Já que não mendigamos coisas nas “porta da esperança” e não mais brandimos nossas CTPS nos cultos cristãos, querem que nos odiemos. Só que: detonar o governo é detonar o povo e detonar o povo é detonar o Brasil. Precisamos conversar e debater.
    Sinto que não é difícil garantir esse espaço.

    Feliz 2015. Que seja emocionante e produtivo e, sobretudo com muito amor ao Brasil.

  11. Tarso Genro – Leiam e reflitam. – O nosso desafio é, dentro da democracia política, promover mais democracia e mais igualdade, enfrentando o novo pacto hegemônico do conservadorismo modernizante no Brasil, cujo nome verdadeiro é neoliberalismo. Um regime de desenvolvimento econômico compatível com a democracia política, mas incompatível com a promoção da igualdade e com a consideração do outro, como meu irmão e meu igual. A esquerda pode pensar uma unidade, ao mesmo tempo, de resistência e avanço. Ou vamos para o retrocesso.

  12. Tarso Genro no Artigo Frente de esquerda na diversidade de esquerda – ” No presente podemos nos unir -partidos, facções de partidos, personalidades e movimentos de esquerda e centro-esquerda- para reformar o sistema de concessões dos meios de comunicação, regulamentar o imposto sobre as grandes fortunas, proibir o financiamento empresarial dos partidos e campanhas eleitorais, dar progressividade ao Imposto de Renda, elevar a taxação dos ganhos da especulação financeira e abrir novas formas de participação popular, na produção e na gestão das políticas públicas”.

  13. 2015 pode ser um ano revolucionário para o país. O Lava Jato está atingindo em cheio a crônica questão da promiscuidade entre as grandes empreiteiras e as obras públicas. O que vem desde que nosso avôs engatinhavam.
    Dilma já disse que quer enfrentar de frente esse problema que todos os outros jogaram para debaixo do tapete. Ela tem peito para isso. Mas vai ser uma pedreira. Por um lado tem que punir o cartel corrupto das empreiteiras que lesam os cofres públicos. Por outro lado, o país não pode parar. Tem que punir os políticos corrompidos, mas não se pode colocar todos no mesmo saco, porque aí quem vai aprovar os projetos que o país precisa?
    Então as pessoas tem que se dar conta que uma Katia Abreu aqui ou um sei lá quem acolá, é detalhe diante dessa quadro complexo e perigoso. O pig/oposição vai querer jogar o lava jato no colo do governo. Tudo o que eles querem é botar fogo no circo, melar o governo e esperar que caia de maduro para voltar em 2018, ou antes se for o caso. Por isso, Edu, só critico a questão do Zé Cardoso que não tem autoridade nenhuma com a PF. Fora isso, mantenho minhas ressalvas para mim

  14. Nós queremos ajudar, mas parece que a presidenta continua não ligando muito para algumas áreas.

    O grupo “Atletas pelo Brasil”, capitaneado por Raí e que conta com nomes como Bernardinho, Cafu, Kaká, Paulo André, Flávio Canto, Fernando Meligeni, Gustavo Borges, Hortência e Rubinho Barrichello, entre muitos outros, em seu “plantel”, divulgou nesta segunda-feira um comunicado detonando a escolha do novo ministro do Esporte, George Hilton, pela presidente Dilma Rousseff.

    “Infelizmente, há anos, o Ministério do Esporte é usado na barganha política. Não se trata de decidir quem seria a melhor pessoa para ocupar o cargo, mas qual partido o terá de acordo com as alianças e que decidirá a seu bel-prazer quem o representará. Nem mesmo uma familiaridade com o tema é observada, o que traz enormes prejuízos ao esporte e ao país em um setor que está à frente de um enorme investimento com os megaeventos esportivos”, escreveu o grupo, sobre a nomeação de Hilton, um radialista, apresentador de TV e teólogo.

    Segundo o “Atletas pelo Brasil”, Dilma perdeu uma “chance única” para melhorar o esporte no país às vésperas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

    “Às vésperas das Olimpíadas, a Presidente Dilma abriu mão de uma oportunidade de melhorar a gestão do esporte. Decepcionou todo um setor de atletas, jornalistas, empresários, organizações, trabalhadores e amantes do esporte em geral”, disparou a organização.;

    “[…] Reiteramos aqui hoje que, como cidadãos e cidadãs brasileiros, nos sentimos envergonhados e desprestigiados, vendo que o esporte no Brasil continua sendo encarado como algo menor”, completaram os atletas e ex-esportistas.

    Confira o comunicado completo:

    Somos uma organização não governamental que trabalha pela melhoria da política esportiva no Brasil. Desde 2009, trabalhamos para influenciar as decisões governamentais a fim de que haja uma legislação mais moderna, uma alocação de recursos mais eficiente, uma melhor gestão e transparência no esporte e para que o País possa pensar no esporte como fator estratégico para o desenvolvimento humano e social com importante impacto na saúde, educação e planejamento urbano.

    Como diz nossa missão, queremos “melhorar o esporte para melhorar o País”. Acreditamos piamente nisto. Somos uma associação de mais de 60 atletas de relevância para o esporte.

    Tivemos, junto com muitos outros, importância no passado, e continuamos tendo no presente. E, muito mais do que isso, queremos ajudar a construir um País com espirito olímpico. Desejamos uma política esportiva (educacional, de participação e de alto rendimento) que nos orgulhe e que mostre um caminho diferente, que aponte para o Esporte que o Brasil merece.

    Temos trabalhado na seara política pois acreditamos na participação ativa da sociedade para as mudanças do País. No esporte, só teremos resultados expressivos e de longo prazo caso ele seja administrado com responsabilidade por nossos governantes e legisladores.

    Exigimos muito mais respeito e cuidado com tudo que envolve o tema Esporte no Brasil. O que está muito longe de acontecer quando constatamos os critérios, ou a falta deles, que foram usados para a escolha do novo ministro.

    Infelizmente, há anos, o Ministério do Esporte é usado na barganha política. Não se trata de decidir quem seria a melhor pessoa para ocupar o cargo, mas qual partido o terá de acordo com as alianças e que decidirá a seu bel-prazer quem o representará. Nem mesmo uma familiaridade com o tema é observada, o que traz enormes prejuízos ao esporte e ao País em um setor que está à frente de um enorme investimento com os megaeventos esportivos.

    A nomeação com critério unicamente político, na maior parte das vezes, traz consigo o aumento da ineficiência de gestão, descontinuidade da política, reinício de convencimentos e processos e tudo isso com custo aos cofres públicos.

    Às vésperas das Olimpíadas, a Presidente Dilma abriu mão de uma oportunidade de melhorar a gestão do esporte. Decepcionou todo um setor de atletas, jornalistas, empresários, organizações, trabalhadores e amantes do esporte em geral.

    E nós, atletas, não podemos mais ser mais usados simplesmente para fotos conjuntas em momentos de vitória nacional. Vamos ser francos, essas conquistas são muitas vezes obtidas a despeito da política esportiva, da legislação e da condução nacional do esporte. E, em alguns casos, encontrando até forças contrárias a dificultar o caminho. Se os governantes querem estar ao lado das vitórias, devem tomar consciência da sua enorme responsabilidade nas derrotas.

    Mesmo assim, seguimos em frente pois acreditamos em um País melhor, mas reiteramos aqui hoje que, como cidadãos e cidadãs brasileiros, nos sentimos envergonhados e desprestigiados, vendo que o esporte no Brasil continua sendo encarado como algo menor.

    Nós da Atletas pelo Brasil continuaremos prontos para ajudar, contribuir e dialogar com todos que desejam deixar um lindo legado esportivo para o País.

  15. Acho que mais importante do que apelar para os setores da ultra-esquerda, que são cegos e assim continuarão, é, de forma urgente, iniciarmos um processo de organização popular para defesa do Governo Dilma, o que significa não somente a defesa política da Presidenta e do seu Governo, mas principalmente O CONTRAPONTO FEITO NAS RUAS AO TERRORISMO MIDIÁTICO, QUE PRECISA SER ACOMPANHADO DA DENÚNCIA EXPLÍCITA DO GOLPISMO DA MÍDIA. Não há outra saída que não seja o confronto, a denúncia e a quebra dos consensos construídos pelos barões da comunicação, que impregnam como praga a Sociedade, principalmente a classe média com sua atávica burrice, destruindo o humor do país e criando uma realidade paralela de pessimismo, completamente contrária ao que ocorre no Brasil. TODOS OS PROBLEMAS DO BRASIL SÃO RESULTADO DA AÇÃO DA MÍDIA, AO MENOS NO QUE DIZ RESPEITO A NÃO CONSEGUIR-SE IMPLANTAR AS MEDIDAS NECESSÁRIAS À SUA SOLUÇÃO, QUE SÃO SABOTADAS PELOS SETORES CONSERVADORES, QUE LUCRAM COM NOSSO ATRASO, INICIALMENTE NA MÍDIA, QUE CRIA CONSENSOS CAPAZES DE CONVENCER A POPULAÇÃO, PRINCIPALMENTE A CLASSE MÉDIA , QUE OS INTERESSES E PROJETOS DOS CONSERVADORES SÃO OS MESMOS DELES. Assim, vemos jumentos de classe média, com suas casas a prestação e seus carros comprados em 60 vezes, identificando-se e defendendo o neoliberalismo econômico, a oposição aos programas sociais, às cotas nas Universidades, aos movimento sindical, à reforma agrária, à aproximação comercial e política com a América Latina, África e Ásia, projetos cujo êxito beneficiariam a todos os brasileiros, incluindo-se a classe média, e cujo fracasso só interessa aos que lucram com um Brasil excludente, subalterno aos EUA, exportador de produtos primários, falido, com os recursos públicos destinados aos banqueiros internacionais; ou seja, à minoria da população, que mal perfaz 1% dos brasileiros, e constituem a minoria dominante e exploradora. TODAVIA A CADA DIA TORNA-SE MAIS PETRIFICADA NAS MENTES ROBOTIZADAS PELA MÍDIA ESSA IDENTIFICAÇÃO COM A IDEOLOGIA E OS PROJETOS DAQUELES QUE NOS OPRIMEM; E OS GOVERNOS LULA E DILMA, COMO TAMBÉM A SOCIEDADE CIVIL PROGRESSISTA, POUCO FIZERAM PARA CONSCIENTIZÁ-LAS, PARA POLITIZAR A POPULAÇÃO, JÁ QUE MUDANÇA SOCIAL NENHUMA SE FAZ SEM POLÍTICA, SEM CONSCIENTIZAÇÃO QUE LEVA AS MASSAS A MOBILIZAREM-SE EM DEFESA DE SEUS INTERESSES. Mesmo os muito pobres, que votaram e elegeram Dilma majoritariamente, não têm consciência de tudo o que esse projeto representa, nem de longe, votam por verem as melhoras que os atingem diariamente(o que é justíssimo. Qualquer um vota naquele projeto que melhora sua vida, tanto o miserável da classe E como o milionário que integra o 1% de exploradores. Só que quando os pobres fazem isso , nossa mídia deprecia como um suposto “arrebanhamento” eleitoral, o que é de um cinismo e preconceitos enojantes. OS POBRES VOTAM NAQUELE PROJETO QUE MELHOROU SUA VIDAS COMO QUAISQUER ELEITORES FARIAM, INCLUINDO-SE OS MILIONÁRIOS). Contudo, a falta de consciência de tudo o que representa a mudança social em curso neste país, muito mais do que a satisfação de necessidades reais imediatas ou a elevação do padrão de consumo(que são importantíssimas, mas não são tudo), e sim a construção de uma outra ordem social e econômica, cujo modelo só dará certo se uma série de dogmas conservadores forem extirpados de nossa realidade, torna essa massa de pessoas TAMBÉM ALVO FÁCIL DA MÍDIA, PRINCIPALMENTE NO FUTURO, QUANDO ASCENDEREM SOCIALMENTE E COMEÇAREM A PARTICIPAR DA CLASSE MÉDIA(NÃO APENAS DE SEU PADRÃO DE CONSUMO, MAS DE SEUS VALORES, CUJA BASE ENCONTRA-SE NA IDENTIFICAÇÃO DOENTIA COM OS INTERESSES CONSERVADORES). Ou seja, a mesma ascensão social promovida pelos Governos Lula e Dilma poderá destruí-los no futuro se essa “nova classe média”, que cresce a cada dia, passar a comportar-se como a antiga, não apenas consumindo como ela, mas incorporando-se a seu conservadorismo,. O fenômeno já pode ser visto, ainda que de forma parcial, nestas eleições. Parte da Classe “C” passou a pensar de forma conservadora, tornando-se receptível ao moralismo classemedista propagado pela mídia, que transforma o PT no inventor da corrupção, sem sequer dar-se conta de que foi o modelo econômico de distribuição de renda, implantado por Lula e Dilma, que permitiu a ascensão social dessas pessoas, que passaram a atribuir a melhora em suas vidas a “esforço próprio”. SE FOI SOMENTE RESULTADO DO “ESFORÇO PRÓPRIO”, POR QUE NÃO OCORREU ANTES!!!!!!!!!????????? COMO BEM PERGUNTOU LULA. Por enquanto apenas partes da Classe C aderiram ao conservadorismo, e as classes D e E ainda têm peso numérico(sendo ambas majoritariamente eleitoras do PT e mantendo-se distantes do moralismo midiático, que não lhes chama a atenção por precisarem preocupar-se com suas necessidades mais prementes). MAS ATÉ QUANDO ISSO OCORRERÁ!!!!!!!!????????? Dilma iria vencer esta eleição por uma vantagem semelhante a de 2010, como indicavam as pesquisas, se não fosse a sabotagem às vésperas da eleição, promovida pela mídia(Globo e Veja). MAS SERÁ QUE SE A CLASSE C FOSSE POLITIZADA, O ATAQUE DA MÍDIA TERIA CAUSADO ESTRAGO!!!!!!!!???????????? ESSES BRASILEIROS JÁ NÃO SERIAM CAPAZES DE PERCEBER QUEM SÃO SEUS VERDADEIROS INIMIGOS!!!!!!!!!????? A outra grande sabotagem às vésperas de uma eleição, as fotos do dinheiro dos “aloprados”, levou-a para o segundo turno, mas na época o quadro social brasileiro não estava no nível atual(ou seja, menos pessoas tinham sido beneficiadas pelos Governos do PT), além do que Lula recuperou-se dela rapidamente, não apenas vencendo uma eleição, mas assumindo o segundo mandato de forma heroica e não com a “forca” política que ameaça Dilma. Clamo para você e seus contatos na Sociedade Civil organizada iniciarem imediatamente esse processo de mobilização popular, ao meu ver a única forma de conseguir não apenas dar força política a Dilma, mas iniciar um processe de questionamento da ditadura midiática que, além de urgente para não virarmos uma Nação de zumbis fascistas, permitirá que os brasileiros tornem-se receptivos a futuros projetos de democratização da mídia. Ou fazemos isso, ou o golpismo dos bobões da ultraesquerda e dos fascistas de direita(que foram os verdadeiros iniciadores das “manifestações” de junho de 2013, apoiados pela CIA e pela esquerda)sabotará definitivamente o Brasil.Vamos à luta. antes que seja tarde e podemos começar nosso discurso contra-hegemônico defendendo a Petrobrás, alvo mais recente das sabotagens da mídia, que sonha em entregar o Pré-Sal aos EUA.Vamos denunciar isso ao Brasil inteiro para que as pessoas compreendam o que de fato está em jogo no moralismo hipócrita da mídia. Vamos agir já que só a luta política define os rumos de uma Sociedade e é isso o que está faltando às forças do povo brasileiro.

  16. Edu, lembro que no começo do governo Dilma você escreveu um post dizendo se daria certo uma gerente como presidente do Brasil. A resposta está no seu belo texto. Parece uma aula de sociologia, daquelas que a gente tinha na faculdade. Só acrescentaria, que na minha opinião, a Dilma age melhor sobre pressão, como na reação as passeatas coxinhas de junho ou como nos debates,quando ela estava acuada. Que venha 2015. E feliz ano novo a você,sua família e leitores.

  17. Caro Eduardo,

    Receio que, pelo menos, os meus últimos comentários não tenha ido de encontro com seu pensamento.
    Mas vejo o Blog da Cidadania como um fórum de debates e, isso, não aconteceria se todos tivessem a mesma opinião.
    Quero enfatizar que sou filiado ao PT e nunca fui contra o partido. Fui sim, contra determinadas condutas, inclusive do Lula, que entrou no governo e deu uma guinada ao centro, mas sempre entendi as congregações de forças políticas que o apoiavam e, por isso, nem tudo seria possível ser feito.
    Mas volto a falar de um entre vários fatos que ocorreram e que não é bandeira de um partido de trabalhadores.
    Em 2003, Lula com sua vitória foi como a redenção de todos os brasileiros excluídos da sociedade com isso seu capital político era enorme naquele momento. qual foi a principal reforma que Lula proporcionou a sociedade, não foi a reforma política muito men os a regulação da mídia, pois sem estas duas reformas nenhum presidente de esquerda conseguirá governar com tranquilidade, mas ele optou pela reforma da previdência pública e foi bastante cruel nesta reforma, apenas um dos ítens: Aprovou-se que o aposentado por invalidez não teria direito a salário integral e sim proporcional.
    Ironicamente, neste ano o congresso aprovou a PEC 434/2014 de autoria de uma deputada do PSDB, revogando o dispositivo da reforma do Lula e concedendo o direito de aposentadoria integral ao inválido.
    A Dilma não ouvia setores do PT e de outros partidos da base, tanto que hoje corre o risco de um Eduardo Cunha presidir a câmara e já ter dito que no seu mandato não transitará na câmara a reforma da mídia, não teve política de comunicação, manteve dois ministros Zé Cardoso como é chamado por Daniel Dantas e Paulo Bernardo que atacou o próprio PT quando cobrou-se dele a regulação da mídia.
    Sempre lembro de um provérbio que diz: “O pior inimigo é o puxa-saco, pois, ele nunca fala a verdade para seu chefe”.
    E a crítica não pode ser vista como ser contra, ela serve para mostrar os erros e quem sabe analisá-las corretamente pode tirar muito proveito. Não é porque se chegou a presidência da república que não precise de conselhos e que seja imune à criticas.
    Portanto, volto a lembrar que sou petista de coração e nunca deixarei de defender o partido, mas se houve erros, vou criticá-los sim. O meu maior objetivo é que o nosso partido melhore cada dia mais.

    • Perdoe-me, mas não acredito nisso. Todo dia aparece um petista arrependido ou suicida que papagaia o discurso da direita. Petista que ataca o próprio partido e que desconhece que a mídia só ataca o PT e blinda o resto, pra mim não existe. Existe ex-petista, que é o mais raivoso dos antipetistas.

      • Esta é a sua opinião e toda opinião deve ser respeitada, portanto, a respeito. Mas ao mesmo tempo também discordo dela. Não ataco o partido, ataco os erros dos políticos do partido. Embora seja filiado ao partido, não tenho contato direto com a cúpula. Se tivesse diria o que penso diretamente a eles, mas a maioria dos políticos do PT se tornaram políticos de gabinete, e por isso, fica difícil contactá-los. Não resta dúvida que os governos do PT fizeram muito mais pelo país que os outros. Mas não significa que estão imunes a críticas. Eduardo, pode ter certeza que você, embora não me conheça e por isso mesmo fica difícil prá você fazer juízo de valores, não sou antipetista e muito menos ex-petista raivoso.
        Sinto muito por me julgar sem me conhecer.

  18. Ouvindo A Voz do Brasil e postando:

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    ************* Abaixo o PIG brasileiro — Partido da Imprensa Golpista no Brasil, na feliz definição do deputado Fernando Ferro; pig que é a míRdia que se acredita dona de mandato divino para governar.

    Lei de Mídias Já!!!! **** … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. **** … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …

  19. Parabéns Eduardo, concordo com o seu texto e sem dúvida nenhuma serve como norte para uma análise de conjuntura.

  20. Esse texto servirá futuramente para o contraponto da História que vivemos em um mar de mídia antigovernamental.
    Os governos Vargas, JK e JG certamente tiveram seus contrapontos para serem valorizados (o mínimo possível) nos dias atuais.

  21. Em primeiro lugar um 2015 cheio de realizações para todos.
    Depois de ver que o Celso Amorim foi considerado insuficiente pelo fato de ser simplesmente ignorado, acredito que nossa coração valente nem é tanto. Por manter o ministro Cardozo não entendi mais nada. Ouvi de um integrante do governo no 247 a “necessidade ” de melhorar as relações com os EUA e UE. Só faltou dizer que devemos sair dos BRICS. Afinal quem ganhou as eleições?

  22. Tenho certeza absoluta de que a imensa maioria dos reclamantes de tudo o que faz a Dilma, são de opositores disfarçados exceto um ou outro caso como a trajetória da Marta. Alias, já dava para ela saber que corda bamba não elege ninguém. É difícil servir bem a dois senhores ao mesmo tempo. Votei no Suplicy desde a sua primeira eleição até a última, ultimamente por falta de opção. Ele queria agradar aos dois lados, o que impossível d´dadas
    as diferenças.

  23. Olá Eduardo.

    Desejo a você e toda sua família um excelente 2015 com muita paz e saúde. Também desejo a todos que frequentam este blog.

    Quanto a “Ajudem Dilma a ajudar o Brasil”, que mais desanima é saber que a Dilma insisti em manter o ministro zé da justiça. Esse sujeito não passa de um tucanalha enrustido e que visa uma cadeira no stf. A Dilma vai ter problemas com esse sujeito.

  24. Ola, tudo bom ?

    Encontrei seu site e gostaria de saber se tem interesse no desenvolvimento de um Aplicativo Mobile ou criar uma versão mobile para sua empresa.

    Atualmente 80% dos acessos em sites são feitos por pessoas utilizando celular.Hoje em dia um site com versão mobile se tornou muito importante para ficar na frente nas buscas do Google.

    Este ano estou completando 10 anos de trabalho com Web e Mobile, já trabalhei com Petrobrsa, Marinha, Firjan e muitos outros clientes bacanas. Nesta jornada já desenvolvi mais de 20 Aplicativos e mais de 100 Sites, você pode conferir todos em meu site.

    http://www.erickalves.com.br

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