Imagina depois da Copa

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Está passando batida a progressiva consolidação de uma possibilidade que, até há poucos dias, enorme parcela de brasileiros descartava peremptoriamente, mas que vai se impondo: a possibilidade de a organização da Copa continuar sendo o sucesso que tem sido desde a abertura até o dia em que este texto está sendo escrito – o quinto dia do evento.

A menos que este país em peso tenha tomado alguma droga muito forte que o esteja impedindo de enxergar um palmo diante do nariz, ao que me consta não estamos passando vergonha com a organização da Copa, como a grande mídia martelou, incessantemente, que iríamos passar.  E isso não é pouco, do ponto de vista político.

Senão, vejamos: se muitos cidadãos acreditaram, de boa-fé, nas histórias da mídia sobre obras necessárias à realização do evento que não ficariam prontas e que, por não terem ficado prontas, produziriam o caos, com centenas de milhares de estrangeiros aportando no país e não encontrando as condições necessárias, 5 dias são mais do que suficientes para mostrar que, no mínimo, houve exagero nas previsões catastrofistas.

Se está ficando claro que houve exagero – e má fé – nas críticas à organização da Copa, quantos se negarão a enxergar esse fato? Será que a maioria dos brasileiros é tão desonesta intelectualmente? Seremos tão estúpidos a ponto de recusarmo-nos a enxergar que o governo que elegemos fez o que tinha que fazer?

Quero acreditar que não. Afinal, se um governo faz o que deve fazer e eu não valorizo isso mostro à classe política que posso ser manipulado politicamente, de forma a jogar contra meus próprios interesses. Seremos tão ingênuos a esse ponto, a maioria dos brasileiros?

Na opinião deste que escreve, não somos ingênuos nem burros. Acredito que o povo, o povão mesmo está avaliando muito bem e curtindo muito a realização da Copa no Brasil.

Nesse contexto, um vídeo que vem circulando nas redes sociais mostra que o povo brasileiro é muito mais vivo do que pensam os estratos superiores da nossa pirâmide social. E que é capaz de avaliar muito bem tudo o que está acontecendo.

Abaixo, a opinião da catadora de recicláveis mineira Maria Sueli dos Santos, que trabalha ao lado do Estádio Mineirão.

 

Esse é o povo brasileiro do século XXI. Subestimado, desprezado, ironizado pelos mais ricos e escolarizados, mas que, de 2002 para cá, toda vez que foi às urnas mostrou que não se deixa mais enganar.

Ok, até aconteceu, após os protestos de 2013, que boa parte desse povo tenha se deixado confundir com mentiras, distorções, censura a certos fatos, superexposição de outros… Mas acredito que, se transcorrer tranquilamente – e com sucesso – um evento de tal importância, brotará orgulho e satisfação entre essa maioria humilde que só quer melhorar minimamente de vida e ter motivos para ser feliz.

Se ficar provado que é mentira tudo que foi dito de negativo sobre a organização da Copa de 2014, isso não provocará efeito eleitoral? Repito: só se a maioria dos brasileiros tiver tido uma regressão quase sobrenatural de sua consciência política.

Particularmente, apesar da gritaria da elite e de uma parcela das classes populares que se deixa fazer de trouxa, ainda acho que a maioria não enlouqueceu. Muito pelo contrário.

Alguém, do lado dos que espalharam catastrofismo, por certo está pensando nisso. E alguns, inclusive, já estão agindo com vistas a sabotar a Copa. Matéria do jornal Diário de Pernambuco dá conta de que “A Linha Centro do metrô do Recife pode ter sofrido um atentado”.

Na noite do último sábado, pessoas ainda não identificadas lançaram pneus nos trilhos dos trens e atearam fogo, paralisando o serviço por cerca de 20 minutos. O incidente ocorreu a 800 metros da estação Cosme e Damião.

Segundo o jornal, “A superintendência do Metrorec trabalha com a real possibilidade de atentado pelo risco aos passageiros com a possível explosão caso o trem batesse nos pneus. A investigação da Polícia já foi acionada para o caso”.

E o pior é que a sabotagem também está sendo pensada por outras vias. Estão buscando uma sabotagem “legal” da Copa. Na coluna da jornalista Mônica Bergamo de segunda-feira (16), na Folha de São Paulo, uma notícia estarrecedora:

Parece brincadeira, mas não é. O Ministério Público de SP, esse nosso velho conhecido que esquece processo contra tucanos dentro de gavetas, está querendo fechar a Arena Corinthians em plena Copa, obviamente que visando produzir noticiário para depor contra a organização do evento, para ser citado nas redes sociais.

Enfim, não será fácil atravessarmos as próximas semanas. Há grupos políticos e econômicos absolutamente dispostos a impedir que o Mundial transcorra tranquilamente, que tudo funcione bem e que o país lucre com isso.

Criminosos de lesa-pátria estão dispostos a agir para impedir que, depois da Copa, o país reflita serenamente sobre o governo Dilma, agora de posse da informação preciosa de que quando esse governo disse que o evento transcorreria bem e que seria positivo para o país, estava falando a verdade. E de que quem dizia o contrário, estava mentindo.

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114 Comentário

  1. Vi ontem na TV, que já estão faltando produtos relacionados à copa, nas lojas, o que está elevando os preços do pouco que ainda há para ser vendido.
    Isso está acontecendo, porque o comércio, mais uma vez, entrou no engodo do pig e não se abasteceu o suficiente, achando que não ia ter saída. Mais uma vez, vão deixar de ganhar dinheiro, por que acreditou no terrorismo da grande imprensa.
    Você poderia fazer uma matéria sobre isso, Eduardo.

  2. “Que dia o brasileiro vai entender que a gente é capaz?”

    Parabéns Maria Sueli dos Santos, uma brasileira que enobrece o País.

    E como diz o poeta Augusto de Campos:

    VIVA A DILMA. VAIA AOS VIPS.

  3. Eduardo,

    Mesmo sendo parte da classe “oprimida”, esta senhora põe um sorriso no rosto e faz uma análise lúcida e mostra que não confunde os conceitos de educação e conhecimento! Se pudéssemos unir o conhecimento dessa “elite” com a educação desta senhora, teríamos um Brasil muito respeitável.

    Edu, mandei para você um email com o assunto: “Insultos à Dilma e ataques ao PT”. É uma abordagem que considero interessante e gostaria que você avaliasse.

    Um grande abraço.

  4. “VIVA DILMA! Vaias aos Vip(s)”.

  5. É PERCEPTÍVEL QUE A VELHA MÍDIA ESTÁ PEGANDO MAIS LEVE NA AVALIAÇÃO NEGATIVA DA COPA DO MUNDO. VEJAM PORQUÊ:

    http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/manifestacoes-sobre-a-copa-mudam-de-opiniao-em-dez-dias

  6. A INSATISFAÇÃO DO BRASILEIRO FOI DEMONSTRADA NA ABERTURA DA COPA.
    E o PT agora chama o povo de MAL EDUCADO e de não possuir CIVILIDADE.
    O brasileiro canta seu Hino com toda a força dos seus pulmões e com todo amor no coração.
    O brasileiro AMA seu País, prova disso é como cantou o hino com todo o amor e força de uma nação que que não agüenta mais corrupção.
    O Brasileiro NÃO gosta de roubalheira.
    Por isso vaiou!!!
    E, BEM VAIADO!!

    • Considero positivo que ao registrar em comentários civismo e civilidade a pessoa esteja inteiramente ciente do que as duas palavras significam.
      Aí talvez as pessoas possam apresentar suas opiniões com mais delicadeza e sem ofensas, elevando o nível do debate e engrandecimento das relações.
      Temos que fazer bem a nossa parte para que o país continue no rumo certo.
      Procuro orientar os meus filhos sobre o certo e o errado, de modo que não sejam manipulados.
      Eles tem pouco mais de 10 anos, então não viram o que era o país antes do PT chegar ao poder.
      Cabe aos pais essa orientação e mostrar a eles o que é o Bolsa Família, o Minha Casa-Minha Vida, o Pronatec, o Fies, as centenas de escolas técnicas, as universidades, a transposição do Rio São Francisco, a Ferrovia Norte-Sul, as obras da Copa, aeroportos, portos, indústria naval, o Mais Médicos, etc. Também já sabem o risco de faltar água para nove milhões de pessoas em SP, quem privatizou várias empresas de nosso país, quem é candidato que manda invadir apartamentos, quem é traidor, etc.
      Se ainda assim eles saírem às ruas no futuro para reivindicarem, creio que não se juntarão a pessoas que cobrem o rosto, nem as que desrespeitam a nossa bandeira e ao mandatário da nação, mas o farão por alguma causa justa, com significado e com conhecimento de causa. Não depredarão e estarão aptos a discutir suas reivindicações, com certeza.

  7. Senhor Villanova,
    Qual a parte do “sol nasce para todos”, o senhor não entendeu?! Primordialmente nesse caso, quando dizemos todos — invariavelmente — estamos nos incluindo, independente de nossa vontade. A não ser que o senhor pense, imagine que o amigo Wilson não seja um humano encarnado, mas um ectoplasma que fala, pensa e escreve e viaja pelos mundos afora a seu bel prazer!

  8. A copa que dá certo- dentro dos estádios bilionarios- é a que passa na TV. Os jogos, a torcida e blablabla.

    Quanto à inépcia nacional, quem levantou a bola foi quem manda. O contratante. A FIFA. O Ronaldo estava certo- o jeitinho do brasileiro é esse mesmo- esculachado, atrasado, impontual, improvisado. No fim “dá certo”(ou serto)

    Dá pra fazer evento no Brasil. Claro que “DÁ.” Independentemente das alegadas obras e legados, a copa rolaria. São meros jogos de futebol. Inventa-se feriados, bloqueia-se ruas, desce o pau em baderneiros, maqueia aqui, esconde ali…. E a copa rola. Até na Africa do Sul deu “certo”.

    A gente faz Formula1…. O asfalto é lixo (novidade)…. Mas faz-se.

    Pensando bem aqui em SP tivemos sim um nom “legado”. O meu time ganhou um estadio com dinheiro publico. So falta o MP resolver trabalhar.., absurdo! Deixemos para depois da copa.

    • Se considerarmos que a Arena Corinthians foi construída com dinheiro público então vamos considerar que todos os imóveis financiados pela Caixa também o são, pois o Corinthians fez um financiamento junto à Caixa para construir o estádio e por ser financiamento, como o próprio nome diz, terá de ser pago. Estádio com dinheiro público foi o Morumbi, pois até onde sabemos não foi o São Paulo que o construiu.

    • Que dinheiro público, em São Paulo, Prove??? Dados, fontes, qualquer coisa.
      “A gente faz Formula1…. O asfalto é lixo (novidade)…. Mas faz-se”
      Na fórmula 1 é dinheiro público, agora o asfalto é um lixo??? Se for gastar mais dinheiro para o asfalto “lixo” iriam reclamar, tenha coerência em seus argumentos, lembres-se que no carnaval e outros eventos há dinheiro público também, porém, há um retorno para determinados setores da nossa economia, assim como a copa está tendo.
      A propósito em Manus onde foi gasto dinheiro público no estádio, a população aprova o evento lá, como ente federativo eles tem autonomia, para gastar seu orçamento dentro da lei onde quiser, quem direito de reclamar são apenas eles.
      Seus argumentos são o famoso complexo vira-lata.

  9. Agora que o Teste Drive foi feito, imagina nas Olimpíadas 2016…!

  10. Alô João Santana, se você deixar o Povo falar Dilma vence antes do primeiro turno!

  11. “Titulo universitário não te encurta as orelhas,só as encobre”. ( E. Hubbard ).

  12. Todo petista teu que ler,muito útil nessas eleições. O PIGMENTE ,nós mostramos a VERDADE: “A midia tem a importante função de nos esconder o que realmente interessa”. Tem muita gente falando do que não sabe e gente – bem esperta – sabendo do que está falando.Leia todo e compartilhe.

    A censura maior
    Por Juarez Guimarães
    Desde o início do governo Lula e durante o governo Dilma, os grandes meios de comunicação empresarial do país têm praticado uma implacável e sistemática censura no plano editorial, opinativo e informativo sobre o amplo, contínuo e inovador trabalho de construção de um sistema de combate à corrupção no Estado brasileiro. Esta censura absurda e implacável ao maior esforço republicano anti-corrupção da história do país serve na medida ao discurso da oposição neoliberal de que nunca houve tanta corrupção no Brasil e que o PT é o partido mais corrupto. Este ensaio é dedicado a todos os brasileiros que nestes anos foram e continuam sendo injustamente caluniados como corruptos.
    Em 2012, a Polícia Federal realizou 292 operações especiais contra a corrupção e a lavagem de dinheiro. Em todos os oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso, foram realizadas apenas 20 operações especiais. O que explica a maior capacidade da Polícia Federal em combater a corrupção é fundamentalmente a estrutura sistêmica de combate à corrupção construída durante os governos Lula e Dilma. Mas quando se divulgam as notícias destas operações isoladamente – e quase sempre de modo sensacionalista -, o sentimento que se tem é que a corrupção teve um aumento explosivo no Brasil.
    Para os estudiosos da área, trata-se do “efeito percepção”: como fenômeno oculto, a corrupção só é percebida quando combatida. Quando mais se combate, mais ela aparece. Em uma ditadura, quando os mecanismos republicanos de combate à corrupção não mais existem, pode parecer que não há mais corrupção quando ela atingiu o grau máximo. Um governo que é omisso no combate à corrupção pode parecer perfeitamente republicano embora seja corroído por fortes teias de corrupção.
    Com base neste “efeito percepção” nos últimos doze anos foi construída uma narrativa de que a corrupção nunca esteve tão alta no Brasil e que o PT é o partido mais corrupto. Esta narrativa pode ser bem documentada nos artigos publicados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso desde os inícios de 2005. E tem sido diariamente repetida pela esmagadora maioria das empresas de comunicação do país.
    Foi com base nesta narrativa que se construiu a legitimidade política para a aplicação da excepcional e midiática jurisprudência do superior Tribunal Federal na Ação Penal 470. É com base ainda neste juízo que se procura legitimar as excepcionais medidas punitivas e sua extraordinária aplicação aos réus condenados pelo STF. É ainda apoiado centralmente nesta narrativa que veio se expandindo nos últimos anos o anti-petismo como discurso do ódio na sociedade brasileira.
    A estratégia midiática foi desde sempre priorizar, principalizar, dar exclusividade e ênfase aos casos de corrupção que envolveram petistas nestes anos. Mas, vistos no conjunto, estes casos constituem uma parte mínima dos casos apurados. Os outros, principalmente os que atingem o PSDB e seus partidos aliados, são relegados a um obscuro segundo plano.
    Esta estratégia seletiva é, no entanto, a parte menor da distorção da informação, da opinião e da edição produzida. O mais importante tem sido a censura implacável e sistemática à divulgação de um conjunto de iniciativas e ações que, desde o primeiro governo Lula até agora, construíram no Brasil o maior sistema de combate à corrupção em nossa história republicana.
    Trata-se de uma censura porque a sistemática não publicação destas notícias não pode ser explicada pelo fato de que a corrupção tem sido um assunto menor ou marginal na agenda das grandes empresas de comunicação. É exatamente o contrário do que ocorreu. Além disso, são informações públicas, cujo sentido e avaliação têm sido apresentados didaticamente em muitos fóruns públicos, nacionais e internacionais. Enfim, o mais grave: trata-se de uma censura editorial, isto é, decidida por quem controla a edição política dos jornais, revistas, televisões e rádios.
    Não censurar estas informações seria comprometer pela base a narrativa das oposições. O brasileiro certamente construiria o juízo de que o que houve e está havendo não é o aumento da corrupção mas o crescimento sistêmico do combate à corrupção no Brasil. E que os governos liderados pelo PT – sem a menor sombra de dúvida – foram exatamente os que mais contribuíram para o combate à corrupção em toda a história do Brasil.
    A construção da CGU e da Enccla
    O fenômeno da corrupção no Brasil é sistêmico: não é eventual nem localizado em uma parte do Estado brasileiro mas está tipificado no modo de operação das relações do Estado com os interesses privados, em particular aqueles de maior poder econômico. Ele é frequente, atinge os três poderes e os três entes da federação e se reproduz no próprio funcionamento do sistema político. A sua origem é histórica e está diretamente vinculada às raízes anti-republicanas e anti-democráticas de formação do Estado nacional brasileiro desde a sua origem.
    Para enfrentar este tipo de corrupção é preciso uma capacidade sistêmica do Estado. A corrupção é um fenômeno complexo, multidimensional, hoje bastante internacionalizada em seus circuitos financeiros e, em especial, adaptativa, isto é, capaz de reposicionar seus circuitos diante de novas leis e constrangimentos. Se não se cria uma inteligência sistêmica de Estado joga-se com ela o jogo da “cabra cega” e não será possível, como em um jogo de xadrez, dar um xeque-mate à corrupção sistêmica.
    Esta capacidade sistêmica de combate á corrupção tem de ser pública, não pode depender do interesse pragmático de governos ou partidos. Deve ser uma política de Estado exposta ao controle público. E, em terceiro lugar, ela deve ser sistêmica exatamente porque faz convergir diferentes agências do Estado, que podem agir, de forma coerente e concertada, no plano nacional e internacional, jurídico e operativo, cultural e econômico, preventivamente e na conformação dos padrões de penalização criminal, no plano federal, estadual e municipal.
    A grande revolução no combate á corrupção promovida durante os governos Lula e Dilma foi a criação de uma estrutura de inteligência republicana e sistêmica. As diretrizes fundamentais deste trabalho foram já propostas no documento “Combate à corrupção- compromisso com a ética”, lançado publicamente em setembro de 2002 pela campanha de Lula à presidência.
    A primeira peça fundamental foi a criação em 28 de maio de 2003 da Controladoria Geral da União, que teve como seu primeiro diretor Waldyr Pires. Formada hoje por cerca de 2 400 profissionais aprovados em concurso público e funcionários terceirizados, a CGU qualificou seus auditores e passou a construir paulatinamente toda uma série de iniciativas inéditas historicamente no governo federal. É, de fato, a primeira agência profissional e pública – à diferença das corregedorias internas quase sempre sem autonomia diante do executivo – especializada no combate à corrupção na história do Estado brasileiro.
    Neste mesmo ano de 2003, já houve a primeira reunião de formação da Estratégia Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro (Encla), que reuniu ministro e dirigentes de 27 órgãos do Estado nacional que atuavam, com suas respectivas atribuições, no combate à corrupção. É que passados cinco anos da aprovação da Lei 9.613 de 3 de março de 1998, a chamada “Lei da Lavagem de Dinheiro”, eram ínfimos os números de inquéritos policiais, ações penais e condenações por este crime. A Enccla, agora com duas letras c pois a partir de 2006 incorporou também o combate à corrupção , passou a se reunir anualmente nestes onze anos, formando agendas, grupos operacionais e técnicos. Hoje, ela reúne 60 órgãos de combate à corrupção, entre eles, a CGU, a Polícia Federal, a Advocacia-Geral da União, Banco Central, Receita Federal, TCU, STF, coordenada pela Secretaria do Ministério da Justiça. Por incorporar vários órgãos do Poder Judiciário e da Procuradoria-Geral da República, sua inteligência ganhou também uma expressão jurídica que tem sido fundamental.
    A partir destas duas grandes ferramentas públicas de combate sistêmico à corrupção – a CGU e a ENCCLA – foram se elaborando e colocando em prática, ano a ano, as iniciativas que revolucionaram o combate à corrupção no Brasil, como passamos a descrever.
    Primeiras iniciativas
    Já em 2003 a CGU começou a estruturar um sistema de Corregedorias no governo federal, com uma Corregedoria em cada ministério e a formação técnica sistemática para o exercício da função (já foram capacitados milhares de servidores). A CGU começou a fiscalizar as contas dos servidores federais, identificando dados patrimoniais incompatíveis e movimentações financeiras suspeitas. Até meados de 2012 mais de 4500 servidores federais foram afastados de seus cargos por corrupção, sendo que a maioria deles de cargos mais elevados e cargos em comissão. Esta fiscalização sistemática nunca havia acontecido antes na história brasileira.
    Uma outra iniciativa decisiva do governo na área foi regulamentar e incorporar ao direito brasileiro, as chamadas Political Exposed Persons (PEP), sobre as quais se exerce um controle patrimonial mais severo em função de suas atribuições em áreas considerados chaves para a prevenção da corrupção. Esta iniciativa envolveu o Banco Central, a Comissão de Valores Imobiliários e o Ministério da Previdência Social.
    Já no início de suas atividades a CGU começou a fazer o sorteio na Caixa Econômica Federal de municípios brasileiros a terem suas transferências de recursos federais auditadas. Hoje, com um maior número de auditores, já se sorteiam 60 cidades por mês para serem auditadas. Este trabalho que não era feito antes, passa pela mobilização e deslocamento de uma equipe de auditagem que faz o trabalho diretamente nas prefeituras. Até 2010, 1800 municípios brasileiros já tinham auditadas as suas contas. Esta experiência levou a que a presidente Dilma Rousseff editasse o decreto 7 507, pondo fim ao saque em dinheiro pelas prefeituras. O decreto estabelece que os pagamentos são feitos somente de modo eletrônico ou equivalente, de modo que os fornecedores e prestadores de serviços sejam devidamente identificados.
    Ainda em 2003, o governo que aparece na imagem midiática como o mais corrupto da história, propôs à ONU que fosse adotada a data de 9 de dezembro como o dia Internacional do Combate à Corrupção. A data, adotada pela ONU por sugestão da delegação brasileira, passou a ser um momento importante já que, a cada ano, a CGU apresenta um balanço dos avanços conquistados e os principais desafios que se colocam para o combate à corrupção. Em geral, estes balanços sistemáticos e públicos jamais obtiveram uma atenção da grande mídia empresarial, mesmo quando sua agenda estava centralizada no tema da corrupção.
    Aliás,a proposição de uma data internacional aceita pela ONU está longe de ser uma iniciativa simbólica. Desde 2003, os governos do Brasil passaram a ter uma presença forte nos fóruns internacionais de combate à corrupção. O governo do Brasil foi convidado a ter presença permanente no Comitê de Governança Pública da OCDE, participou do Plano Plano Anti-corrupção do G-20 ( junto com os EUA), tem uma liderança pioneira junto com os EUA na Iniciativa do governo Aberto (OGP), , lançado em setembro 2011 em Nova York pela presidente Dilma Rousseff e Barack Obama, preside desde 2009 o Comitê de Peritos do Mecanismo de Acompanhamento da Implementação da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção. Em 2012, sem que a grande mídia empresarial tenha dado qualquer destaque, o Brasil sediou a 15 Conferência Internacional Anti-corrupção, o evento mais importante do mundo na área, que mobilizou 1900 especialistas de cerca de 140 países. Por iniciativa da Enccla, foi criado o Programa Grotius Brasil, no sentido de formar uma cultura e dinamizar a cooperação jurídica internacional no combate à corrupção.
    Em 2005, por sugestão da Enccla, foi criado o cadastro de clientes do Sistema Nacional de Bens apreendidos (SNBA), envolvendo uma ação conjunta do Conselho de Justiça Federal, do Ministério da Justiça e do Departamento de Polícia Federal. Esta iniciativa permite evitar o extravio, depreciação ou perecimento dos bens apreendidos em atividades contra a corrupção. Até novembro de 2011, ele continha 2.055.831.743 bens apreendidos no valor de RS 2.384.961.090,47.
    Também por sugestão da Enccla, foi criado o Rol Nacional de Culpados da Justiça Federal, sistema que permite a possibilidade de consulta dos magistrados para obterem informações e antecedentes dos réus. Antes, não havia esta possibilidade. Por iniciativa da Enccla, desde 2004 começou a funcionar o Programa Nacional de Capacitação contra a Lavagem de dinheiro ( PNLD), que, desde então, formou 11 mil agentes em 26 dos 27 estados da federação. A Enccla construiu também a partir de 2009 a Wiccla, uma enciclopédia de conhecimentos interativa, que acumula conhecimento e dados sobre tipologias de lavagem de dinheiro e corrupção, fundamental para socializar e acumular as experiências.
    Na mesma direção, foi criada em 2007 a Rede-Lab, com financiamento do Pronasci lançado pelo Ministério da Justiça, que integra 17 laboratórios tecnológicos ( hardware e software) que lidam com grandes volumes de informações e adaptados para o combate à lavagem de dinheiro.
    Regulamentado pelo Banco Central em 2005 mas em funcionamento desde 2007 e aprimorado até 2010, foi construído pela primeira vez no Brasil o Cadastro de clientes do sistema financeiro. Ele tem atualização diária e é alimentado pelos bancos comerciais, os bancos múltiplos, os bancos de investimento e as caixas econômicas. Considerado uma revolução no âmbito da investigação financeira no Brasil, foi criado o Sistema de Investigação de Movimentação Bancária (SIMBA). O SIMBA trabalha com planilhas magnéticas padronizadas, superando a fase de relatórios de contas em papel, de difícil e longa elaboração pelos bancos, além de análise bastante dificultada.
    Todas estas iniciativas vão na direção da criação pela primeira vez no Brasil de uma inteligência de estado capaz de agir ali onde a corrupção se reproduz que é o processo de lavagem de dinheiro.
    Prêmio da ONU
    Desde 2003, a CGU veio acumulando capacidade e iniciativas para revolucionar a transparência para a sociedade dos governos brasileiros. O Observatório da Despesa Pública foi uma ferramenta criada para cruzar grandes volumes de informações, com o objetivo de detectar tipos repetitivos de fraudes. O Observatório, segundo o Ministro Jorge Hage, é a “malha fina” da despesa, sendo capaz de monitorar, de forma ágil, a ocorrência de situações atípicas na execução do gasto público.
    A partir de 2004, foi lançado o Portal da Transparência do governo federal, que se tornou uma referência mundial, tendo recebido o prêmio da ONU como uma das cinco melhores práticas no campo das estratégias de prevenção e combate à corrupção. Desde 2010, as despesas do governo federal são lançadas diariamente no Portal. Tudo o que se empenhou ou pagou hoje, estará exposto no Portal no dia seguinte. Isto é algo inédito no mundo.
    Em 2011, o governo pôde comemorar uma de suas maiores vitórias na luta contra a corrupção que foi a aprovação pelo Congresso Nacional da Lei de Acesso à Informação, considerada uma das mais avançadas do mundo. Ela estabelece a obrigatoriedade de todos os órgãos públicos, em todos os níveis da federação, disponibilizarem a todos os cidadãos as informações essenciais para que haja um controle público democrático de sua atividade. A CGU lançou em seguida o Programa Brasil Transparente, para auxiliar estados e municípios a se adaptarem às novas regras de transparência pública.
    Desde 2003, a CGU tem propiciado cursos de formação para formar cidadãos aptos a exercerem o controle público. Além do Programa Olho Vivo, foi realizada em 2006 o I Seminário Nacional de Controle Social na Administração Pública do Brasil.
    Luta contra os corruptores
    Outro campo decisivo de inovações promovida pela CGU durante os governos Lula e Dilma foi, a partir do entendimento que a corrupção não é um fenômeno puramente estatal mas envolve ativamente os corruptores e empresários, fundar todo um sistema de controle e punição antes inexistente na área.
    Em 2008 foi criado o Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas ( CNEIS), disponível ao público pela Internet, que permite verificar as empresas que participaram de práticas ilícitas e que estão impedidas de celebrar contratos com a administração pública no Brasil. Até 2012 já existiam cerca de cinco mil empresas neste cadastro.
    Na mesma direção foi criado – também antes inexistente – o Cadastro das Entidades Privativas Sem fim Lucrativo Impedidas (Cepim) que registra as ONGs que cometeram atos ilícitos com recursos públicos. Até 2012, já havia mais de 1 800 ONGs impedidas de fazer parcerias com órgãos da administração pública e que têm seus nomes publicados na internet. Em 2011, o governo Dilma fez um decreto no sentido de regular as relações públicas com ONGs, estabelecendo que elas precisariam ter pelo menos três anos de atividade reconhecida na área, não ter cometido irregularidades, participar de uma chamada pública. Além disso, todo contrato deveria ser assinado diretamente pelo próprio ministro da área envolvida.
    A partir de uma iniciativa da Enccla já estudada desde 2044 e de um projeto de lei enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional já em 2010, foi aprovada a Lei 12.683 que modifica e atualiza em pontos fundamentais a Lei 9613/98, permitindo um grande avanço no combate e penalização das empresas corruptoras. Pela nova lei, não é mais necessária a exigência de comprovação nem da intenção nem que o ganho ilícito tenha sido já auferido. Não mais há a dificuldade do alistamento de crimes antecedentes e a alienação antecipada dos bens envolvidos na corrupção permite evitar a sua perda de valor. A nova lei , seguindo orientação da OCDE, também penaliza as empresas por prática de suborno internacional. As multas foram ampliadas, cobrindo de 0,1 % até 20 % do faturamento bruto da empresa. Além do perdimento de bens, suspensão de atividades ou dissolução, as penas administrativas envolvem a proibição de recebimento de incentivos, isenções ou subvenções por um prazo determinado.
    Em 2009, o ex-presidente Lula enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei que penaliza a corrupção como crime hediondo quando cometido por altos funcionários. A lei ainda não foi votada até hoje.
    Uma outra iniciativa de mudança fundamental vista pela CGU é a que se refere ao princípio da “presunção da inocência” que no Brasil, de forma singular, permanece até depois de quatro reconhecimentos oficiais de culpabilidade, ou seja, a Opinio Delicitis de um Procurador da República ( após o inquérito), a aceitação da denúncia do Ministério Público por um juiz, a sentença condenatória de primeiro grau e o Acórdão confirmatório dessa sentença por um Tribunal de segundo grau.
    É esta processualística arrastada e extraordinária que faz com que os processos contra a corrupção se arrastem de dez a quinze anos, passando á sociedade a sensação real de impunidade dos corruptos, em particular aqueles vinculados aos crimes de “colarinho branco”.
    Efeitos da censura
    Em artigo recente, “A outra censura”, o professor Venício Lima mostrou a importância de se pensar o cerceamento de informações do interesse público para além da censura de um Estado autoritário. Grandes empresas de comunicação, em regime de propriedade cruzada e de controle oligopolístico, podem retirar do alcance do público informações fundamentais para a vida democrática.
    Se a forte restrição do pluralismo de opiniões fere de morte a vida democrática de um país, o que dizer, então, de uma censura sistemática e implacável a informações fundamentais para formar a opinião pública?
    Ao cercear aos brasileiros o direito de tomar conhecimento do que os governos Lula e Dilma construíram, como política de Estado, no combate sistêmico à corrupção no Brasil, as grandes empresas de mídia cometem um triplo crime. Em primeiro lugar, um crime contra a cultura cívica do cidadão que passa a desesperar de que não há saída para o labirinto da corrupção na democracia brasileira. Em segundo lugar, protegem os governos estaduais e municipais inativos na luta contra a corrupção já que o exemplo maior de incentivo à corrupção viria do governo federal. Por fim, atacam de modo farsesco o próprio cerne da legitimidade pública destes governos e do PT ao pretenderem colar as suas identidades à corrupção.
    Os governos Lula e Dilma, pode-se argumentar, poderiam ter feito mais contra a corrupção. É certo ainda que grandes desafios precisam ser enfrentados, entre eles a reforma política, para se superar a corrupção sistêmica no Brasil. Mas não há como evitar o juízo de que os governos Lula e Dilma foram até hoje os que mais contribuíram para se constituir um fundamento republicano das instituições do Estado brasileiro. Não há sequer medida de comparação com qualquer outro governo federal anterior. Em particular, a comparação com os governos Fernando Henrique Cardoso, com seu bloqueio sistemático da investigação de escândalos, seria , por todos os motivos, vergonhosa e constrangedora para os que acusam o PT e seus governos nacionais de serem os campeões s da corrupção. Só há uma e única maneira de negar este juízo: censurar as informações

  13. Pra fazer parte da elite econômica que mandou Dilma tomar no c…, na maioria das vezes basta apenas nascer no seio de uma família algo mais abastada e nem por isso menos bastarda. Pra exibir a sabedoria da catadora de material reciclável é preciso sensibilidade psíquica e bondade na alma, esta senhora sim faz parte da ELITE que importa, intelecto e moralidade elevados.

  14. … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …

  15. Eduardo acho que a central de boatos é tão grande que apareceram outros focos de ataques. Hoje fui em Holambra a cidade está toda enfeitada para as duas seleções: Brasil e Holanda. Comentei com uma pessoa sobre a decoração e ela me disse que o governo federal deu 800 mil para enfeitar a cidade e que as pessoas estavam achando um absurdo!!! Porque o governo daria dinheiro para uma cidade que não está relacionada diretamente com a realização da copa, em qual programa governamental!!! As pessoas perderam completamente o senso crítico! Os oportunistas aproveitam para aumentar um ponto.

  16. A Cereja do Bolo virá com o Brasil Campeão.
    Basta que o Felipão coloque no espírito dos Jogadores o exemplo de Lula que driblou a miséria , a fome para se transformar no maior Presidente que esse país ja teve. Sem os diplomas conferidos pela elite como Passaporte
    Mas pode usar também os exemplo da Presidenta Dilma de , apesar das torturas que teve que suportar na Ditadura, jamais pregou o ódio e a revanche.
    Entendendo que o Cargo e a Função de presidente são temporários e que no dia seguinte de eleita governa entendeu que passava a ser comandante dos que lhe eram eleitores mas também dos demais que tinham outras preferências, chegou de cabeça erguida, abriu o Planalto para os que patrocinaram campanhas desleais contra elea.

  17. A verdadeira Cereja do Bolo virá com o Brasil Campeão.
    Basta que o Felipão coloque no espírito dos Jogadores o exemplo de Lula que driblou a miséria , a fome para se transformar no maior Presidente que esse país ja teve. Sem os diplomas conferidos pela elite como Passaporte para ocupar o comando da Nação.
    Mas pode usar também os exemplo da Presidenta Dilma de , apesar das torturas que teve que suportar na Ditadura, jamais pregou o ódio e a revanche. Foi em frente, foi a Luta e contrariando o cenário que o 1º mundo ( paraiso dos coxinhas) apresenta irá entregar um País melhro.
    Entendendo que o Cargo e a Função de presidente são temporários e que no dia seguinte de eleita governa entendeu que passava a ser comandante dos que lhe eram eleitores mas também dos demais que tinham outras preferências, chegou de cabeça erguida, abriu o Planalto para os que patrocinaram campanhas desleais contra Ela.

  18. Eduardo Guimarães
    Peguei esse vídeo que segue no link no Blog Cafezinho e, embora não seja de Brasileiros e objetivamente sobre Brasileiros, acho um exemplo perfeito da Escala Planetária do comportamento da Elite mundial.
    O personagem é Negro como a Catadora Mineira Sueli Santos.
    Vale apena ver e veicular.
    http://www.youtube.com/watch?v=U7ziyJobvgI
    ABS
    Marcelo Teixeira

  19. PIG – Partido da Imprensa Golpista

    Curtam e compartilhem: http://www.facebook.com/Brasilantipig 

  20. Já havia visto esse vídeo e fiquei bastante emocionada pela clareza e percepção que essa guerreira tem dos fatos que vêm ocorrendo no Brasil. Devemos esperar o pior depois da copa . Espero que o governo esteja preparado para enfrentar tudo o que está por vir.

  21. Edu, está no Blogo da Dilma (Daniel Pearls) uma campanha para arrecadar dinheiro para a compra de uma antena parabólica para ( Dona Maria, senhora do vídeo acima). A principio a arrecadacäo era para comprar uma TV , pois numa entrevista ela disse que a TV era täo velha que ela estava vendo os jogadores na cor rosa. A campanha iniciou e logo Dona Luiza Trajano tomou conhecimento e doou uma TV 32″. Entäo o coordenador da campanha resolveu que com o dinheiro arrecadado comprariam para dona Maria uma antena parabólica. Talvez voce poderia dar uma forinha para essa campanha tambem, para engrossar a conta. Caso sobre dinheiro seria bom ver Dona Maria com uma nova TV, uma antena parabólica e alguns dindim sobrando na conta para outras despess.

  22. Eu acho que, terminada a Copa, Dilma deveria fazer um novo pronunciamento agradecendo ao povo brasileiro por ter garantido a realização da competição e descendo o pau nessa direita burra e sórdida, que fez de tudo para melar o evento. Não dizem que o PT só faz as coisas pra conseguir apoio eleitoral? Pois que Dilma faça isso mesmo. Que explique detalhadamente o que foi feito, o que foi sabotado, o quanto foi gasto e qual foi o retorno. Que faça mesmo barba, cabelo e bigode nessa mídia bandida que passa todo o tempo vomitando inverdades e distorções sobre o Brasil. Que não é capaz de informar a população de maneira minimamente equidistante, sem distorcer os fatos e inventar barbaridades como faz todos os dias, desde que Lula ousou ser presidente da república.

  23. Que bom que a Copa está dando certo. Como dizia minha mãe quando eu tirava dez: “não fez mais que obrigação”.
    E é isso, Dilma, FIFA e cia. não tinham mais que obrigação de fazer isso dar certo.
    Pra mim não importa se é de esquerda ou direita, tem que ser justo e assumir o que fala.
    Se está dando certo, parabéns por isso, mas isso não apaga todo cinismo, toda falcatrua deste governo.
    A Dilma está com seus dias contados.

  24. Sabe uma iniciativa jornalística legal para os adeptos de Dilma/Lula fazerem, é contrapor as mentiras e as colocações embaixo do tapete as realizações Dilma/Lula, com reportagens por exemplo, tiradas de Veja, Folha, Globo, Estadão:
    – Como eram as construções de casas populares
    – A prospecção e produção do petróleo
    – A transposição do Rio são Francisco X O até hoje que estão devendo a drenagem do Tietê.
    – Como era a segurança pública, a construção de preídios federais ajudou a diminuir a criminalidade. Como era a fronteira Brasil X Paraguai.
    – As estradas brasileiras como estão hoje
    – As creches que ninguém fala. A educação com dados reais.
    – Fazer um levantamento real dos assentamentos fundiários.
    – Enfim fazer série de reportagens positiva do governo.

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