Ativistas presos são pivôs de disputa sobre limites a protestos

 

Na grande mídia, nas redes sociais e na blogosfera de esquerda e direita há um tsunami de debates sobre as prisões de cerca de duas dezenas de ativistas de São Paulo e do Rio de Janeiro que, de junho de 2013 para cá, ganharam ampla exposição devido ao seu protagonismo em protestos que, via de regra, começam “pacíficos” e terminam violentos.

As prisões ocorreram a partir de investigação dos serviços de inteligência das polícias civis dos Estados mais afetados pelos protestos violentos, com destaque para o Rio de Janeiro, onde tais protestos atingiram um nível crítico, pois transformaram a capital daquele Estado, literalmente, em uma zona de guerra em que, inclusive, já foi perdida uma vida humana.

Os protestos violentos que vêm ocorrendo no país desde o ano passado começaram sob o mote do transporte público gratuito para todos – o tal “passe livre” – e, após governadores e prefeitos cederem e cancelarem os aumentos do preço das passagens de ônibus e metrô, os ativistas buscaram na Copa do Mundo em solo pátrio a nova desculpa para protestar.

Em um processo inédito no pós-redemocratização, o Brasil de 2013 inaugurou uma era em que protestos – em maioria, violentos – foram se tornando parte da rotina dos grandes centros urbanos. E, quando não há violência, há cerceamento na liberdade de locomoção de quem não participa desses atos públicos, o que vem torturando trabalhadores que empreendem demoradas viagens entre casa e trabalho no transporte público.

Os que desencadearam esse processo lograram uma grande vitória. Em um primeiro momento, provocaram um grande debate na sociedade sobre o transporte público, fazendo as populações dos grandes centros urbanos acordarem para a situação inaceitável nessas regiões.

De repente, as pessoas começaram a se dar conta de que suas vidas não eram tão boas assim. Apesar da renda das famílias e dos salários virem crescendo, apesar do alto nível de empregabilidade e da intensa distribuição de renda durante os governos Lula e Dilma, da porta de casa para fora a vida dos brasileiros continua muito dura.

O nível de tensão social acumulado no Brasil é muito grande. Em quase 12 anos de governos petistas não foi possível resolver uma situação social que se deteriorou durante séculos e, assim, a paciência da sociedade se esgotou lá pelos idos de 2002. Desesperados com uma vida que nunca melhorava, os brasileiros apelaram a ele, ao bicho-papão que a mídia conservadora construiu lá em 1989. Eleger Lula, em 2002, foi o primeiro indicativo do esgotamento da paciência popular.

A melhora da qualidade de vida dos brasileiros ao longo da década passada, foi expressiva. Hoje, ninguém mais sabe o que é a virtual impossibilidade de conseguir emprego que perdurou no Brasil durante décadas, desde o estertor do regime militar até 2002. Os salários, arrasados entre o fim da ditadura e o fim do governo Fernando Henrique Cardoso, idem.

Porém, grupos políticos de esquerda souberam identificar um problema de solução extremamente difícil: os serviços públicos não melhoraram na mesma medida que emprego e salário. Saúde, Educação e Segurança Pública são problemas bem mais difíceis de resolver.

Salários e nível de emprego podem ser melhorados com mais facilidade. O governo pode escolher quem ganha e quem perde. Até 2002, a conta era espetada na plebe para poupar a aristocracia. Lula inverteu essa equação.

Mas Segurança, Saúde e Educação não estão nas mãos do governo federal. Apesar de este poder traçar políticas macro de fomento à melhora desses setores, eles são administrados por Estados e municípios extremamente endividados e/ou geridos por governantes que se elegem para governar para a elite, como no caso do governo paulista.

O escândalo do cartel dos trens em São Paulo explica a situação trágica do setor. Não se trata de corrupção para comprar votos no Legislativo, trata-se de roubalheira mesmo, empreendida para enriquecer políticos. Já no caso da capital paulista, a situação de penúria nos serviços públicos decorre de um orçamento engessado por uma dívida impagável.

E agravada por a prefeitura ter que arcar com as cláusulas contratuais que a obrigam a pagar às empresas de ônibus o que a população não paga nas catracas, o que anula a vantagem da população ao não ter tido aumento da passagem, pois paga do mesmo jeito com seus impostos.

Seja como for, o péssimo nível dos serviços públicos prestados pelo Estado brasileiro produziu um manancial de oportunidades para grupos políticos de oposição desgastarem os governantes de plantão. Contudo, era preciso um tratamento de choque na população para que refletisse que tudo não se resume a salário e emprego.

Até aí, tudo bem. Contudo, a radicalidade do tratamento acabou aprofundando a doença do paciente. Se em um primeiro momento os protestos ganharam forte apoio devido à conscientização da miríade de problemas sociais que o país não resolveu – e que, se resolver, irá demorar décadas –, em um segundo momento a estratégia para “sacudir” a sociedade se tornou mais um problema.

Os partidos políticos de esquerda que se opõem aos governos federal, estaduais e municipais – porque esses partidos não governam praticamente nada – estimularam ou condescenderam com energúmenos que acreditam na violência como forma de luta política. Eles foram úteis para “sacudir” a sociedade. Contudo, abusaram do “remédio” e os protestos violentos se tornaram uma ameaça à própria democracia.

São Paulo e Rio de Janeiro, os centros urbanos mais torturantes do país, ficaram ainda piores. O transporte, que já era difícil, ficou infernal com manifestantes impedindo o tráfego da população. As cenas de guerra campal, com incêndios, depredações e até violência física que os manifestantes desencadearam, fizeram a sociedade entender que esse não era o caminho.

Contudo, devido aos bônus que a violência nos protestos concedeu aos seus autores, eles não querem abrir mão dela. Até porque, sabem que sem violência esses protestos se tornarão parte da rotina das cidades. A sociedade, por sua vez, cobra providências das autoridades e a grita por endurecimento com os manifestantes violentos se torna ensurdecedora.

Os autores desse tipo de protesto, então, adotam uma estratégia pretensamente esperta: negar relação com a violência que invariavelmente ocorre em seus atos públicos. Aí a polícia entra em campo. Investiga e descobre que os autores dos protestos, ao contrário do que afirmam, não apenas estimulam a violência, mas também a organizam.

O clímax dessa situação ocorre no estertor da Copa do Mundo. Como a violência dos protestos os esvaziou fortemente e o evento transcorreu sem grandes problemas, os autores desses protestos violentos decidem organizar uma última cartada.

Com a derrota vexaminosa da Seleção brasileira e o mau-humor popular dela decorrente, estava pronto o palco para uma catástrofe que desmoralizaria o Brasil internacionalmente e predisporia a sociedade à revolta contra o governo de plantão, ou seja, contra o governo federal, que os protestos transformaram em alvo principal.

A prisão de cerca de duas dezenas de organizadores desse plano às vésperas da final entre Alemanha e Argentina desarticulou o plano. Intimidou os que dele pretendiam participar e, enfim, a tragédia não ocorreu.

Os autores da tática de “sacudir” a sociedade – os quais, em 2013, obtiveram os resultados políticos esperados –, então percebem que a violência nos protestos se inviabiliza com a responsabilização criminal de seus autores e se põem a berrar que o país vive uma “ditadura” devido ao Estado coibir a violência com as prisões de seus organizadores.

Os grupos políticos que passaram a berrar slogans sobre “ditadura” e “Estado de Direito”, pois, travam uma batalha surda pelo “direito” de organizar protestos violentos. Professores e acadêmicos envolvidos com os grupos que organizaram toda essa estratégia dão “carteiradas”, do alto de seus diplomas universitários. Buscam desqualificar prisões que impediram uma tragédia na final da Copa, como mostra reportagem do Jornal Nacional na última segunda-feira (21).

A polícia, por sua vez, cumpriu a promessa de exibir as provas em “cerca de dez dias” após as prisões. Como anteviu esta página, gravações mostraram que os “inocentes ativistas” planejavam compra de gasolina para fazerem coquetéis molotov.

Chega a ser aterrador imaginar o que esses jovens pretendiam fazer com os explosivos que preparavam. Com centenas de milhares de turistas no Rio, o Brasil poderia ter sido palco de uma tragédia real, não uma “tragédia” esportiva como a derrota deprimente da Seleção.

A estratégia de desqualificar a reportagem do Jornal Nacional por ter sido feita pela Globo era previsível, mas a matéria é estarrecedora e de difícil contestação, pois mostra um fato inquestionável: “inocentes” ativistas conversaram sobre preparação dos explosivos e comemoraram o uso deles contra policiais militares.

A despeito da conhecida truculência das PMs, convenhamos que gás de pimenta e balas de borracha contra bombas incendiárias coloca os dois lados em uma situação-limite em que o lado mais forte (a polícia) pode abrir mão do armamento leve e, assim, usar armas de fogo.

Torna-se óbvio que os organizadores daquele ato buscam um ou mais cadáveres. De preferência, entre os manifestantes.

Eis que se chega à seguinte situação: se os que pretendiam “impedir” a Copa e, depois, a final da Copa não responderem por seus atos, a tática da violência nos protestos vence e continuará sendo usada até atingir seu objetivo ideal: uma tragédia de grandes proporções, com perda de vidas humanas.

Por outro lado, a responsabilização criminal dos mentores de um protesto que visava provocar uma tragédia será um forte golpe nessa tática da violência. Esvaziará esse tipo de protesto, pois serão poucos a se arriscar.

Há exemplos, ao longo dos últimos 12 meses e tanto, de protestos que transcorreram sem violência de ambas as partes (polícia e manifestantes) devido aos seus autores não terem apelado para a violência. E, sem violência, o direito de protestar estará garantido.

Cabe aos que levam demandas justas às ruas reverem suas táticas e se contentarem com a interrupção do direito de ir e vir, que constitui um preço aceitável a pagar pelo exercício do direito constitucional de reunião e manifestação.

Para concluir: muitos se espantaram com a enorme aprovação do governo Geraldo Alckmin revelada por recente pesquisa Datafolha. Como paulista e paulistano, este blogueiro pode explicar por que um governo responsável por um sistema caótico de trens urbanos, por escassez de água nas torneiras e por uma insegurança pública crescente é tão bem avaliado.

A população paulistana não suporta mais os protestos, sobretudo os violentos. Há uma irritação generalizada. As pessoas querem repressão aos protestos e Alckmin entregou o que a esmagadora maioria quer. Ou seja: os autores dos protestos violentos só fizeram fortalecer o responsável por uma das polícias mais violentas do país.

Um dos objetivos dos grupos que organizaram os protestos violentos é impedir a reeleição de Dilma Rousseff. A despeito da análise que cada um tiver a respeito do sucesso desse objetivo, este Blog sugere a esses grupos que reflitam sobre o que seria deles em um governo federal do PSDB. Como amostra, podem usar o governo tucano de São Paulo.

166 Comentário

  1. Excelente trabalho Edu a sociedade não suporta mais estes protestos com quebradeira, mas essa e a arma da oposição, que não tem plano de governo, a não ser correr para os braços do EUA e doar nossas riquezas de graça a eles

  2. Edu,
    Li seu texto, e o sentimento que ficou foi de decepção. Quando seus argumentos se alinham com os de um Reinaldo de Azevedo e da Rede Globo de Televisão, só nos resta buscar informação em outros blogs que ainda não foram contaminados pelo consenso da mídia conservadora.

    Grato

    • Pelo amor de Deus Wilson, dizer que o Edu se alinha ao Reinaldo é o fim! Porém neste aspecto, ambos compartilham da mesma opinião de maneira correta, ao meu ver. O que não é nenhum demérito. Abraços!

      • Desisti desses caras. Que fiquem vomitando sua desfaçatez. Ninguém mais acredita neles. Foram desmoraluzados

    • Vai com Deus, Wilson.

    • Wilson, adiós!

      Vá de volta para o cantinho aconchegante do PIG…ao lado da Sininho, do Paulinho da Farsa Sindical e de outros oportunistas que querem ludibriar pessoas do povo.

  3. Caro Edu, a discussão de fundo, me parece, não é se as prisões foram arbitrárias ou não. Acho, que todos nós de esquerda, que nascemos dos movimentos sociais, que já protestamos, que lutamos contra a ditadura, devemos ser contra qualquer cerceamento à livre manifestações. Por isto concordo com as notas de repúdio do PT , movimentos sociais e outros. O importante é discutirmos as motivações politicas destas manifestações e suas consequências. Para mim não são manifestações, simplesmente reivindicatórias e sim movimentos de sublevações revolucionárias, para a derrubada de um sistema ou governo. Pergunto? Existem condições objetivas para a derrubada de um sistema? Acho que não. E para a derrubada via golpe de um governo? Parece ser esta a motivação mais clara. Pois até o pedido de asilo, configura a tentativa de fabricação de um regime de exceção. Aí , o mais patético. Para todos nós que lutamos contra a ditadura, chamar um governo democrático-popular, que tem contra si, o sistema financeiro, o empresariado comprometido, a grande mídia monopolista e golpista, um judiciário politico, de um governo “fascista”, de direita e de um regime de exceção, é realmente preocupante. Muitos deles, inclusive que apoiaram o golpe juridico-midiático do denominado mensalão. Aí, convido estes companheiros(as) à uma profunda reflexão.

  4. A coisa é a seguinte: essa molecada não tem compromisso com o povo, mas sim com a ideologia anacrônica deles, querem revolucionar o país mas não vão além do próprio orgulho, prova disso é a reação de vários quando são questionados sobre seus objetivos e métodos. Esses coletivos pregam “anarquismo” mas estão apinhados de servidores públicos que não largam a vaguinha no Estado por nada.

    O que mais irrita é que a nível de debate essa galera usa o mesmo simplismo que tanto condenam quando são criticados, porque não dá pra levar a sério alguém que coloca o mendigo do pinho sol no mesmo contexto de quem foi pra rua pronto para o conflito. Não espere bom senso desses radicais, principalmente quando estes estiverem com o orgulho ferido. Eles não tem compromisso com o progressismo, e sim com o reclamismo.

    • Prezado:

      Quem foi que disse que esses desvairados são “radicais”?????? Se você concordar com o conceito do velho Marx, “radical é aquele que vai à raiz”. A meu ver, não creio que esses , na maioria jovens de classe média, queiram aprofundar-se em nada! Chego a identificar nesse quebra-quebra que eles têm promovido, o comportamento superficial dessas pessoas, já que quebrar, destruir, explodir não exige argumentação ,nem diálogo. Sendo assim, os chamaria de sectários apenas. Ser radical, companheiro, significa ir fundo. Essa não é” praia” dessa turma! Miriam

  5. EM TEMPO: Ainda hoje não entendo como o tal Movimento Passe Livre tem se mantido passivo frente ao escândalo do trensalão e o acobertamento da mídia em relação ao caso, já que são os cavaleiros da mobilidade urbana.

  6. Fora de Pauta

    Eduardo, está confirmado: Dilma é inocentada no caso Pasadena

    qua, 23/07/2014 – 15:08

    Ministro do TCU isenta Dilma no caso Pasadena

    Fonte: Brasília 247, ou http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/147630/Ministro-do-TCU-isent

    :

    Relator José Jorge aceitou o argumento apresentado pela presidente Dilma Rousseff e defende que os conselheiros da Petrobras na época não sejam responsabilizados pelas irregularidades da compra da refinaria dos EUA; em contrapartida, ele sugere a punição de diretores da estatal, estimando um prejuízo de cerca de US$ 700 milhões (R$ 1,5 bilhão); relatório será votado nesta quarta-feira pelo plenário do tribunal

    23 de Julho de 2014 às 05:43

    247 – O ministro José Jorge, relator do processo no TCU (Tribunal de Contas da União) sobre a compra da refinaria de Pasadena (EUA) pela Petrobras, defende que os conselheiros da empresa na época, entre eles a hoje presidente Dilma Rousseff, não sejam responsabilizados pelas irregularidades do caso.

    O relatório, que deve ser votado nesta quarta-feira (23) pelo plenário do tribunal, sugere a punição de diretores da estatal, estimando um prejuízo de cerca de US$ 700 milhões (R$ 1,5 bilhão). Entre eles, estão os ex-diretores da área internacional Nestor Cerveró e de abastecimento Paulo Roberto Costa, preso em uma operação da Polícia Federal sob a suspeita de esquema de lavagem de dinheiro com o doleiro Alberto Youssef.

    José Jorge aceitou o argumento apresentado pela presidente Dilma de que os conselheiros nos anos de 2006 e 2007 não foram informados pela diretoria de algumas cláusulas da compra.

    Se a proposta do relator for aprovada, a presidente e outras nove pessoas (entre elas seis ministros e ex-ministros), que participaram das reuniões como conselheiros aprovando as transações, ficam isentas de punição.

    • Temos que ressaltar que esse ministro José Jorge, foi uma indicação política do PFL. Ele não deixou de ser do PFL, ele não conseguria condenar Dilma, mas que era o seu desejo isto era.

      Esse ministro não está agindo de forma técnica, ele está agindo de forma partidária, de acordo com os interesses do PSDB-PFL: voltar à baila da mídia a questão de Pasadena.

      Pasadena não deu prejuízo para a Petrobrás, mas o PIG não vai admitir isto, nem o José Jorge.

  7. Também gostei muito do texto.
    Só não concordo com :
    ” se contentarem com a interrupção do direito de ir e vir, ”
    Acredito que não precisa disso.
    Prejudica muita gente, principalmente quem mora longe.
    Demais, assino embaixo.

  8. Sou visceralmente contra a violência. Por isso sou a favor da prisão e julgamento dos que planejam, promovem, financiam e executam atos de violência. Foi exatamente desse jeito que Hitler assumiu o poder na Alemanha na década de 30 e promoveu a maior tragédia humanitária da história do mundo. Não vejo a hora de ver todos os envolvidos presos e exemplarmente condenados. FORA COM ELES!

  9. ****:D:D . . . . ‘Tá chegando o Dia D: Dia De votar bem, para o Brasil continuar mudando!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D . . . . Vote consciente e de forma unitária para o seu/nosso partido ter mais força política, com maioria segura. . . . . ****:L:L:D:D . . . . Lei de Mídias Já!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. ****:D:D … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …:L:L:D:D

  10. PRESSÃO INTERNACIONAL (TODO MUNDO SABE PARA TIRAR DA CADEIA OS JOVENS ARRUACEIROS, MERCENÁRIOS, TERRORISTAS (NINGUÉM FALA E FINGE QUE NÃO VÊ) DE MANIFESTAÇÕES A SERVIÇO DA CIA PARA DESESTABELIZAR O GOVERNO DILMA PARA ELA CAIR NAS PESQUISAS OU PERDER A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL. VINGOU A PRESSÃO INTERNACIONAL- A JUSTIÇA DEVIA COBRAR DESSES TERRORISTAS DE MANIFESTAÇÕES OU DA FAMÍLIA DELES OS PREJUÍZOS CAUSADOS POR ELES DURANTE AS MANIFESTAÇÕES! ELE SÃO BANDIDOS MASCARADOS COMO QUALQUER BANDIDO EM QUALQUER PARTE DO MUNDO, ENTÃO NÃO TEM QUE ALIVIAR NINGUÉM, PORQUE SÃO DA CLASSE MÉDIA MÉDIA E ALTA. CADEIA E PROCESSO EM CIMA DELES, PORQUE ALÉM DE TUDO SÃO PETULANTES, SE JULGAM IMUNES À JUSTIÇA BRASILEIRA! IMAGINA SE ELES FAZEM O QUE FIZERAM AQUI NOS EUA (PAÍS QUE OS FINANCIA)

  11. “O reitor da UERJ, Ricardo Vieira Alves, criticou a prisão de Camila e disse “não saber” as razões de sua prisão.”

    ENCONTRARAM NA CASA DA CAMILA MATERIAL PARA FABRICAR COQUETÉIS MOLOTOV E OUTROS EXPLOSIVOS. PODE LEVANTAR A VIDA DESSE REITOR QUE SE DESCOBRIRÁ QUE
    ELE ALGUM DIA ESTIMULOU OS SEUS ALUNOS PROCEDEREM COMO OS “BLACK BLOC.”

  12. SAIU COM ERROS DE APRESENTAÇÃO:

    PRESSÃO INTERNACIONAL(NINGUÉM FALA E FINGE QUE NÃO VÊ) PARA TIRAR DA CADEIA OS JOVENS ARRUACEIROS, MERCENÁRIOS, TERRORISTAS DE MANIFESTAÇÕES A SERVIÇO DA CIA PARA DESESTABELIZAR O GOVERNO DILMA PARA ELA CAIR NAS PESQUISAS OU PERDER A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL. VINGOU A PRESSÃO INTERNACIONAL- A JUSTIÇA DEVIA COBRAR DESSES TERRORISTAS DE MANIFESTAÇÕES OU DA FAMÍLIA DELES OS PREJUÍZOS CAUSADOS POR ELES DURANTE AS MANIFESTAÇÕES! ELE SÃO BANDIDOS MASCARADOS COMO QUALQUER BANDIDO EM QUALQUER PARTE DO MUNDO, ENTÃO NÃO TEM QUE ALIVIAR NINGUÉM, PORQUE SÃO DA CLASSE MÉDIA MÉDIA E ALTA. CADEIA E PROCESSO EM CIMA DELES, PORQUE ALÉM DE TUDO SÃO PETULANTES, SE JULGAM IMUNES À JUSTIÇA BRASILEIRA! IMAGINA SE ELES FAZEM O QUE FIZERAM AQUI, NOS EUA (PAÍS QUE OS FINANCIA)

  13. OS JUDEUS CARNICEIROS E ASSASSINOS ESTÃO DE VOLTA E COMO ERA DE SE ESPERAR COM REQUINTES DE CRUELDADE.
    OS JUDEUS ASSASSINOS DE ISRAEL CONTINUAM MATANDO POR PRAZER! SIM, POR PRAZER, POIS OS PALESTINOS NÃO TEM COMO REVIDAR NEM 10% DO APARATO BÉLICO USADO POR ISRAEL. EIS DE VOLTA FELIZES OS “CARNICEIROS DE ISRAEL” QUE O “TRIBUNAL DE HAIA” NÃO JULGA, NÃO CONDENA PORQUE OS EUA NÃO DEIXAM. OS JUDEUS ASSASSINOS DE ISRAEL ESTÃO NAQUELA REGIÃO HÁ 60 ANOS E JÁ MATARAM CERCA 100 MIL PALESTINOS. OS ISRAELENSES NÃO GOSTAM QUE CHAMEM ELES DE JUDEUS NA HORA EM QUE ELES ESTÃO MATANDO OS PALESTINOS! E OUTRA COISA, 40% DESSAS MORTES DEVEM SER DEBITADAS AOS EUA QUE FINGEM QUE SE REVOLTA CONTRA A CRUELDADE DOS JUDEUS, MAS NA VERDADE SENTEM PRAZER. VOU VATICINAR AQUI: POR CAUSA DA IRRESPONSABILIDADE E CRUELDADE DO GOVERNO DE ISRAEL, O PESSOAL DO HAMÁS VAI PERDER A CABEÇA POR VER TANTOS PATRÍCIOS MORTOS, PRINCIPALMENTE MULHERES E CRIANÇAS E VAI JOGAR UNS 20 FOGUETES EM CIMA DA USINA ATÔMICA DE ISRAEL E AÍ VAI DESTRUIR (PELA RADIAÇÃO ATÔMICA) MAIS DA METADE DE ISRAEL POR CERCA DE 80 ANOS E DESTRUIRÁ TAMBÉM PARTE DA PALESTINA E PAÍSES VIZINHOS. QUEM VIVER VERÁ!!!

  14. Onde estão os que financiaram esses vândalos ? Se as denúncias se confirmarem , eles devem ser punidos, pois caso contrário o caos vai se instalar .

  15. Mãnhe , põe o meu todinho na mochila e passa minha camiseta preta de black bosta , e me dá os molotóvis que vou para a manifestação que a globo e o PIG convocaram , fica de olho que eu vou aparecer na tv como heroi.
    Ass. Sininho e seus badalos , da burguesia canalha desse país.

  16. A PRESSÃO INTERNACIONAL LIBEROU OS BANDIDOS MASCARADOS, MERCENÁRIOS, BRASILEIROS A SERVIÇO DA CIA NO BRASIL, PARA EVITAR A RELEIÇÃO DA DILMA, NA PRESIDÊNCIA DO BRASIL.
    EU GOSTARIA DE SABER POR QUE A IMPRENSA ESTÁ CHAMANDO ESSES BANDIDOS, TRAIDORES DA PÁTRIA, ESPÉCIES DE TERRORITAS DE MANIFESTAÇÕES DE RUAS, DE “ATIVISTAS?” ELES SÃO MARGINAIS DA LEI, BANDIDOS, ASSASSINOS E MERCENÁRIOS, CUJA MISSÃO É DESESTABILIZAR O GOVERNO DILMA PARA ELA CAIR NAS PESQUISAS E NÃO CONSEGUIR SER REELEITA! ISTO É: SÃO BRASILEIROS, VENDILHÕES DA PÁTRIA, A SERVIÇO DA CIA NO BRASIL, PARA GARANTIR A DERROTA DA DILMA E A ENTREGA DO PRÉ-SAL AOS EUA. VOCÊS NÃO ACHARAM ESTRANHO ESSES BANDIDOS DESTRUIDORES DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E PRIVADO, CONSEGUIREM A LIBERDADE TÃO FACILMENTE? PRESSÃO DO EUA PARA LIBERAR OS SEUS FUNCIONÁRIOS E TEM MUITOS, MAS MUITOS DÓLARES MESMO, “ROLANDO” PARA DEIXÁ-LOS “PRATICAR A DEMOCRACIA” ATÉ O FINAL DAS ELEIÇÕES, TENTANDO DERRUBAR A DILMA NAS PESQUISAS PARA IMPEDÍ-LA DE SE REELEGER!

  17. A concessão de habeas corpus para libertar os acusados da preparação dos atos de violência não serve para negar a legitimidade das prisões antes decretadas, dado que o desembargador concedeu os habeas corpus sem haver sequer visto as provas que embasaram as ordens de prisão. Conforme noticiado na mídia, o desembargador não aguardou as informações do processo judicial, solicitadas na segunda-feira, 21/07. Ou seja, os referidos habeas corpus foram concedidos com base apenas na vontade do julgador, sem a indispensável observação do material de prova no qual foram fundamentadas as ordens de prisão. Assim, fica evidente a falta de sustentação objetiva dos habeas corpus, que resultam assim temerários, em face da noticiada gravidade das referidas provas. Além disso, é estarrecedor imaginar que seriam ilegais as prisões de pessoas comprovadamente envolvidas na preparação de atos de violência que incluem a utilização de artefatos incendiários e explosivos. Felizmente, a decisão monocrática será ainda apreciada pelo órgão colegiado, e a grande maioria da sociedade tem consciência do absurdo que seria esperar a ocorrência de crimes cuja preparação foi evidenciada para somente depois aplicar a lei. Não é necessário ser jurista para saber que o dever das autoridades é evitar tragédias cuja iminência foi verificada.

  18. “Protestar não é crime” – vêm eles agora convocando um ato pra o dia 30/7 sob essa bandeira. E tome hipocrisia, porque todos sabem que o que se está criminalizando não são os protestos democráticos permitidos por lei, mas os excessos violentos que ganharam mais e mais espaço. Quem organiza e prepara a violência nos protestos, com incitações a que militantes ataquem policiais, prédios e outros bens públicos e privados e os ocupem ou bloqueiem ruas, avenidas e estradas depois se coloca como vítima e diz que a polícia é violenta, que estamos na ditadura – mas eles que dão início à violência ao levar molotovs e grupos mascarados não assumem isso publicamente, lógico. Mentira não melhora o mundo. Mentir não aperfeiçoa a sociedade. Não assumir integralmente o que se faz, tampouco. Quem aposta em métodos políticos subterrâneos (sim, pois há nos protestos partidos institucionalizados e sindicatos a eles ligados, além dos chamados movimentos sociais também conectados à institucionalidade política) e violentos não pode se queixar de violência contra manifestantes. Quem extrapóla os limites da legalidade sob pretexto de que a PM pratica violências em comunidades (que aliás, eram dominadas pela violência do tráfico) ou sob qualquer outro pretexto não é sincero depois, pois se coloca no papel de quem não transgrediu normas e cobra conduta exemplar de outros. Bloquear ruas viola o direito de ir e vir de todos. Destruir bens públicos e privados é crime. Atacar policiais para criar uma situação de repressão também. Organizar grupo para cometer violência em protesto idem. Usar explosivos em ato dito pacífico? Quem faz isso assuma, ou não faça!

  19. ‘Tá chegando o Dia D: Dia De votar bem para o Brasil continuar melhorando!!!! De uma, duas vezes é melhor, é melhor duas vezes, é melhor mais de uma!!!! De uma vez por todas, de uma voz por todos, por você, por mim, por nós, para todos e para todas!!!! !!!! Vote consciente e de forma unitária para o seu/nosso partido ter mais força política, com maioria segura que permita que o Brasil melhore mais continuando no bom caminho. ‘Tá chegando o Dia D: Dia De votar bem, para o Brasil continuar melhorando!!!! . . . Viva o povo brasileiro!!!! Lei de Mídias Já!!!! … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …

  20. Perfeita a análise. Só gostaria de saber quem está por trás disso tudo. Veja que em momento algum os ativistas se insurgem contra o governo Alckmin ou os tucanos. É sempre contra o governo federal.

  21. Há tempo atrás eramos nós petistas que estávamos a pedir o devido processo legal com o direito amplo a defesa dos nossos companheiros petistas na ação penal 470. Ficavamos indiignados com as matérias jornalísticas que acusavam, julgavam e condenavam nossos companheiros em matérias jornalísticas como está. Agora nos fazemos de algozes e damos credibilidade aos mesmos órgãos de comunicação que eram acusados de serem golpistas. Devemos decidir de uma fez por todas se a mídia tem credibilidade ou é golpista. … O direito de ir e vir presente no nosso texto da Constituicao não compreende o direito de passar por um determinado logradouros público seja rua ou avenida. Compreende a liberdade de ir e voltar sem restrições ao deslocamento sem ser impedido e não direito a uma rota pré estabelecida por um gps. Daí a existência de vias e artérias que possibilitam várias rotas alternativas para me deslocar. Esse argumento de impedir o ir e vir sempre é utilizado por essa mídia golpista contra os movimentos legítimos de greve dos trabalhadores . A rua é bem público de uso comum e pode ser ocupada por qualquer um..não importa se pela direita, pela esquerda, por extremistas ou religiosos. Somos uma sociedade plural o que deveria garantir a rua para todos.

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