Terrorismo econômico e protestos contra a Copa derrubaram aprovação a Dilma

A leitura da primeira pesquisa CNI-IBOPE de 2014 não deixa dúvidas: água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. O antigo adágio popular é o que melhor explica os seguintes fatos revelados pela sondagem do humor dos brasileiros em relação ao governo Dilma Rousseff.

A saber:

• Cai a popularidade da presidente Dilma. Na comparação com novembro de 2013, todos os indicadores registraram redução.

• O percentual da população que avalia o governo Dilma como ótimo ou bom caiu de 43%  para 36%

• A aprovação da maneira de governar da presidente Dilma caiu de 56% para 51%

• A parcela da população que confia na presidente caiu no limite da margem de erro de 52% para 48%

• Em nenhuma das nove áreas de atuação avaliadas o percentual dos que aprovam supera o dos que desaprovam as ações do governo

• O descontentamento aumentou mais notadamente com relação às políticas econômicas, refletindo a maior preocupação com relação à inflação e ao desemprego.

Outros fatos chamam atenção na pesquisa supracitada.

A queda de Dilma foi mais intensa entre os residentes em municípios pequenos (com até 20 mil habitantes): de 59% para 44%. Também chama atenção a redução no percentual entre os eleitores mais jovens, de 16 a 24, e com renda familiar mais elevada (acima de cinco salários mínimos) e os residentes no interior.

A avaliação do eleitorado sobre o combate ao desemprego, as taxas de juros e o combate à inflação, porém, são o que mais surpreende. Em fevereiro, o Brasil gerou 260 mil postos de trabalho com carteira assinada. Os juros ao consumidor, apesar das altas da taxa Selic, são hoje muito mais baixos do que eram antes da concorrência desencadeada no início do ano passado pelos bancos oficiais. E a inflação, pelo 10º ano seguido, está dentro da meta.

O que pode, por exemplo, fazer a população ficar descontente com o desemprego justamente quando temos a taxa mais baixa de desemprego da história? É óbvio que o noticiário está por trás desse fenômeno praticamente estarrecedor.

Mas não é só. O gráfico abaixo, extraído da pesquisa Ibope, mostra quais são os fatos que mais têm impactado a popularidade do governo Dilma.

Como se vê, os protestos de forma geral e contra a realização da Copa do 2014 no Brasil vêm ajudando o noticiário sobre economia a deprimir a população. Esse efeito está sendo muito forte entre os jovens de 16 a 24 anos, justamente os que têm menos lembranças sobre o que era o Brasil do século XX.

O gráfico abaixo mostra como o noticiário desfavorável ao governo Dilma se encontra hoje em um patamar muito mais alto do que fora até meados do ano passado, quando explodiram as críticas midiáticas ao governo.

O que vem impedindo maior queda da aprovação de Dilma é o público que sente mais intensamente o efeito das políticas sociais.

O percentual dos que aprovam a maneira de governar da presidente praticamente não caiu entre os eleitores com grau de instrução até a 4ª série da educação fundamental, com idade de 25 a 34 anos, residentes nas capitais e em cidades médias (com mais de 20 mil a 100 mil habitantes).

Basicamente, o que está afetando o governo Dilma é o efeito que o noticiário econômico provoca entre a população em geral e o efeito que os protestos contra a Copa estão provocando entre a população adolescente e pós-adolescente.

Apesar da queda da popularidade de Dilma, porém, outra pesquisa Ibope divulgada recentemente mostra que nenhum candidato à sua sucessão está conseguindo tirar vantagem do sobressalto que o noticiário econômico e protestos contra a Copa estão causando.

Dilma ainda tem quase o dobro dos votos dos adversários somados no cenário mais provável, que coloca em disputa Aécio Neves, Eduardo Campos e alguns candidatos nanicos. Nesse cenário, no primeiro turno ela teria 40% dos votos e os adversários somados teriam 22%. Em um eventual segundo turno, Dilma teria o dobro dos votos de qualquer adversário.

O que a pesquisa CNI-IBOPE recém divulgada mostra, porém, é que a presidente pode ser afetada pela continuidade desse bombardeio, que acaba de ganhar uma possível CPI da Petrobrás, que deve se transformar em um belo palanque para os adversários sem votos.

Mas há um fator que talvez seja o que mais vem fragilizando Dilma Rousseff: a péssima política de comunicação de seu governo.

Os dois fatores que mais vêm prejudicando a presidente, como se viu acima, são o noticiário econômico e os protestos contra a Copa. Até agora, porém, não há uma só reação comunicacional para lembrar ao público que todo mundo está conseguindo empregos com salários cada vez melhores e quantos benefícios a Copa deverá trazer ao país.

Chega a ser espantoso que até o momento não exista uma mísera campanha publicitária sobre a Copa a 90 dias da realização do evento. E praticamente não há reação ao terrorismo econômico. As autoridades da equipe econômica parecem ter medo de falar em público e de rebaterem um noticiário que anula o pleno emprego e os salários crescendo.

O fato de os adversários de Dilma na eleição presidencial não estarem empolgando a sociedade, portanto, está sendo magnificado pelo alto comando da campanha presidencial à reeleição.

É evidente que, em algum momento, esses adversários deverão se beneficiar de uma campanha de desmoralização que já não conta mais apenas com a mídia, mas, também, com movimentos sociais e sindicais e pequenos partidos de esquerda que até podem não ter votos, mas que fazem muito barulho.

Se o governo Dilma continuar praticamente mudo enquanto apanha, uma reeleição tranquila pode sofrer sobressaltos que poderiam não ocorrer se houvesse alguma estratégia e alguma reação. Nesse aspecto, a recente pesquisa CNI-Ibope pode servir para despertar o staff governista da letargia em que se encontra.

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201 Comentário

  1. Grande Eduardo…

    Você que é sempre muito perspicaz, desta vez deu uma dormida.

    Claro que o imprensalão, também conhecido por PIG, está tentando manipular. Senão pesquisas ao menos a opinião pública, e você, sempre tão atento, desta vez se deixou engabelar.

    Na verdade não houve pesquisa com queda de Dilma, por mais que se queira justificar isso.

    Ademais por que o Ibope faria duas pesquisas no mesmo período com o mesmo número de amostragem e com a mesma finalidade?
    Resposta: não faria, como não fez.
    A pesquisa é a mesma.

    Mas, então, por que divulgar, uma semana depois, uma mesma pesquisa com resultados diferentes?
    Resposta: para manipular, desinformar, desorientar a população.
    Não se esqueça que em momento algum o PIG informou que a pesquisa divulgada recentemente é a mesma de aproximadamente 10 dias atrás.

    Tenho certeza que muita gente correu pra cá, pro Blog da Cidadania pra te ver desmontar a farsa.
    Mas desta vez você, meu amigo Edu, comeu bola e está dormindo no ponto ao apenas repetir o jogo reaça.

    Um grande abraço.

    • Edu, também estou esperando aquela sua brilhante intervenção – você que “derruba” qualquer jogada de Globopes e Datafalhas.

      • Maria Helena, para derrubar jogadas é preciso que existam. Nesse caso, tenho minhas dúvidas disso. São dúvidas sinceras. Posso estar errado…

        • Por que não o foco na Alstom e Siemens, em um escândalo de corrupção que já envolveu trinta altos funcionários do governo de São Paulo, que contou com a complacência do próprio Tribunal de Contas do Estado?, indaga-se por lá.

          O Tijolaço dá subsídios para colocarmos duvidas quanto a credibilidade dessa pesquisa.

          Só o fato de vir do GLOBOPE do Montenegro, que baseado em pesquisas do seu instituto, cravou que Lula não fariam seu sucessor em 2009, já é suficiente para termos dúvidas quanto a veracidade das informações. Muito estranho são duas pesquisas feitas pelo mesmo instituto no mesmo período de tempo darem resultados tão diferentes.

          Entretanto é bom que o governo leve sustos. O poder do PiG ainda é enorme. E eles apostam que insistindo conseguirão. Conseguirão se do outro lado não existirem HOMENS com coragem suficiente para enfrentá-los. Com a mesma coragem que um dia contra tudo e contra todos tornou realidade uma Petrobrás por exemplo ou criou uma CLT para acabar de fato e de direito a escravidão.

          O importante é reagir a altura. E que o PT, Lula e o governo Dilma entendam que a época da covardia já passou. Que se lembrem da coragem que tiveram quando enfrentaram os militares na ditadura e quando alguns, como Dilma, submetidos a tortura, não se vergaram. Aí verão que lutar contra a canalha do PiG e a direita traíra é PINTO diante do que já passaram. Principalmente para quem, como Dilma, hoje, detém o PODER, o mando, o controle do orçamento, a caneta.

          Hoje o PT tem dois de seus lideres INOCENTES na prisão: Genoino e Ze Dirceu. Não dá mais para se deixar acovardar, sob pena de acabarem todos os petistas fazendo companhia a Zé Dirceu e Genoino na prisão.
          Noticias de reação do governo:

          “Em 2009 o governo encarou uma CPI às vésperas das eleições. Agora, outra. Só que desta vez haverá o contra-ataque, que consistirá nos seguintes passos:

          1. A CPI terá 20 parlamentares da base e 6 da oposição. Segundo a fonte, serão escalados quadros qualificados para aprofundar nos temas.

          2. Segundo a fonte, já há jurisprudência permitindo o aditamento de CPIs, visando incluir outros temas.

          3. Os temas que se pretende agregar são o Metrô de São Paulo (que tem recursos do BNDES e do Banco Mundial); o porto de Suape, em Pernambuco; a Comgás de Pernambuco, que faz uma ponte estreita entre o porto e a Refinaria Abreu Lima.

          A ideia será começar pelo Metrô de São Paulo, por ser o episódio mais antigo. E convocar, de cara, o ex-governador José Serra, o atual governador Geraldo Alckmin e políticos paulistas, como Aloizio Nunes e José Aníbal.

          Segundo a fonte, essa estratégia foi acatada de forma majoritária pela bancada.”

          Que se torne realidade. Quero ver para crer.

  2. Eduardo, permita-me um questionamento: é séria essa história de que a pesquisa indicando queda na popularidade de Dilma seria ANTERIOR àquela divulgada na semana passada, na qual ela aparece com mais do dobro da soma de Aécio e Campos? Se for isso mesmo, parece que os institutos de pesquisa vão investir numa nova frente: especulação (para não dizer manipulação) no mercado de ações (dá uma olhada no fenômeno que está ocorrendo com as ações das estatais): quem comprou ações da Petrobras dia 17/03 (tanto PETR3 quanto PETR4) pode vendê-las hoje com lucro acima de 20%. Quem comprou do Banco do Brasil, no mesmo dia (17/03), está tendo lucro semelhante. Dá o que pensar… menos para o pessoal da CVM…

  3. O jogo político-eleitoral assemelha-se, como sabido, ao de uma partida de xadrez.

    À primeira vista (e à segunda e à terceira também) a comunicação do governo é falha e até muito falha. Difícil ver de forma diferente.

    Contudo também difícil será imaginar que a estratégia comunicacional não se nutra de alguma lógica mais densa: informações e contra-informações são o dia a dia de qualquer aparelho governamental mínimo.

    Não se trata aqui de achar que não haja motivo de preocupação, que o governo esteja fazendo o mais próximo possível do eficiente, que a mídia “velha” não tenha mais alcance relevante. Afinal, a queda de popularidade observada pela pesquisa comentada empresta razão aos que não têm expectativas tão otimistas quanto ao quadro eleitoral situacionista.

    Talvez (avento a hipótese) o governo aja desta forma por que considere, por exemplo, contraproducente realizar propagandas institucionais revelando à população os benefícios que a Copa irá trazer à economia nacional.

    Validável a (reconheço antecipadamente) discutível (mas não impossível) tese, das duas, uma: ou o governo considera que as vantagens de realização da Copa acabarão por ser reconhecidas pela maioria quase que por gravidade, ou então, que, em razão dos acontecimentos mais contundentemente impactantes na queda da popularidade governamental – as manifestações de 2013 e seus desdobramentos – melhor será não mexer com o assunto de forma institucional, dado o risco da crítica da artilharia midiática agregar o próprio expediente ao elenco de pontos que procura passar como prejuízos pela realização da Copa, leia-se “gastos públicos em empreendimentos privados”.

    Por mais que seja relativa a crítica, fato é que sua folgada assimilação ao chamado senso comum é de difícil combate. E como é perigoso o raciocínio político baseado no “senso comum”!

    Enfim, supor que o governo opere com certa margem de segurança, apesar das aparências em contrário, não pode ser descartado.

    Agora, que os nervos e o estômago de quem acompanha esse dia a dia da política ficam em pandarecos, isso sim é inegável.

  4. Edu,

    Acredito mais em amostragem viciada. Se perguntarem ao grupo com próstata do tamanho de melões e filhos inaptos eles sempre serão contra Dilma.

  5. Fonte: Blog do Nassif

    A questão das duas pesquisas do Ibope

    sex, 28/03/2014 – 14:43

    Sugerido por Webster Franklin

    Do Tijolaço
    Por dados do Ibope, Dilma não perdeu popularidade. Pesquisa de hoje é mais antiga que a dos 43%. Aliás, estava pronta quando esta foi publicada

    Fernando Brito

    Primeiro, semana passada, o boato de que a pesquisa Ibope traria uma queda – que não houve – da intenção de voto em Dilma Rousseff.

    Seis dias depois, uma “outra” pesquisa do Ibope, estranhamente, capta uma súbita mudança de estado de espírito da população e Dilma (que tinha 43% das intenções de voto na tal pesquisa eleitoral) e registra uma perda de sete pontos percentuais em sua aprovação: curiosamente dos mesmos 43% para 37%…

    Puxa, como foi rápida a queda, em apenas seis dias, quase um por cento por dia…

    É, meus amigos e amigas, é mais suspeito do que isso.

    A pesquisa de intenção de voto, divulgada na sexta-feira, foi registrada no TSE no 14 de março, sob o protocolo BR-00031/2014 , com realização das entrevistas entre os dia 13 e 20/03/14.

    Já a de popularidade recebeu o protocolo BR-00053, no dia 21 passado, mas quando já se encontrava concluída, com entrevistas entre os dias 14 e 17.

    Reparou?

    Quinta feira à tarde, dia 20, uma intensa boataria toma conta do mercado de capitais, dizendo que Dilma perderia pontos numa pesquisa Ibope a ser divulgada no Jornal Nacional.

    O estranho é que ninguém tinha contratado, isto é , ninguém pagou por essa pesquisa. Em tese, é claro.

    A pesquisa é divulgada sem nenhuma novidade.

    Mas, naquele momento, o Ibope já tinha outra (outra, mesmo?) pesquisa, terminada três dias antes e certamente já tabulada.

    Vamos acreditar que o Ibope fez duas pesquisas diferentes, com a mesma base amostral e 2002 entrevistas exatamente cada uma…

    O boato, portanto, não saiu do nada.

    No mínimo veio de dentro do Ibope, que tinha nas mãos duas pesquisas totalmente contraditórias.

    Uma, “sem dono”, que dizia que Dilma continuava nadando de braçada.

    Outra, encomendada pela CNI de Clésio Andrade, um dos senadores signatários da CPI da Petrobras, apontando uma queda de sete pontos em sua popularidade.

    Mas a gente acredita em institutos de pesquisas, não é?

    O Ibope teve nas mãos duas pesquisas com a mesma base, realizadas praticamente nos mesmos dias, com resultados totalmente diferentes entre si?

    Se o PT não fosse um poço de covardia estaria exigindo, como está na lei, os questionários das “duas” pesquisas.

    Aliás, nem devia ser ele, mas o Ministério Público Eleitoral, quem deveria exigir explicações públicas do Ibope, diante destes indícios gravíssimos de – vou ser muito suave, para evitar um processo – inconsistência estatística.

    Ainda mais porque muito dinheiro mudou de mãos na quinta-feira e hoje, com a especulação na Bolsa.

    Mas não vão fazer: esta é uma nação acoelhada diante das estruturas suspeitíssimas dos institutos de pesquisa.

  6. Curioso como quando o Ibope noticiava mais de 40% de intenções de voto à favor da presidenta Dilma ninguém aqui chiava com o IBOPE, não é mesmo. Os partidos querem o poder pelo poder e o povo que se dane! Quem defende ou agride um partido ao invés de fazê-lo diretamente, dando os nomes de políticos (e não de partidos), quer generalizar algo por não ter conhecimento de causa (ou a crítica pela crítica). Que o IBOPE nunca foi confiável isso ninguém precisa mais dizer. As emissoras de rádio e TV que o digam (diga-se de passagem, uma boa parte dada em concessão à políticos, sabiam! Está na hora de certos comentaristas pararem de generalizar em grupo e dar “nome aos bois”. E se o PT até agora não tomou nenhuma atitude é porque tem o rabo preso com o IBOPE, como também tem com a Globo, que de certa forma ajudou (e muito) na reeleição do ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aquela mesma que elegeu Fernando Collor e o também tirou. Ah… e este (Fernando Collor) é aliado do PT, que por sua vez, foi candidato de oposição nas eleições em que ganhou para presidência. Conclusão: “Farinha do mesmo saco” e o povo assistindo a tudo como quem vê um BBB!
    Sobre as pesquisas, sendo verdadeiras ou não, o fato é que cada vez mais a insatisfação da população vem tomando conta pelo Brasil. Não somente a nível federal, como também estadual e municipal. Vale lembrar que o início das manifestações de 2013 ocorreram na cidade de São Paulo aonde é governado por um prefeito do PT! E Isto se deu, pelo aumento das passagens de ônibus que, este mesmo prefeito, prometeu não aumentar. Para isto, não são necessárias pesquisas! Como se não bastasse, quis aumentar o IPTU na cidade, aonde foi barrado pela justiça…

    • A maioria dos objetos de insatisfação em SP são os da competência do governador. Assim são os transportes, cujos de massas são trens e metrôs, a segurança pública e a qualidade do ensino médio, com as grandes escolas sucateadas por anos e anos. Embora a midia o proteja sistematicamente, nós que aqui vivemos bem o sabemos: não adianta quererem tapar o sol com a peneira, como podem querer culpar um prefeito que mal entrou ?

  7. Satisfeito com o governo, também não estou. Tinha que cair matando sobre a globo, com a Lei de Médios, e espero que arrebente com a oposição direitista, proxeneta do atraso, na CPI da Petrobrás.
    Porém, mesmo insatisfeito, voto Dilma.

  8. Eduardo,
    Já foi provado que esta a pesquisa foi uma farsa.
    Até o PiG já esqueceu:

    Emir Sader

    1. A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 17 de marco.

    2. No dia da sua divulgação correu o boato de que a avaliação da Dilma teria caído 7 pontos, havendo até especulações com papéis na Bolsa. O que confirma que já se tinha, no dia 20, o resultado divulgado ontem.

    3. Dia 20 foi divulgado apenas o resultado para presidente, com a Dilma mantendo 43% de apoio e ganhando no primeiro turno. Se tivesse sido divulgada a avaliação sobre o seu governo, feita na mesma pesquisa e na mesma data, a queda nesta seria neutralizada pela manutenção do seu favoritismo nas eleições.

    4. A manipulação se deu pela divulgação dia 27, da parte da pesquisa com a queda dos 7 pontos, separando-a da pesquisa presidencial e como ela fosse posterior, alterando o quadro da sucessão, quando são simultâneas.

    5. O que configura uma torpe manipulação da parte do Estadao, quem primeiro a divulgou, repetida pelos outros órgãos da mídia. Como parte da manobra, os comentaristas e as colunas de notícias tomam a parte da pesquisa divulgada ontem separada da pesquisa presidencial, para que a manobra, a operação de manipulação gere um fato político. E tiram consequências de premissas falseadas.

    6. Com esse tipo de procedimento se desmascara abertamente a manipulação das pesquisas por parte da mídia privada, atuando como partido da oposição e acelerando ainda mais o seu descrédito, sua falta de respeito pela verdade, nem sequer quando ela se espelha em números.

  9. Edu, será que o PT não vai acordar, será até quando nós que não queremos mais essa direita suja, golpista e nojenta no poder teremos que conviver com esse PT “paz e amor”, onde a midia a cada dia detona mais e mais o governo e não vemos a Dilma fazer absolutamente nada contra ela.
    O que prende o PT, o que faz o PT temer tanto assim a midia golpista.
    É preciso mostrar o que foi a era FHC que levou nosso Brasil ao inferno.

  10. É notícia anterior divulgada como nova, no real importa que a Marina caiu muito, o JB desistiu e os netos da casa grande estão empacados, política não se faz com desespero nem reagindo a movimentos de provocação do adversário, mas sim com muita cautela, além do mais ir pra porrada é pra implodir congresso, queremos mostrar serenidade para continuar convencendo o povo a por o seu destino em nosso projeto e em nossas mãos.

  11. A VERDADE SOBRE A DITADURA MILITAR, SUA ORIGEM NO GOVERNO VARGAS.
    Está declarado e provado com documentos do próprio país que organizou, coordenou e executou o golpe militar no Brasil, que derrubou o João Goulart da presidência da república para implantar uma ditadura militar que durou 21 anos. Os golpistas chamaram o golpe militar de “Revolução Redentora de 1964.”
    Esse golpe militar foi, na verdade, planejado pela CIA e apresentado ao presidente John Kennedy no seu gabinete que o aprovou na hora. Kennedy, que achava que o Brasil era quintal dos EUA e também não gostava do Jango, achou-o muito atrevido, porque quando Jango era ministro do Trabalho do governo Vargas (o mais jovem ministro da história da República do Brasil), João Goulart sofreu uma crítica maldosa (insuflada pelos jornais brasileiros) do “The New York Times” e então escreveu uma carta-resposta, que o criticou baseado nas mentiras da mídia (sempre vendida) brasileira e que foi publicada no dia 8 de março de 1953, em editorial! Se eu não me engano presidente dos EUA era Harry Truman. E Jango respondeu ao jornal americano: “O Ministério do Trabalho não foi criado para servir de instrumento deste ou daquele grupo, mas sim para atender a todos – patrões e empregados – sem qualquer distinção. Argumentam os pseudo-guardiães da democracia brasileira, contudo, que sou apenas o ‘ministro dos trabalhadores’, pois estaria inteiramente divorciado da indústria e do comércio. Na verdade, venho dedicando especial atenção ao proletariado, que não dispõe, como aquelas duas classes, de meios prontos e eficazes para a defesa dos seus direitos. O trabalhador, isoladamente ou através dos sindicatos, recorre somente ao seu Ministério. Mas isso, essa confiança do proletariado na Secretaria de Estado que dirijo, deveria constituir um motivo de tranquilidade e nunca de alarme. Pretender-se-ia, talvez, que o operariado brasileiro, já tão desencantado, não acreditasse nos poderes constituídos? Nesse caso, sim, estaríamos fazendo o jogo dos inimigos do regime, que desejam levar as massas ao desespero, a fim de implantar no país o clima de inquietação social propício à subversão da ordem.
    “No meu caso, além de ataques infames à minha honorabilidade, inventam as mais sórdidas mentiras e intrigas, como é exemplo essa pitoresca ‘república sindicalista’ que anda nas manchetes de alguns jornais. Acusam-me de peronista porque prestigio as organizações dos trabalhadores, que são os sindicatos. Ora, os sindicatos são, exatamente, os órgãos de representação e defesa dos interesses profissionais e econômicos das diferentes categorias, tanto de empregados como de empregadores. É dever do Ministério do Trabalho, portanto, estimular e prestigiar a organização sindical. Jamais poderia estar nos meus intuitos a transformação dessas entidades em instrumentos de ação política, não só porque isto seria desvirtuar-lhes as finalidades, como também a isso se opõem os preceitos da lei.
    “Nesta oportunidade, e a propósito de um editorial no The New York Times, devo dizer que o Ministério do Trabalho não pretende utilizar-se da sua influência para fazer inclinar o movimento operário neste ou naquele rumo, mas deseja tão-somente que se oriente no sentido dos legítimos interesses das classes trabalhadoras e rigorosamente dentro da Constituição, das leis e dos sagrados interesses nacionais. “Também não passa de torpe intriga o boato de que sou contra o capitalismo. À frente do Ministério do Trabalho estou pronto para aplaudir e estimular os capitalistas que, fazendo de sua força econômica um meio legítimo de produzir riquezas, dão sempre às suas iniciativas um sentido social, humano e patriótico. Sou contra, isso sim, o capitalismo parasitário, exorbitando no ganho e imediatista no lucro, contra o capitalismo cevado à base da especulação, que afinal só contribui para o desajustamento social. Não é admirável que, enquanto uns estão ameaçados e morrem de fome, outros ganham num ano aquilo que normalmente deveriam ganhar em 50 anos ou até séculos.” (Fonte jornal Hora do Povo)
    Voltando ao plano para derrubar o João Goulart do poder, com a morte de Kennedy, Lindon Johnson o aprovou também e assumiu a sua direção. O golpe militar da CIA, foi coordenado aqui no nosso país, pelo embaixador americano no Brasil, Lincoln Gordon, que viajou muito pelo nosso país, como agente da CIA no início do governo Jânio Quadros e o plano foi executado pelo seu assessor militar, o então major Vernon Walters. Todavia, o início de tudo aconteceu, bem antes, no início da década de 50 quando houve a guerra da Coréia (26 de Junho de 1950 a 27 de Julho de 1953) e daí surgiu um fato que deu origem a atitude dos EUA procurar sabotar os governos brasileiros nacionalistas de Getulio, Juscelino e João Goulart e que culminou com o golpe militar de 1964. Getulio Vargas estava sendo vítima de uma cobrança sistemática do atrevido embaixador americano no Brasil (se não me engano Pawley Jr.), no palácio do Catete, para que o Brasil enviasse uma tropa para a guerra da Coréia. E o general nacionalista Newton Estilac Leal, ministro da guerra de Getulio, o aconselhou a não enviar tropas brasileiras à guerra da Coréia como queria e pressionava os EUA. E o general Estilac Leal, pediu ao Getulio para que ele (Estilac Leal) assumisse a missão de informar ao embaixador americano que o Brasil não iria mandar tropas para participar da guerra da Coréia! E foi o que general fez, mas não imaginava a reação áspera e dura do embaixador ante à negativa do governo brasileiro, que ligou de imediato para o presidente dos EUA e o aconselhou a suspender toda ajuda ao governo brasileiro e trabalhar para prejudicar o governo brasileiro! E foi naquele dia, daquele mês e daquele ano que chegou até às forças armadas brasileiras um plano inicial elaborado para enfraquecer o governo nacionalista de Getulio Vargas! O governo dos EUA afirmou que não iria mais ajudar o governo Vargas em novos projetos e se iniciou uma guerra surda e suja contra o governo de Getulio! E foi quando surgiu entre os militares das Forças Armadas, várias a organizações que começaram a operar no final da década de 50. A conspiração era para desfechar um golpe de Estado reacionário, antipopular e antinacional, a pretexto de combater o comunismo. Eram militares simpatizantes da UDN e PSD (como o PSDB, DEM e PPS, hoje) partidos que sofriam a ojeriza do povo brasileiro, isto é, não tinham como ganhar uma eleição presidencial e então só restava conspirar para derrubar em um golpe o presidente eleito. Toda aquela onda da mídia brasileira (sempre vendida) contra Getulio comandada por Carlos Lacerda era plano da CIA, que resultou no suicídio de Getulio Vargas e que hoje fazem 59 anos. Diante da reação popular ante a morte do Getulio. E no governo Juscelino os golpistas tentaram aqui e ali, mas o marechal Henrique Teixeira Lott estava de ouvidos apurados e olhos bem abertos contra os golpistas. Aí veio o Jânio e sua renúncia e a tentativa dos golpistas de impedir a assunção de João Goulart (Jango) à presidência do Brasil. Todavia havia um político nacionalista chamado Leonel de Moura Brizola que fez a campanha pela legalidade e Jango foi empossado. Bem, aí piorou, pois veio com toda a força a CIA com o seu plano para derrubar o Jango, que teve como coordenador, o embaixador dos EUA aqui no Brasil, Linconl Gordon, como executor o assessor militar da embaixada, o então major Vernon Walters. Para isso a CIA recrutou pessoas e entidades, tanto através das organizações criadas para isso como o IPES (Instituto de Pesquisa Social), da ADEP (Ação Democrática Popular) quanto do IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática) e até diretamente, de inúmeros oficiais dos mais diversos escalões das forças armadas. E com esse bem articulado trabalho de corrupção, inédito na história do Brasil (revelou a CPI DO IBAD), a CIA não somente aliciou militares, como empresários, vereadores, deputados estaduais e federais, senadores, governadores de Estado, jornalistas, profissionais liberais, donas de casa, estudantes, dirigentes sindicais, padres e camponeses, enfim, todas as classes e categorias da sociedade civil brasileira. Esse levantamento é da Comissão Parlamentar de Inquérito, que apurou o caso do IBAD, do IPES e da Cruzada Democrática.
    Para conseguir financiamento inicialmente para impedir a eleição de políticos nacionalistas foi convocado o americano que vivia no Brasil, Ivan Hasslocher, que era dono da agência de propaganda S.A. Incrementadora de Vendas Promotion, que de imediato criou o IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática) no mês de maio de 1959 ainda no governo Juscelino Kubistchek e depois em 1961 foi fundado o IPES (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais), um dos fundadores era o general Golbery Costa e Silva e , ainda, não satisfeitos fundaram a ADEP (Ação Democrática popular), em 1962 para ajudar a recolher dinheiro dos empresários americanos com negócios no Brasil. Até o início de 1963 foram arrecadados mais de dois bilhões de cruzeiros (muito mais grana do que dois bi hoje)! Até o general Golbery Couto e Silva chegou com milhões de cruzeiros no Rio Grande do Sul para financiar candidatos anti-nacionalistas, diz a CPI! O IBAD tinha uma conta secreta no Royal Bank que enviava as doações das grandes empresas estrangeiras, principalmente as norte-americanas e algumas poucas brasileiras. O apelido do Ivan Hasslocher era “Goebbes caboclo” (referência ao general Paul Joseph Goebbes, ministro de propaganda da Alemanha nazista, que tornou-se um homem poderoso e temido por causa da sua amizade com Hitler. Ele era encarregado de moldar e irradiar as mensagens nazistas para o povo alemão e é dele a ideia que a CIA hoje usa na mídia internacional quando quer invadir um país para roubar-lhe suas riquezas, que é: repita sempre, sempre uma mentira, cem vezes, se preciso for, a favor do governo ou contra os seus inimigos que ela se transformará em verdade para a maioria do povo). Voltando às doações arranjadas pelo Ivan Hasslochen, todo o dinheiro arrecadado no início foi para financiar a campanha eleitoral dos candidatos que não fossem nacionalistas e isso tudo era falado na maior “careta de pau”, sem esconder nada, falando abertamente, que a grana era para financiar políticos, empresários, fazendeiros, banqueiros, profissionais liberais e as diversas lideranças religiosas e associativas, para eleger políticos que não fossem nacionalistas. Segundo o ex-deputado Eloy Dutra, cassado pela ditadura que participou da CPI e escreveu o livro “IBAD A Sigla da Corrupção”, Ivan Hasslocher, com o dinheiro arrecadado, selecionou e apoiou cerca de 250 candidatos a deputado federal, 600 deputados estaduais, 8 candidatos a governadores e inúmeros candidatos ao senado. Um candidato à deputado federal recebia CR$ 1 milhão e 600 mil, um deputado estadual CR$ 800 mil. O grupo IBAD/IPES/ADEP gastou 1 bilhão e 40 milhões de cruzeiros, nos 150 dias que antecederam as eleições de 1962. E posteriormente como os eleitores brasileiros continuaram a votar nos candidatos nacionalistas e os candidatos anti-nacionalistas, apesar de tanto dinheiro, perderam a eleição, então houve uma grande reviravolta na missão fim do dinheiro arrecadado e ele passou financiar uma estrutura cívico-militar para derrubar o presidente João Goulart, através de um golpe militar! E também era na maior “careta de pau” que os emissários do IBAD/ADEP/IPES, entravam nos quartéis para falar do dinheiro disponível (só com alguns oficiais superiores e generais, porque de capitão pra baixo, em sua maioria eram getulistas ou janguistas, nacionalistas), da urgência em tirar o Jango do poder! Viram aí que eles financiavam os brasileiros “traidores da pátria!” Quando os militares derrubaram o Jango, o general Castelo Branco (quem diria?) foi o escolhido pela CIA para ser presidente do Brasil! E tão logo os militares assumiram o poder, colocaram em toda a mídia que o governo João Goulart, além de ser comunista e subversivo, havia destruído as finanças do Brasil, pois devíamos 3 bilhões de dólares ao FMI e 3 anos depois o Brasil ditatorial passou a dever 6 bilhões e 6 anos depois a dívida foi à 12 bilhões e para resumir: 21 anos depois, no fim da ditadura militar estávamos devendo 128 bilhões de dólares ao FMI e já havíamos pagos só de juros (sem os 129 bilhões), 280 bilhões de dólares! A ditadura militar aumentou a dívida do João Goulart em 43 vezes! E tem muitos coronéis e generais (a maioria deles eram 1º ou 2º tenentes em 1964, portanto não tinham as informações dos coronéis e generais sobre a organização e o andamento do golpe militar) que dizem por aí que a sociedade foi aos quartéis para pedir para derrubar o João Goulart porque ele era comunista! Que sociedade foi essa que foi nos quartéis chamar os militares para derrubar o João Goulart? Só se foi sociedade da CIA, do IBAD, do IPES, da ADEP e da Cruzada Militar! Ivan Hasslocher comandou 80 programas semanais de rádio, arrendou por 90 dias o jornal “A Noite”, no Rio, e a “Ação Democrática”, uma revista mensal com 250 mil exemplares, em papel de ótima qualidade. Era distribuída gratuitamente e “milagrosamente” sem nenhum anúncio publicitário. E Ivan Hasllocher, depois do golpe militar, com medo de represálias, fugiu do Brasil, com a mala cheia de dólares e viveu uma vida nababesca em paraísos fiscais e acabou no seu país de origem que lhe fez milionário (ou bi?) em dólares. O principal “organizador civil” do golpe militar de 1964, morreu em Houston, EUA em maio de 2000, no mesmo mês em que ele fundou a sua entidade golpista no Brasil em 1959. Uma grande parte dos bilhões arrecadados foi para pagar órgãos de imprensa escrita, falada e televisada para desmoralizar o governo João Goulart. Essa dinheirama toda foi para entidades e pessoas em todos os estados do Brasil e para pagar a arregimentação de pessoas, associações neutras, políticas, religiosas e de trabalhadores em todos os movimentos anti-Jango e principalmente para participar das duas marchas Rio/São Paulo “Marcha da Família pela Liberdade” e a fatura foi muito bem paga, porque os organizadores conseguiram arregimentar nas duas marchas quase 3 milhões de pessoas. Os militares demitiram, cassaram, perseguiram, prenderam, torturaram, desapareceram e mataram tanta gente, mas, como incompetentes que eram (eles sim destruíram a economia do Brasil), deixaram até os seus próprios salários defasarem e foi somente no governo do presidente Lula que melhorou esses salários, isto é, cerca de 50 anos depois. Ah, acabou que o Lula pagou toda dívida do FMI! E também se a ditadura militar tivesse sido um bom governo para o Brasil e o seu povo, com as centenas de bilhões de dólares que apanharam no FMI, eles teriam acabado com a pobreza e os mais pobres no Brasil seriam classe média média. A ditadura militar teria construído mais de 1.500 Escolas Técnicas e mais de 1.000 universidades públicas. O ProUni estaria atendendo cerca de 3 milhões de estudantes e o Brasil (em 1970) seria a quarta potência do mundo e os seus presidentes-ditadores teriam recebido vários prêmios internacionais por fazer o bem para o Brasil e para o povo brasileiro mais pobre e miserável (como Lula recebeu pelo que fez)! E quanto a falação dos amantes da ditadura militar, que criticam os casos de corrupção no governo Dilma, que bom que eles possam falar porque, estamos todos em um regime democrático. No governo deles quem se atreveria a denunciar corrupção seria morto em praça pública! Imaginem alguém denunciar na ditadura militar o escandaloso super-faturamento da construção da Ponte Rio-Niterói, do ministro Mario Andreazza e principalmente, o maior escândalo no Brasil até hoje de super-faturamento, que foi o da construção da represa de Itaipu que consumiu mais 30 bilhões de dólares, o que dava para construir quase duas represas! E naquele tempo o dólar era muito mais valorizado do que hoje! Mas como era uma ditadura sanguinária, ninguém podia denunciar nada porque na mídia os senhores ditadores vendiam uma imagem de “santos” e “super-direitinhos.” Se prendia, se torturava e se matava por muito menos do que isso! Acessem na internet o documentário do jornalista Flavio Tavares “O dia que virou 21 anos” com vídeos feitos pelo governo americano, onde tem até exigência do John Kennedy e Lindon Johnson de que todos os partidários do João Goulart fossem surrados e presos, logo após a sua derrubada! O sinal aberto para as perseguições, para cassações, prisões ilegais, para as torturas e mortes na ditadura militar no Brasil!

  12. Os erros do passado não podem servir como justificativa para os erros do presente. Se os militares erraram, que os punam, mas punam também os ptistas que estão cometendo tantas arbitrariedades com os bens públicos. Quem me dera que fosse Jango atualmente. Mas não é, é a Dilma. Não dá para engolir os desmandos dela. Mentiras? Manipulações de dados? Vejam o que está acontecendo com o IBGE. se os militares fizeram… os petistas aprenderam muito bem… e agora estão fazendo pior. Descaradamente. Como disse, já votei n o Pt… agora, não voto mais.

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  1. O que derrubou a aprovação de Dilma | Altamiro Borges

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