Vergonhoso editorial do Estadão sobre faixas de ônibus em SP

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Pense em uma antiga e mastodôntica empresa familiar que se confunde com os piores erros que se cometeu no país e na cidade em que está sediada e você estará pensando no jornal O Estado de São Paulo. O que essa empresa causa em São Paulo não difere do que outras da mesma natureza causam no resto do país, de forma que este texto tem interesse nacional.

A família Mesquita, que passou a controlar o jornal na alvorada do século XX e que edificou o grupo empresarial a que aquele periódico deu origem, traz em seu “currículo” cumplicidade com o estupro da democracia nos idos de 1964 e apoio a políticas públicas que enriqueceram poucos e empobreceram muitos, fazendo do Brasil um dos países mais desiguais do mundo.

Hoje, porém, o Estadão já tem concorrentes na imprensa em termos de elitismo, arrogância e insensibilidade com as necessidades prementes da maioria do povo brasileiro. Mas lidera o desprezo da imprensa de São Paulo pela maioria do povo, que sobrevive em uma cidade desumana, edificada para os ricos e que confinou as massas empobrecidas em suas franjas.

O gigantismo da cidade São Paulo – que já chega aos 12 milhões de habitantes – criou o maior problema de mobilidade urbana do país e um dos maiores do mundo. O Departamento de Trânsito da cidade já contabiliza sete milhões de veículos registrados e quase 4 milhões deles saem diariamente às ruas, via de regra com uma única pessoa em cada um.

Alguns podem pensar que haver 7 milhões de veículos para 12 milhões de habitantes é sinal de que quase 60% da população têm carro, mas essa percepção está muito distante da realidade. Empresas e particulares detêm pequenas frotas particulares, de modo que uma única família pode ter 4, 5 veículos, enquanto que uma empresa chega a ter dezenas e até centenas.

Estima-se, pois, que nem um quinto da população da capital paulista tenha carro particular, que ainda é um privilégio de poucos não só nesta cidade, mas no país inteiro.

A volta do PT ao comando da capital paulista no ano passado propiciou a retomada de políticas públicas que agora começam a dar a justa preferência ao transporte público nas ruas da cidade, pois os carros de poucos desorganizam e impõem um sofrimento quase insuportável à vida de todos.

Após os protestos de junho por conta da mobilidade urbana, o prefeito Fernando Haddad retomou projeto que Marta Suplicy tentou implantar e que foi interrompido pelas administrações José Serra e Gilberto Kassab, que trataram de não mexer com o interesse da minoria motorizada como Marta estava fazendo e Haddad volta a fazer.

O novo prefeito de São Paulo implantou um projeto que melhorou sobremaneira a vida do povo mais humilde e não motorizado, as faixas para ônibus nas principais artérias da cidade. Essa política confina os carros particulares e libera os coletivos. Dessa forma, a velocidade média dos ônibus aumentou sobremaneira, melhorando a vida da população que vive mais longe do centro expandido, onde estão os empregos.

Não por outra razão, a grande maioria da população paulistana está exultante com a inovação. Há relatos de pessoas que viram reduzir-se pela metade o tempo de viagem de casa para o trabalho e vice-versa. A popularidade da nova medida é tão grande que até um dos principais adversários políticos de Haddad, o governador Geraldo Alckmin, viu-se obrigado a elogiá-la.

Matéria do site Brasil 247 dá conta de que “Na avaliação do tucano [Alckmin], a Prefeitura ‘faz muito bem’ em investir nas faixas exclusivas para ônibus. Segundo ele, os corredores ‘são um espetáculo’”.

Não foi à toa que Alckmin elogiou a medida do adversário político. O apoio da população paulistana a ela é cada vez maior e já preveem que deve ser “exportada” para outros grandes centros urbanos do país a partir da experiência paulistana.

Nesse contexto, editorial do jornal O Estado de São Paulo de 10 de outubro destoa do sentimento da grande maioria dos paulistanos e afaga uma minoria que é pequena até entre os donos de carro. Pesquisa Ibope recente deu conta de que 61% dos paulistanos donos de veículos particulares veem com bons olhos as faixas exclusivas para ônibus.

A explicação para donos de veículos particulares apoiarem uma política que vem fazendo esses veículos trafegarem em velocidade menor enquanto a dos ônibus aumenta, é muito simples: as pessoas prefeririam o transporte público se ele funcionasse melhor, porque é caro, arriscado e penoso tirar o carro da garagem.

A mera leitura do editorial do Estadão é revoltante pelo nível de desonestidade intelectual do texto. Vale reproduzir e dissecar essa argumentação abjeta que pretende defender o interesse dos mais ricos sem se importar com os efeitos que esses interesses causam a toda uma coletividade.

Abaixo, pois, sob cada trecho do editorial (em negrito) um comentário do Blog.

—–

O Estado de São Paulo

10 de outubro de 2013

A demagogia da mobilidade

Ao levantar a bandeira (eleitoral) da mobilidade urbana, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, assumiram o papel de defensores dos sem-carro e passaram a combater, sem pensar nas consequências, a multidão dos que se atrevem a sair às ruas em seus automóveis, mesmo tendo de enfrentar grandes congestionamentos todos os dias. Os congestionamentos são cada vez maiores, mas a dupla já começa a acumular resultados “positivos” nessa batalha, mais do que ousada, demagógica.

Só um verdadeiro demente pode considerar mobilidade urbana uma “bandeira eleitoral”. Que história é essa? Mobilidade urbana é um problema seriíssimo não só da capital paulista, mas de praticamente todos os grandes centros urbanos do país.

O editorial ainda chama o prefeito e seu secretário de “defensores dos sem-carro”, que estariam atuando contra os paulistanos “com carro”. Há, aí, uma tentativa de colocar em lados opostos dois setores da sociedade paulistana que padecem com o mesmo problema.

O primeiro parágrafo desse editorial nefasto ainda transforma em sofredores os que optam por um transporte de melhor qualidade, muito mais confortável, como se fizessem favor a alguém ao ajudarem a congestionar ainda mais um trânsito caótico como o de São Paulo.

Ela [a tal “bandeira eleitoral” de Haddad] deve melhorar a arrecadação da Prefeitura com o aumento das multas de trânsito e, assim, ajudar a pagar os subsídios às empresas de ônibus, que, com o congelamento da tarifa, devem atingir no próximo ano a impressionante quantia de R$ 1,65 bilhão.

Sim, as multas ajudarão a melhorar a arrecadação da Prefeitura para que possa pagar pelo desatino de parte da população de São Paulo que acha que não está pagando os R$ 0,20 que deixaram de ser cobrados nas tarifas dos ônibus.

Isso é ruim? Por que? Pelo contrário, é muito bom. A falta de senso de cidadania dos que teimam em invadir com seus carros as faixas de ônibus, na melhor tradição do “jeitinho brasileiro”. Eles têm mais é que pagar pela falta de civilidade a que se dão.

Há um jeito muito fácil de não ocorrer o “mal” que o editorial vê em aumentar a arrecadação da Prefeitura de São Paulo graças aos que não respeitarem a lei: que a respeitem. Dessa maneira, não serão multados. Agora, o sujeito viola a lei de trânsito e a culpa é da Prefeitura?

Estima-se que os recursos provenientes das multas crescerão 22% em 2014, atingindo R$ 1,2 bilhão, um novo recorde. Nos primeiros oito meses deste ano, dos 6,4 milhões de multas aplicadas aos motoristas que circulam pela capital, 352,5 mil foram flagrantes de invasões em corredores e faixas exclusivas de ônibus, registrados por um exército de 1,5 mil fiscais de trânsito da CET e mais 690 da São Paulo Transportes (SPTrans).

Os donos dos 7 milhões de veículos da capital parecem não ter importância. Eles seriam apenas pessoas egoístas que rejeitam o transporte público. É como se não tivessem compromissos diários, serviços a prestar e nenhuma relevância para a vida econômica e social da cidade.

Ora, ora… Se os donos dos 7 milhões de veículos – que não são 7 milhões de munícipes, mas muito menos, pouco mais de 2 milhões em meio a 12 milhões de habitantes de São Paulo – têm, sim, importância, a esmagadora maioria da população da cidade tem muito mais, até porque reside mais longe e sofre mais com o transporte público.

Todos, os com carro e os sem-carro, têm importância. Todos têm compromissos diários, serviços a prestar e relevância para a vida econômica e social da cidade. Quer dizer que entre a relevância da maioria sem carro e a da minoria com carro deve-se escolher a da minoria? Típico do Estadão…

Tanto é assim que, nas próximas semanas, aos marronzinhos se somarão 200 novos radares para ajudar na batalha contra esses paulistanos que não resistem à tentação de circular pelos corredores e faixas de ônibus – espaços em grande parte vazios -, para tentar chegar a tempo aos seus compromissos.

Ainda bem que serão instalados esses 200 novos radares para flagrarem a falta de civilidade desses pretensos espertalhões que “não resistem à tentação de circular pelos corredores e faixas de ônibus”. Se não resistem à tentação de violar a lei, que paguem por isso.

Além disso, os “espaços vazios” que as faixas de ônibus deixaram são o que garante a velocidade maior do transporte público. Ou seja: o objetivo é deixar espaços vazios mesmo para que os ônibus trafeguem em velocidade e levem para as bordas da cidade essa população que se espremia durante horas para que donos de carro pudessem trafegar com mais conforto.

Essa má vontade com o transporte individual prejudica a cidade. Não se discute a necessidade de dar prioridade ao transporte público e, no caso dos ônibus, de aumentar sua velocidade. Mas não é preciso fazer isso criando dificuldades para os que usam o carro como instrumento de trabalho. Especialmente para aqueles – como médicos e enfermeiros, para citar dois exemplos – cuja profissão tem exigências que o transporte público não consegue atender.

É muita cara-de-pau. Não há má vontade com o transporte individual, há boa vontade com o transporte coletivo. E como é que “não se discute dar prioridade ao transporte coletivo” se o editorial está fazendo justamente isso, está discutindo a prioridade que a Prefeitura está dando a esse tipo de transporte?

Se “não é preciso fazer isso criando dificuldades para os que usam o carro como instrumento de trabalho”, que o Estadão diga como pode ser feito.

E a profissão dos médicos e enfermeiros – sendo que estes usam o transporte público, vale lembrar – não requer regalias. Todos os que se locomovem pela cidade têm pressa. Aliás, no momento em que se sabe que médicos optam por trabalhar perto de suas casas, abandonando as periferias, o comentário do Estadão é especialmente revoltante.

Portanto, em vez de tratar o transporte individual como egoísta e elitista, é preciso estudar a fundo o papel que ele desempenha na vida de grande parte da população. Quanto aos paulistanos que usam ônibus, seus problemas são a falta de conforto, de itinerários que atendam a suas necessidades e a lentidão.

Por isso, entre ficar espremidos em ônibus superlotados, depois de longa espera nas filas dos pontos, e suportar os congestionamentos, os que podem preferem esta última opção.

Ah, certo, “Os que podem”… E os que não podem? Que se danem, para que “os que podem” possam fugir do desconforto.

Ora, já não basta poder ficar sentadinho no carro ouvindo rádio, frequentemente com ar-condicionado e tantos outros confortos que um veículo particular proporciona? Que pelo menos quem dispõe dessa regalia aceite que os que se espremem nos coletivos possam fazer a viagem com rapidez.

A troca é muito justa: quem quer conforto perde tempo e quem abre mão do conforto ganha tempo. É uma questão de escolha. Ninguém está sendo obrigado a tirar o carro da garagem.

No lugar de implantar, sem planejamento e a toque de caixa, as faixas exclusivas que servirão de cenários para os próximos programas eleitorais do PT na campanha para o governo do Estado, Haddad e Tatto deveriam adotar um plano capaz de harmonizar a utilização de carros com o transporte público, de acordo com as necessidades das várias regiões da cidade.

“Sem planejamento”? Que história essa? Sem planejamento uma pinoia. Se não tivesse havido planejamento as faixas de ônibus não teriam melhorado tanto a velocidade do transporte coletivo em São Paulo. Houve um aumento de 45% na velocidade dos ônibus.

Agora, só faltava uma administração adotar uma medida que melhora a vida da população que a elegeu e não poder, durante as eleições, mostrar o que fez de bom. Tucano até a alma, partidário do elitismo de Serra e Kassab, que poderiam ter feito as faixas de ônibus e optaram por não fazer, o jornal parece aquele juiz de futebol que rouba apitando “perigo de gol”.

Antes de reduzir o espaço destinado aos carros para forçar seus proprietários a eixa-los nas garagens, é preciso criar mais vagas de estacionamento para eles, com a construção – há muito prometida e nunca concretizada – de garagens subterrâneas. E seria bom também retomar o plano de transporte do governo Marta Suplicy que deixava os corredores apenas para os ônibus maiores. Os veículos de média e pequena capacidade seriam os alimentadores dessas linhas-tronco.

Pois é, o Estadão quer que o poder público continue incentivando o uso do transporte individual criando mais vagas de estacionamento. Ou seja, quer agravar o problema.

Além disso, Marta nunca teve o plano que o Estadão lhe atribui. O plano dela era justamente esse que Haddad está implementando. Ela só não teve tempo de concluir o seu trabalho porque esse jornal cara-de-pau sabotou sua administração do começo ao fim.

Hoje, o que se vê são todos esses veículos, às vezes quase vazios, disputando entre si aquele espaço. E muitos invadem as poucas faixas destinadas aos carros para fugir do congestionamento nos corredores e faixas.

O fecho desse editorial sem-vergonha é talvez seu pior trecho. O jornal brada contra haver ônibus “às vezes quase vazios”, como se isso fosse ruim. Primeiro que os ônibus estão trafegando sem superlotação fora dos horários de pico e isso é ótimo, é um incentivo para os “com carro” usarem o transporte público. Se o fizerem, não haverá coletivos “quase vazios”.

É preciso, em suma, mais planejamento e menos demagogia.

O que é preciso mesmo é esse jornal reacionário, elitista e intelectualmente desonesto entender que o cidadão de maior poder aquisitivo não é melhor do que o de menor poder aquisitivo. Um ônibus leva 50 vezes mais pessoas do que um carro particular. Para o Estadão, um dos que defende vale 50 vezes mais do que aqueles que despreza, ou seja, o povo.

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219 Comentário

  1. Edu,

    Vamos ter que nos preparar para o tsunami de impropérios contra o PT.
    Os meios de DEScomunicação estão falidos e só enxergam Serra como sua salvação.
    Eles nunca defenderam o povo e escrevem para a famosa “classe mérdia” que paga 2 mil reais de condomínio e não aceita 20 a mais de IPTU.

  2. O PT insiste em investir num sistema falido que é o rodoviário, note-se que o PT não investe em metrô, pois sua base sindical está nas montadoras então por derradeiro privilegia as mesmas.

    • O PT não investe em metrô… PSDB governa SP há 20 anos, temos só 70 km de metrô e a culpa é do PT…. Vocês sao pirados

      • O PSDB governa SP há 20 anos e, além de só ter 70km, tem “trensalão”.

      • epa, há 10 anos o PT é federal, e há uma queixa tremenda de que não houve empenho dele nem pro metro, nem pra monotrilho aqui em SP ..já pra carro (e estadio de futebol) ..puts, bem que salvamos a área TRIBUTÁRIA, o crescimento, o nível de desemprego, a imagem do governo federal, não é mesmo ?

        Alias, Mr, vc mesmo dizia que se o Haddad/Dilma fosse eleito que os esforço se somariam, assim como tentou com a Marta/Lula ..dando a entender que antes a coisa, a integração entre os poderes, não existiria ou seria muito difícil, lembra ?

        • Os tucanos arrogantes não tiveram a visão de outros governadores como Sérgio Cabral e Eduardo Campos, que com todos os seus defeitos, MUITOS, souberam aproveitar a boa vontade e a grandeza, tanto do Lula, como da Dilma
          Cabral se enrolou com seus próprios problemas, seus desmandos, e Eduardo esta tentando surfar nos benefícios que seu estado recebeu, mas ambos usaram a inteligência, o que não aconteceu com os arrogantes e prepotentes tucanos paulistas

          • É verdade Gil! Fizeram bons projetos e, quem reclamar da gestão dos dois, estarão sendo injustos. E olha que não sou eleitora deles.

        • Com certeza amigo. O governo Federal investiu tanto nas montadoras para que o pobre pudesse ter seu carro até propaganda disso vi o apedeuta fazer na tv e agora vem os oportunistas de plantão culpar a cidade pelo alto volume de carro. Quem proporcionou essa avalanche de veículos no país foi o DEUS LULA que tudo pode fazer sem planejamento. Mudando de assunto e voltando ao Estadão; talvez o blogueiro não saiba que esse jornal foi fechado na DITADURA por fazer oposição ao sistema e, coincidência ou não está censurado há muito tempo por ter revelado informações do filho do SARNEI, aliado do PT. Então as coiusas não são bem assim como diz o blogueiro.

        • Cara, sai desta, leia um pouco. Se fizer isto vai descobrir o quanto o governo federal aplicou em São Paulo, inclusive no rodoanel. Putz!!!

      • Acho que o caso do cidadão aí, Eduardo, não é caso de piração, é ignorância mesmo! Vamos desenhar pra ele entender: Cidadão, o Metrô é de única e inteira responsabilidade do governo do Estado de SP! A Prefeitura não tem participação alguma na administração do Metrô. Entendeu agora, cidadão? Haja paciência chinesa!…rs.

        • A prefeitura pode construir um metro sim!!!
          Estude e verá!
          Não constrói porque não quer.

          • Fica frio: Padilha vem aí!

          • Depois que tirarmos os propineiros tucanos do governo paulista, vamos transformar esse governo em Governo Paulista. Aí sim haverá um acordo entre o município de São Paulo e o Governo Paulista para a construção em conjunto do metropolitano.

            Para o seu desespero, Paulo, vamos tirar o PSDB do Palácio dos Bandeirantes.

          • Então porque Serra não construiu um? O dinheiro da Siemens era pouco?

          • PAULO!!!com todo o respeito , pode sim e vai fazer , espere só um pouquinho se aquiete. PREFEITURA E GOVERNO JUNTOS , porque não forças unidas …forças maiores, exemplo: O GOVERNO DE SÃO PAULO NÃO APOIOU O MAIS MÉDICOS? então ?O prefeito fará o que for possivel , vamos parar de azucrinar e por culpa naquele ou neste, vamos sim é pensar no bem comum!!!Mas pensando no bem maior votes na minha e nossa presidenta, e venhas lutar ao nosso lado…Paulo!!!viras para o melhor !!!AQUIETES SEU CORAÇÃO !!

      • A culpa do Brasil estar do jeito que está é do PT, quando em 1500 veio como clandestino nas embarcações de Cabral. Se misturaram aos índios e foram, pouco a pouco , tomando o poder. D. João VI, quando veio fugido para o Brasil, já era filiado, e iniciou uma dinastia com o Pedro I e Pedro II.
        O resto da história todos já sabem…

      • Eduardo! tire o PSDB do meio pois sou contra os politicos se ainda não entendeu.
        Dilma não conseguiu nem licitar um trem Bala, o PT não construiu um KM que seja de metrô em lugar nenhum do Brasil ha 10 anos ,
        Voltando ao Metro de SP é melhor ter 70 km do que nada não concorda
        Voce que é do partido PT devia saber nos dizer porque o trem bala não saiu do papel falo deste que a Dilam quer construir, pois trem BALA de verdade só existe no Rio de janeiro e ele é do aliado de voces o Cabral, curiosamente este trem bala aparece TODOS os dias na TV,um dia quebra, no outro dia é incendiado, no outro os funcionários a mando do governo do estado estão chicoteando passageiros enfim você deve conhecer bem esta maravilha do ALIADO de vocês. que por sinal dizem que se sair na rua sozinho o povo vai linchar ele.

        • Você atira pra todo lado né paulistinha reaççççinha cremigêmico. Acontece que o Rio já foi capital do país, enquanto São Paulo Tucanistão é a capital do atraso.

          • O rio já foi capital! isso mesmo e continua sendo um grande favelão, terra aonde populistas como brizola( hoje no colo de satanás), garotinho e cabral se elegem e reelegem, cidade que mais parece um favelão, aonde o povo anda no lado de cima dos trens tamanha a miséria que é, o transporte urbano do rio é comparado ao da índia ou paquistão, já São paulo( tem muito que melhorar) mas n~em se compara ao Rio de Janeiro, sem contar que quem manda de FATO no rio de janeiro são os traficantes, eles elegem até governador.
            E por falar no RJ cade o Amarildo????

        • Puxa!!! lendo este comentário fico imaginando a tranquilidade que é viver em São Paulo, não tem bandido, nem PCC, e ninguém quebra nada, até por que tudo é uma maravilha, principalmente o funcionamento dos trens, que só falham quando são sabotados por agentes lulopetistas e reforçados agora por agentes cubanos disfarçados de médicos

          • GIL, O Paulo vai saber o que é um bom Governo para S.Paulo, quando Padilha for o Governador! Só então terá a percepção do quanto estava enganado, iludido e anestesiado, pelos 20 anos desse governo do PSDB.

        • Paulo, apesar dos pesares a MINHA CIDADE É MARAVILHOSA! É possível que seja a mais linda do mundo!
          Se existem favelas, existem em S.Paulo e em todo o Brasil. Afinal de contas foram 500 anos de atraso do nosso país. Somente com Lula, as coisas começaram a melhorar. E saiba que em 11 anos não se acaba com um atraso de 500 anos. Há muito ainda a ser feito! Não sou eleitora de Cabral e Eduardo Paes, mas saiba que os dois têm feito um bom governo e o Rio está mudando muito. É claro que souberam utilizar a contento aajuda

          • Continuando: Cabral e Paes souberam utilizar a contento as verbas do Gov.Federal. Saiba que o seu “Alkmim”, é muito inferior a esses dois políticos. O que fez o seu governador? Com certeza os paulistanos daqui a algum tempo, poderão vislumbrar o bom governo no Município de s. Paulo. Elegeram um grande prefeito! Haddad há de melhorar a cidade de SAMPA!

          • Tem mais uma coisinha Paulo, quantos Amarildos são mortos em S. Paulo, diariamente? Apesar de ter lido que o infeliz Amarildo era ligado de alguma forma à traficantes, nada se justifica a sua morte. Esse caso tomou todo esse vulto, porque no Rio, partidos de esquerda radical, como PTU, PSOL, PCO e talvez um político nefasto desse estado, estão tentando a todo custo, desconstruir Cabral e Paes. Caso contrário o afffair Amarildo, seria igual aos casos semelhantes que acontecem em S. Paulo. Fazem toda essa baderna
            pois temem que o candidato de Cabral se eleja. Mas espero que Lindinho venha aí!

        • Já que você é tão esperto, diz você por que a Dilma não conseguiu licitar o trem bala?…uma obra simples dessa…!
          Aliás Paulo, às vezes o seu comentário parece o título do livro do Lobão:” Manifesto do nada…”
          Só para ilustrar não sou petista, mas não dá para ignorar o óbvio, quando as coisas não estão do jeito que gostaríamos, é mais fácil achar um bode expiatório do que buscar as causas reais. Aí , o Governo Federal e o PT são os alvos principais.

          • Dilma não construiu o trem bala porque primeiro o pais não tem esse dinheiro, segundo não conseguiu licitar para a iniciativa privada pois o PT não tem tradição de honrar contratos ( vide caso FORD no RS e caso rodovias que Tarso reestatizou),então trem bala pode esquecer.
            Mas como já disse existe o trem bala da Super Via no rio, para quem não sabe, nos trens da super via morrem todo dia entorno de 4 pessoas baleadas ou seja é o verdadeiro trem bala.

          • Você acredita mesmo em tudo que você diz, né?

        • – lucro da Petrobrás (seis vezes mais, em média no governo do PT em relação ao gov.FHC;
          – os resultados do Banco do Brasil (lucro de 2012, seis vezes mais do que no gov. FHC
          – o saldo da balança comercial (média de US$ 33 bi/ano com o PT contra (-) US$ 1,2 bi/ano do FHC;
          – as reservas de US$ 373 bi/hoje, contra menos de US$ 38bi, no gov.FHC;
          – 20 milhões de empregos criados contra 5 milhões no gov. FHC
          – A dívida pública em apenas 35%, uma das MENORES DO MUNDO, contra 60% do PIB no gov.FHC ;
          – a taxa SELIC de 9%hoje contra 18% no gov. FHC;
          – a produção de veículos que, hoje, é dobro de 2002 – gov FHC
          – a safra agrícola, também o dobro de 2002, gov FHC;
          – os 40 milhões saindo da linha da pobreza, que viraram Consumidores e os empresários agradecem ao LULA
          todos os santos dias;
          – o PIBÃO de US$ 2,4 trilhões, contra o PIBINHO de menos de US$ 452 bilhões em 2002, gov FHC;
          – o balanço de pagamentos (média de US$ 40 bilhões/ano, COM O PT, contra negativos US$ 96milhões /ano
          – no gov FHC; crédito farto hoje, ou restrito como em 2002, gov. do FHC;
          – ser a 6a. economia do MUNDO (13 em 2002, no gov FHC)
          – ser CREDOR DO FMI;
          – taxa de desemprego de 5,3%, UMA DAS MENORES DO MUNDO, contra 13% em 2002, gov do FHC;
          – sermos investment grade (não defalt risk como em 2002, no gov. do FHC).

          Paulinho, vá dormir na cama que é lugar quente.

        • Paulo, o que dizer do METRO da bahia que está no papel há anos e nada foi construido.

      • Edu, eles não são pirados.
        São cínicos e imbecis.
        Desculpe a ofensa, mas não tem qualificação melhor.
        Não sabia que tinha METRO Federal….

    • A TUCANALHA pira, delira. Em 2014 Tucanos serão extintos.

    • O GOVERNO FEDERAL DISPONIBILIZOU A ESTADOS E MUNICÍPIOS MAIS DE 70 BILHÕES DE REAIS PARA PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA, MAS NÃO É DIVULGADO PARA FICAR EM DESTAQUE SÓ A QUESTÃO DOS GASTOS DOS ESTÁDIOS.

    • O certo mesmo é acabar com os corredores de ônibus e o povão voltar a fazer percursos de 3 horas no trânsito, né colega?

    • Vamos então fazer o seguinte: ficam extintos os cargos de governadores e prefeitos.

      Quando o crime aumenta no estado de SP, a direita berra: “culpa do PT”.

      Quando Geraldo Alstom não investe em metrô, a direita acusa: “culpa do PT”.

      Quando descobrem que boa parte dos assaltos a caixas eletrônicos é feito por PMs de SP, a direita repete: “culpa do PT”.

      Nada do que acontece é culpa dos governadores, a depender da opinião da direita.

      • Quando chove e enche tudo em São Paulo

        O governador tucano não tem nada a ver, a culpa era da Marta e agora será do Haddad

        Mas se prefeito fosse do PSDB, a culpa seria de São Pedro, o mesmo culpado pelo apagão do FHC

        O PSDB tem imunidade absoluta, até no seu mensalão

      • São Paulo repete , então, o insignificante Estado de Santa Catarina. Aqui, “Esgoto na praia”? Culpa do Governo Federal! Congestinamento na Ponte? Culpa de Lula e Dilma! Faltou luz? Culpa do Ministério das Minas e Energia!
        Já escrevi para a Presidenta vir buscar o salário do prefeito e do governador.
        Aliás, quem são esses ilustres filhos deste belo Estado? Fora o Guga e o sr. Genézio, ninguém é importante!
        Ah, Genézio é o verdadeiro nome de um dos mais importantes brasileiros, mas aqui ninguém sabe quem é.

    • Voce quer um trem bala da SE a Paulista.

    • O Brasil a muito abandou o modal ferroviário, pricipalmente no transporte intermunicipal e interestadual, mas culpar o PT por isso?
      Para mim essa tendencia de preferencia pelo rodoviário veio antes da Ditadura Militar, período no qual houve um grande sucateamento da malha
      Os tucanos privatizaram (doaram) a sucata, e que deu no que deu
      O fato de Dilma ainda não ter conseguido emplacar o trem de alta velocidade não deve ser motivo de regojizo, muito pelo contrário, lamentamos e ficamos torcendo
      No transporte ferroviário de carga, desde o governo Lula, estão sendo feitos investimentos nas ferrovias Norte-Sul, Leste-Oeste, e Transnordestina, isso depois de décadas de abandono lamentável do modal ferroviário.

      • A obra do trem bala não é simples pelo seguinte: para ele ter a velocidade tão alta, as curvas tem de ser mínimas , e para as curvas serem mínimas, os custos são máximos por causa da topografia. Aí , com o custo alto, diminui-se a viabilidade econômica, tanto do custo da obra quanto do preço da passagem. Para reduzir o custo, com um trajeto alternativo, furando menos morro, etc, , tem-se mais curvas e de menor raio, fica um trajeto mais sinuoso e, por isso , diminui a velocidade, diminuindo a velocidade, aumenta o tempo de viagem, aí perde-se o atrativo, que é o tempo ganho. Não é uma equação fácil essa.
        A questão é que tem gente que não reflete, tem a língua mais rápida do que o pensamento. A política não consegue contrariar a engenharia nem a física.
        Tem gente que acha que é só ter a ideia, e …pronto, vamos fazer…!

      • O trem deve existir, mas não precisariamos dessa coisa megalomaníaca. Isso é loucura. Um ótimo trem com projeto para se estender ao restante do país, com interligações urbanas múltiplas, seria mesmo desejável. Mas não dá para o Governo tocar. Aí, então, precisa da iniciativa privada. Mas como o projeto é furado, nenhuma empresa decente com mínimo de apreço pelos seus acionistas entra nessa furada. Para entrar em projeto furado, só estatal. Aí no final você, contribuinte, paga a conta, fora a propina.

        • O trem bala seria uma opção para desafogar a ponte aérea. Com a melhoria da economia e o crescimento da população , seria uma necessidade, não um obra faraônica.
          Para você ver como a questão é complexa, não dá para sair do papel de uma hora para outra.

          Ferrovias estão sendo recuperadas, mas nós é que não temos informações. Até sugiro ao Eduardo esse tema. Como estão as ferrovias que estão sendo recuperadas?

    • O desavisado, metrô é da competência do governo do estado…ônibus do prefeito da cidade. Pare de falar m….

    • Quem cuida de fazer metrô é governador . Cobre de seu governador, meu caro!

    • Eduardo, você poderia parar de publicar comentários tucanos por aqui. Isso é estressante, há uma provocação sem fim, e é de uma desonestidade intelectual (ou seria maldade) ilimitada também. Uma desonestidade que entristece.

      A direita raivosa e a extrema-direita têm vários canais de ódio na mídia em geral, por que dar espaço para essa gente aqui?

      Aquele tal de Paulo dizer que o Haddad não fez metrô (!!! ???), é pior e mais violento do que se ele estivesse mascarado botando fogo em bandeiras de partido de esquerda e espancando militantes… Seria mais honesto da parte dele. E se o prefeito tivesse poder para isso e começasse a escavar buracos pela cidade, começando então a atender o pedido dele, o mesmo ser doente ia dizer que isso era um crime numa cidade que já é caótica…

      Onde vamos parar com esse tipo de gente?

      • Rodrigo,

        se a presença da corja aumenta por aqui, esteja certo de que é porque o blog incomoda…

        Se por um lado ficar pondo os pingos nos “is”, é chato, causa algum stress, e dá um certo trabalho, por outro a presença dos reaças é um excelente termômetro, sinal de que o Edu está acertando!

    • Sou a favor das faixas mas deve existir coerência para implantá-las. Em uma via que possui apenas 2 faixas não se aplica. Os carros terão só uma faixa, ainda pior se passar ônibus a cada cinco minutos. Isso é totalmente inaceitável!!!!!!! O que o prefeito quer é gerar multa e não ajudar a população.

  3. Passo em frente a uma banca de revista para ler as manchetes dos jornais ; e todas (PIG) mas a do ESTADÃO COMATOSO começo a me coçar no ato. É muito discaramento e disfarçatez.

  4. é isso que dá inovar e ler jornal velho;

  5. O estadão está apenas confirmando o que sempre foi: aliado dos ricos e do fascismo. Foi contra a abolição da escravatura ( ainda se chamava A província de São Paulo ), apoiou o genocídio de Canudos, Foi contra a obrigatoriedade da Vacina contra a Varíola! Era a favor do alinhamento do Brasil com o nazifascismo, foi contra a CLT, ao 13 salário, ao seguro desemprego, ou seja: Se ele é contra é por que é bom para o povo. Simples assim!

  6. Parabéns pelo texto e parabéns às iniciativas da Prefeitura. E não estou apoiando por tietagem. Sou usuário da Av Engenheiro Caetano Alvares, um dos corredores mais importantes da Zona Norte, onde os comerciantes de carros usados usam a via publica para exibir seus estoques, obrigando os ônibus a ficarem desviando destes para o uso da parada.. E, à noite, quando a avenida deixa de virar páteo de estoque, vira “estacionamento de vallets” onde os manobristas estacionam os carros daqueles que bebem e dirigem. Aplaudi muito a implantação do corredor de ônibus e critiquei demais a CET por não ter implantado a faixa em toda a avenida. Era ridículo, como se tivesse acabado a tinta. Ontem vi as marcas da nova faixa já se estendendo para toda a avenida. O bom senso prevaleceu. E vai prevalecer mais ainda quando pararem as discussões sobre os carros que estão em movimento e tomarmos providências quanto aos carros que ficam parados, muitas vezes um dia inteiro, impedindo o uso pleno do leito carroçável. A CET tem que proibir ou regulamentar o estacionamento da via pública e não querer faturar com isso. As pessoas que possuem automóvel tem também que se responsabilizar pela guarda dos mesmos, e não estacioná-lo na via pública.

    • essa questão de estacionamento é interessante. Todo sábado tem uma penca de carro estacionado em lugar proibido em frente o shopping higienópolis (o bairro do príncipe) e nunca vejo sequer uma multa ou um CET.

    • Haddad tem tudo para ser o melhor prefeito desse país, apesar de ter pego um cidade de complexos e grandes problemas. Uma verdadeira PEDREIRA! Mas, com sua competência e HONESTIDADE, fará um excelente governo no município de S.Paulo. Quem viver verá! E, não duvido que ainda venha a ser o presidente de nosso país! Seria um premio aos brasileiros! Tem todas as virtudes para isso!

  7. O Estadão não gosta de transporte público e não gosta de eleição. Ou seja, não gosta de povo.
    Mas quem explica esse editiorial é o comentarista que nos informou que os jornais são sustentados pelos classificados de automóveis. Jabaculê puro e simples, Edu

  8. O Estadão está simplesmente defendendo a política implantada na gestão Serra-Kassab na prefeitura de São Paulo.

    Serra paralizou todas as obras de corredores de ônibus e KAssab jogou uma pá de cal em cima.

    Quem se lembra que o principal projeto de mobilidade urbana do Serra quando governador foi a ampliação das pistas das marginais, projeto exclusivamente para o transporte individual, caríssimo e que se revelou inútil porque apenas aumentou o número de carros parados nos enormes congestionamentos das marginais. Esse projeto anacrônico e contraproducente foi apoiado efusivamente pelo Estadão.

    Enquanto isso o Serra metia a mão em 30% das verbas para a construção do Metrô. Não foi à toa que o metrô atrasou tanto que ele nem conseguiu inaugurar a linha amarela. Teve que fazer uma farsa (e disso ele entende) para fingir que estava inaugurando a linha amarela, que rodou com apenas 4 estações e fora do horário do rush por quase um ano antes de poder ser usada de forma prática (fora do horário do rush deixava de atender mais de 90% dos potenciais passageiros). É revoltante pensar que 30% da expansão do metrô está nos bolsos dos tucanos em vez de estar atendendo a população.

    O Estadão segue então a mesma linha de alinhamento com os tucanos que vem seguindo a tantos anos, com o mesmo desprezo pelo povão e visão elitista e anacrônica que essas aves de mal agouro demonstram ter.

    • Exato, Ruy! Eles defendem a política de “estado mínimo” e serviços mais mínimos ainda: privataria no transporte, na saúde, etc. O resultado é que o transporte em São Paulo está um desastre. Na telefonia, temos o serviço mais caro e pior do mundo.

      Acho que Dilma deveria reerguer a Telebras e botar essas teles pra sambar, forçando a baixa de preços (assim como, no setor bancário, o BB e a Caixa estão forçando a baixa de juros e taxas de serviços).

      Acho que Haddad deveria construir uma nova CMTC, como foi no passado: motoristas educados, que ficavam por décadas operando nas mesmas linhas, e já eram até conhecidos dos passageiros.

      Observação importante: há 15 anos, a frota de ônibus de São Paulo era de 24 mil veículos. Hoje, é de 13 mil. Essa máfia que controla as empresas de ônibus quer ganhar o máximo gastando o mínimo. Quem paga o pato é o passageiro.

      • Roberto, e o mais interessante do Estado mínimo que eles defendem, é que ele seja mínimo no atendimento ao povo, mas quando dá um acrise mundial, eles correm pros braços do governo gritando “socorro!” implorando por auxílio financeiro.

      • Isso mesmo. O Estado mínimo é o ideal. Você certamente já foi aos EUA e viu no que dá. Até em Nova Iorque podemos nos locomover melhor, seja de carro ou onibus ou metrô.
        Sim, o Estado deve resgatar o mercado caso necessário, ainda assim vai gastar muito menos do que deperdiça hoje com empresas lixo, serviços lixo, enfim estado-lixo.
        Locatelli, vc faz o que da vida? Tem empresa? Tem funcionários? Onde quer chegar?quer se dar bem na vida? Se sim, acho que vc não é petralha.

        • Não fala besteira,
          o estado mínimo provocou o caos econômico de 2008.

          Desde o governo Reagan, que abandonou a linha Keynesiana ( Keynes derrubou muitas teorias importantes sobre a validade do livre mercado), que defendia a participação do Estado. Keynes argumentou que gastos GOVERNAMENTAIS EM GRANDE ESCALA , SUSTENTADOS ATRAVÉS DA TAXAÇÃO E NÃO DO SACRIFÍCIO DOS TRABALHADORES,era o remédio para o desemprego em massa que acompanha depressões.

          Reagan adotou o modelo de Milton Friedman, o monetarismo.

          Os Keynesianos sustentavam que Friedman ignorava as muitas imperfeições do livre mercado.Alegavam, principalmente que as pessoas nem sempre agem eticamente.Também alegavam que sem regulamentação o mercado vira um campo fértil para a corrupção.

          Foi exatamente o que o Reagan fez, começou a desregulamentar.
          Isso sufocou o empreendedorismo,matou as pequenas e médias empresas, que ou faliram ou foram compradas, na sequência de fusões e aquisições que se seguiu.A ganância começou a reinar, e deu no que deu.

          Paul Krugman, ganhador do Nobel de Economia de 2008 escreveu: “As famílias norte-americanas viram seu patrimônio declinar abruptamente em US$ 13 TRILHÔES , e há calamidades semelhantes ocorrendo pelo mundo”

          Entendeu ou quer que eu desenhe?

          • Leia o livro “Enganados” do John Perkins”

          • Ah Mauro, mas tudo tem seu lado bom.
            Não prego o estado ausente, mas mínimo necessário.
            O que temos é um estado gordo, doente, parasita da sociedade.
            Nã oreclamo de pagar impostos. Os impostos são uma compra de servicós governamentais, da nossa parte. Mas aqui são estelionato estatal. Não concorda? Você o experimenta quando a carta demora pra chegar, quando o trem está lotado, fedido e sem ar condicionado, quando você mora no nordeste e tem que perder um dia para pegar um voo para o sul, quando vai ao aeroporto e ele é uma favela, quando dirige seu carro e só vê buraco, quando o prefeito recapeia a rua que nunc foi realmente asfaltada, quando pega a estrada sem duplicação, quando vai ao hospital municipal…
            Entre esse estado e o estado mínimo (que toma conta do básico, que tem equipe técnica para tomar conta da economia e não enche o nosso saco, que toma conta do crime e da justiça) sou mais o segundo. Deixa com a gente (você incluído) que a coisa anda melhor pode apostar.

        • Estado ausente é a política do PSDB para São Paulo, pai? Não tem metrô, não tem trem, não tem obras, não escola, não tem segurança, não nada…Só tem cartel e propina há vinte anos.

      • Roberto, você percebeu que não há mais incêndio em favelas, aqui em São Paulo? Por que será?

    • Lembro-me do Zé Siemens Serra sendo questionado por jornalista:
      – Mas, prefeito, o senhor está incentivando que a pessoa use o automóvel…
      A resposta “engraçadinha” de Serra:
      – Ué?? Se não for de automóvel, vai como? De burrico??

      Ou seja, para Zé Siemens Serra, transporte coletivo não faz parte do universo.

      • O que foi gasto na marginal do rio tiete, daria para construir 10 km de metrô,por aí você vê qual é a prioridade demotucana.

  9. Parabéns, Eduardo. Dedicar seu tempo a análise de um editorial igual a esse faz mal à alma e ao fígado.

  10. PARA O JORNALÃO ESTADÃO TEM QUE TER FAIXA EXCLUSIVA PARA OS SUV’S!!! TEM QUE COPIAR O EXEMPLO NA CIDADE DE BOGOTA NA COLÔMBIA E ADAPTAR AS GRANDES CIDADES BRASILEIRAS.

  11. Só uma minúscula minoria é contra as faixas de ônibus. Pessoas como esse articulista é o pessoal mais do contra, completamente irracional, seus argumentos nem deveriam ser levados em conta.

    O que eu mais criticava nos últimos dois prefeitos é não terem feito nem um metro de corredor, já o Haddad não perdeu tempo em tratar desse tema.

    Porém é bom lembrar. O que ele está fazendo é importante e ajuda, mas não é nem de longe o suficiente. Além de construir corredores de verdade, no centro das avenidas, ele precisa urgente reorganizar as linhas de ônibus, levando em conta unicamente o interesse público e não o dos empresários do setor.

    Além disso é necessário aumentar o número de ônibus nas ruas nos horários de pico. As faixas aumentam a velocidade dos ônibus, mas eles ainda são poucos para a demanda, imagina agora com todo mundo deixando o carro em casa.

    De qualquer forma, ele ainda tem três anos para mostrar serviço. Até o fim do ano que vem espero que ele tenha feito algo sobre os problemas que citei.

  12. Sabe aquela do pau que bate em Chico bate em Francisco

    Pois toma cuidado

    O escritório de advocacia Teixeira, Martins & Advogados, em nome de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, entrou com representação junto ao 78o DP (Distrito Policial) de São Paulo, contra pessoas que, pela internet, acusaram-no de ser dono de fazendas e aeronaves.

    A representação foi feita no último dia 2 de outubro. Na sequência foi instaurado inquérito e, nos próximos dias, serão convocadas seis pessoas para prestar depoimentos. Dentre elas, Daniel Graziano, responsável pelo site Observador Político, do IFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso).

    A acusação não é contra o site em si, mas contra um comentário específico postado por um leitor cadastrado. Daniel será intimado a identificar o autor do comentário.

    Na representação, os advogados juntaram a chamada materialidade do crime – as notas e comentários devidamente registrados em cartório. O passo seguinte será identificar os autores finais. A partir daí, partir para a denúncia.

  13. INTERESSANTE é q o ESTADÃO não crítica os “APENAS” 70 Km de metrô – transporte coletivo – construídos ao longo de 20 anos de gestão do PSDBesta Fera em SP. E nem se aprofunda nas investigações q roubaram dinheiro dos TRENS PAULISTAS. QUE VERGONHA, deixar a população em trens superlotados. Parabéns EDU por rebater item por item o (TU)canalha editorial de uma imprensa FASCISTA.

  14. O PIG agoniza. Em qualquer parte do mundo a prioridade é o transporte coletivo em varias de suas formas. Parabéns ao Haddad pela iniciativa .Esse texto é nojento . Fazer pelo povo mais carente é demagogia? ,o que falta a essa direita corrupta é competência. Parem de fazer críticas ao bom trabalho realizado pelo PT e mostrem propostas decentes . O que Serra , Aécio, Dudu traíra e marina têm a oferecer? Espero ansiosa o dia em que verei esse jornal fechar as portas.

  15. Parabéns Eduardo por sua análise. Vejo que a campanha do próximo ano será sanguinária contra o PT e aliados e, principalmente buscarão enganar os eleitores do PT com essas palavras que trazem embutidas, na sua essência, verdadeiras armadilhas.

  16. Eduardo, este é um dos seus melhores textos. Além de demonstrar a péssima qualidade do Estadão (o óbvio), traz vários esclarecimentos importantes sobre um tema crucial para São Paulo: a mobilidade urbana. Parabéns!

    Abs, Fábio Faiad.

  17. Caro Eduardo, esse problema de “excesso” de veículos ocorre até em cidades pequenas, como a minha que tem cerca de 10.000 hab. somente. A culpa certamente é do PT e do Lula que proporcionou que muitos brasileiros pudessem ter acesso a esse meio de transporte, além de crédito, carne, universidade, casa própria, emprego, compras em supermercados e shoppings, viagem de avião, e …….e…….e……E isto a Massa cheirosa não perdoa de jeito nenhum. Fazer o que?

  18. Nada a ver com o assunto em pauta. Mas acerca do Leilão da LIBRA, nenhum piu!!!!!Vai sair 100 vezes mais barato que a entrega da vale. Quem se elegeu com o mote de que o adversário entregaria a Petrobrás na bacia das Almas????

  19. Edu, quer ver coisa mais vergonhosa que esta, parece horário eleitoral do Alkmim, horário gratuito patrocinado em uníssono pelo PIG:

    “Depois que esse governador entrou aí o bagulho ficou doido mesmo. Você sabe de tudo o que aconteceu, cara, na época que ‘nóis’ decretou ele, então, hoje em dia, secretário de Segurança Pública, secretário de Administração, comandante dos vermes (Polícia Militar), estão todos contra ‘nóis’.”, diz o preso LH. De acordo com os promotores, a facção criminosa se refere a “decretar a morte” do governador.
    O diálogo ocorreu no dia 11 de agosto de 2011, às 22h37.

    Veja bem, a 2 anos atrás ocorreu este diálogo, justamente agora que o Governador precisa “devido às manifestações a seu governo”, precisa da reeleição, vêm este marketing fenomenal, é assim que funciona o PSDB, sem proposta.

    • Hoje mesmo recebi de uma amiga, o repasse de um e-mail de Alexandre Garcia dizendo que os impostos dos EEUU são muito menores que no Brasil. daí cita vários impostos, inclusive a CPMF ( infelizmente derrubada, pois era um imposto fiscalizador) . Estão reenviando os e-mails que desconstroem o governo!
      E-mails que correram na Internet há anos. Não brincam em serviço. Estão com todo o gás. Fiquemos espertos.

  20. O que ainda tá difícil é convencer sobre as ciclovias, multimodais, despoluentes, saudáveis, anti-acidentes, democráticas, etc. ,etc,
    Não gosto da idéia de realizar nas vias laterais, por causa da eficiência energética, o ciclista, o pedestre, etc. Procura o menor caminho, tem que aumentar as calçadas e abrir espaço para todo transporte de propulsão humana, ou humana com suporte elétrico até determinada potência.
    Tem que aproveitar as vias onde as cotas dos morros sejam favoráveis Tem que juntar os cicloativistas com os cadeirantes, com skatistas…
    Priorizar na aplicação das multas, aquelas que forem contra atitudes de violência no trânsito e não por radares, mas por pessoas que zelem pela vida das pessoas.
    Tínhamos todos que falar mais sobre isso, pois pra mim, parece que essa consciência ainda não chegou nas pessoas, que a ciclovia é daqueles assuntos que depois a gente pensa em como pudemos tanto tempo viver sem elas.

  21. Observo que os velhos “trolls” nossos conhecidos andam meio ressabiados. Não tem dado o ar de sua graça. Edu, você os tem bloqueado ou eles estão mesmo de recesso? Em compensação, um novo parece que fez sua estréia: esse “paulo” joga no mesmo time, não é mesmo?

  22. Observo que os velhos “trolls” nossos conhecidos andam meio ressabiados. Não tem dado o ar de sua graça. Edu, você os tem bloqueado ou eles estão mesmo de recesso? Em compensação, um novo parece que fez sua estréia: esse “paulo” joga no mesmo time, não é mesmo? Abração.

  23. O Estadão, como sempre, com o seu “jornalismo” safado.

  24. Tem um jeito mais fácil de explicar o Estadão, que é a própria forma como eu o chamo: o Feudão.

  25. PESQUISA DA OPOSIÇÃO DIZ QUE DILMA VENCERIA NO 1º TURNO

    12 de outubro de 2013
    Nem Aécio e nem Campos. Dilma vence 1º turno

    A presidente Dilma seria reeleita no primeiro turno se disputasse a eleição presidencial contra o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), segundo pesquisa do instituto Datafolha realizada nesta sexta-feira, 11. Dilma teria 42% das intenções de voto, enquanto Aécio ficaria com 21% e Campos, 15%. Votos em branco, nulo ou nenhum totalizam 16% e outros 7% não sabem em quem votar.

    Para vencer no primeiro turno, o candidato precisa somar mais de 50% dos votos válidos, o que exclui os votos branco e nulos.

    A pesquisa é a primeira após a união da ex-senadora Marina Silva com Eduardo Campos. Foram feitas 2.517 entrevistas em 154 municípios, e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

    Foram testados quatro cenários para a eleição presidencial de 2014, alternando os nomes de Campos e Marina, pelo PSB, e os de Aécio e do ex-governador José Serra, pelo PSDB. De acordo com a pesquisa, publicada hoje pelo jornal Folha de S. Paulo, nas outras três combinações, Dilma não teria índice suficiente para garantir a reeleição no primeiro turno.

    A disputa que seria mais acirrada é a que inclui Marina e Serra. Nesse cenário, Dilma soma 37% dos votos, Marina, 28%, Serra, 20%, brancos, nulos e nenhum, 10%, e não sabem, 5%. Contra Serra e Campos, Dilma teria 40%, o tucano, 25%, o socialista, 15%, brancos, nulos e nenhum, 15%, e não sabem, 6%. No confronto envolvendo Marina e Aécio, a presidente teria 39%, a ex-senadora, 29%, o senador, 17%, brancos, nulos e nenhum, 10%, e não sabem, 5%.

    Dilma ganha em todas as simulações de 2º turno

    Ainda de acordo com o Datafolha, Dilma venceria todas as simulações de segundo turno. A vitória mais apertada seria contra Marina: 47% a 41%. No enfrentamento com Aécio Neves, Dilma ganharia por 54% a 31%. Contra Serra, a presidente seria reeleita por 51% a 33%.

    O maior índice de rejeição é ao nome de José Serra: 36% não votariam no ex-governador paulista. Dilma tem rejeição de 27%, Campos, 25%, Aécio, 24% e Marina, 17%.

  26. Texto excelente, na veia, sem meias palavras, parabéns Eduardo!

  27. Se os tucanos, que governam São Paulo há mais de 20 anos, tivessem investido mais em metrô, ao invés de roubar os recursos do mesmo, talvez não fosse preciso tantas faixas de ônibus.

  28. PCC mantém ativa ordem para matar Alckmin; leia e ouça diálogo em que o PCC mandou votar no PT

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pcc-mantem-ativa-ordem-para-matar-alckmin-leia-e-ouca-dialogo-em-que-o-pcc-manda-votar-no-pt/

    • Esses áudios vão fazer dez anos em 2016, ou seja, daqui a dois anos. Foram gravados em 2006 e aparecem novamente. Por quê? Ah, é que não dá mais para explorar o mensalão…

    • Ferrovias estão sendo recuperadas, mas nós é que não temos informações. Até sugiro ao Eduardo esse tema. Como estão as ferrovias?

      O trem bala seria uma opção para desafogar a ponte aérea. Com a melhoria da economia e o crescimento da população , seria uma necessidade, não um obra faraônica.
      Para você ver como a questão é complexa, não dá para sair do papel de uma hora para outra.

    • Veja?!
      Dá para desconfiar!

  29. LEILÃO DA LIBRA. PSIIITTT!!!!!!!
    ESTAMOS TODOS MANCOMUNADOS….Nem um pio!!!

  30. Isso sem contar a sustentabilidade, tão em voga com Marina e cia. Ou um ônibus polui mais que 50 carros?

  31. Maravilha de comentários Edu. É realmente um editorial descarado que merecia ter eco nas entidades de passe livre e mobilidade urbana.

  32. Para o transporte de pessoas, há o transporte público que é essencial em uma cidade, provendo a locomoção das pessoas de um lugar a outro. O uso do transporte público proporciona a diminuição da poluição, uma vez que menos carros são utilizados. Atualmente o ônibus, meio de transporte público rodoviário, é o mais utilizado para o transporte de pessoas.

  33. Pelo menos, alguém teve coragem de se opor à faixa exclusiva de ônibus. Viva o Estadão. Este jornal subiu no meu conceito.

  34. O Estadão precisa definir qual informação está certa.Veja abaixo duas afirmações antagônicas sobre a mesma coisa.Afinal os corredores e faixas estão sub ou super utilizados? Mesquita,a palavra é tua.

    “não resistem à tentação de circular pelos corredores e faixas de ônibus – espaços em grande parte vazios ”

    ” invadem as poucas faixas destinadas aos carros para fugir do congestionamento nos corredores e faixas.”

  35. Eduardo, no combate a este tipo de mídia, eu não vi até hoje um mote em que batesse realmente em seu viés político – A mídia que persegue os petistas é a mesma que serviu com denôdo à ditadura.
    Para isto, perdem até o bom senso como o caso do Estadão contra o corredor de ônibus, de resto utilizado em algumas capitais do país com muito sucesso.

  36. Prezados gestores do PT , esquecem que a “minoria pobre da população” tem hoje em seu poder um ou dois automóveis, são possuidores de freezers , de última geração, TVs à cabo em telas de 42″ , pisos de cerâmica em suas casas , azulejos até o teto e por ai vai . Nós , os velhos descamisados e aposentados vergonhosamente neste pais que, não considera o tempo de contribuição ao INSS , perguntamos : ” O que vcs. fazem por nós ??” .
    Defendem os mensaleiros como se nunca existiu os “desvios” de nosso dinheiro para o vosso partido e aprovações de vossas proposições , mas NÃO estudam tecnicamente e não fazem amostragem de picos de fluxo de ônibus , automóveis e principalmente caminhões leves e os pesados, todos concorrendo na mesma pista . Porém por uma medida política determinam os corredores e colocam as faixas , ainda erradas sem posições adequadas para sair fora delas em acessos à direita . . Cadê a competência ?? . Chame e conclame nós os aposentados , mas com enorme bagagem técnica para contribuir com um trabalho viável e capacitado . Nós temos a experiência e história . Vocês se esquecem , mas o jargão da “minorias ricas” , eram utilizadas por Josef Stalin , autor de mais de cinco milhões de assassinatos , Adolf Hitler em nome da supremacia ariana , culpando sempre os donos do dinheiro , o próprio idolatrado do PT , dizem vocês o maior estadista vivo, Fidel Castro , quantos assassinou em nome de seu partido ??
    Os mísseis de Cuba , quase a terceira guerra . Prezados vcs. tem memória curta , para se trabalhar com eficiência e eficácia NÃO É PRECISO insuflar o ódio de classes . Vocês também passarão , como os comunistas da ex União Soviética . Hoje se retratam à uma Cuba , uma Venezuela decaída e pobre , uma Bolívia , que produz a metade da coca existente . Pô que partido é este ?. Cadê o Deus em vossas existências ??
    Sejam brasileiros sem ódio e revanchismos em vossos corações . Vejam o exemplo do Mandiba .Só pregam o revanchismo e ódio pelos ex trabalhadores , hoje desempregados , velhos e doentes . Esquecem que nós somos iguais à vocês e poderão estar mais ainda mais corroídos de ódio quando forem velhos como nós !!

  37. Analisando os comentários, chego a uma conclusão: o prefeito não quer ninguém na Rua só ônibus que demora mais de 15 minutos para passar e vem lotado, sem qualquer condição. Utilizo ônibus e carro, mas toda vez que saio de carro, fico cada vez mais detestando o PT e espero que um dia este partido seja enterrado. O Prefeito com o corredor de ônibus proibiu você de ir a um comerciante, pois o corredor é ao lado do comercio, já levei multa por entrar em um comercio por passar pelo corredor; esta tirando todas as alternativas das avenidas: ex a Heitor Penteado, Jaguaré, Corifeu ( perto da USP ) e Cerro Corá … quem foi o idiota que deu a ideia do corredor nestas avenidas? Só pode ter sido um petista que fica sentado e anda de helicóptero. Tenho minha consciência tranquila, pois, nunca votei no PT nem lula e nem Dilma e muito menos no Hadad, mas sofro porque os bolsa família e outros beneficiários votam e são a maioria. O único corredor de ônibus na Cidade de São Paulo que deu certo e aprovo é Rebouças e Consolação. Só desejo que esta cidade pare e vire um caus na Copa.

  38. Vagões do Metrô, Monotrilho e Trens suburbanos têm cada vez menos assentos
    Esta cada vez mais difícil viajar sentado nos trens em São Paulo. E isso não é só por causa da crescente superlotação do sistema. Dados obtidos por meio da Lei de Acesso a Informação, mostram que os veículos das frotas modernizadas e as composições novas têm sido entregues com cerca de 100 assentos a menos do que os equipamentos antigos.
    Trata-se de uma tendência acelerada recentemente. Nos anos 1980 – segunda década de funcionamento das linhas da companhia, as composições da frota “C” da Linha 3-Vermelha possuíam 368 bancos. Algumas destas ainda rodam naquele ramal. No fim do decênio seguinte, os trens recém-adquiridos para a Linha 2-Verde passaram a apresentar 274 assentos, em um lote que recebeu o batismo de frota ”E”.
    Agora, a quantidade de vagas para os passageiros se acomodarem caiu ainda mais. Por exemplo, quem andar em um veículo da frota “K”, modernizada nos últimos três anos, terá de disputar um dos 264 lugares disponíveis. Chama a atenção o fato de que esses trens, antes de serem reformados e rebatizados, pertenciam à antiga frota “C” com 368. Ou seja, possuíam 104 assentos a mais, com os mesmos comprimentos e larguras dos vagões redefinidos, sendo que as vagas do Monotrilho Linha 15-Prata recém inaugurado, não passam de 120.
    Embora o Metrô, que é controlado pelo governo do Estado, não admita oficialmente, a redução dos bancos em seus trens tem o objetivo de permitir a acomodação de um número maior de pessoas em pé, desafogando mais rápido as plataformas superlotadas das estações durante os horários de pico.
    CONCLUSÃO
    “PARA O METRÔ E CPTM, MODERNIZAR E AMPLIAR CAPACIDADE É SINONIMO DE SUBTRAIR ASSENTOS”.
    ANÁLISE TÉCNICA
    As prioridades não têm levado em consideração o conforto dos usuários. “Como tudo é dimensionado só para atender à demanda no horário de pico, ninguém depois muda o arranjo e acrescenta mais assentos nos trens”.
    Proponho um sistema de Trens de dois andares com altíssima capacidade de demanda em apoio à Linha 11-Coral da CPTM, para aliviá-la nos horários de ponta. “Esses trens “double decker” utilizariam a mesma linha e maioria dos passageiros viajariam sentados.”
    É prioritário para implantação das composições de dois andares até a Barra Funda reformar e ampliar as Estações da Mooca e Água Branca, readequar a Júlio Prestes e construir a do Bom Retiro (que englobariam as seis linhas existentes além dos futuros trens regionais). Tal atitude beneficiaria todas as linhas metro ferroviárias, e decentralizaria e descongestionaria a Luz.
    Seria uma decisão sensata, racional, e correta porque falar em conforto para uns e outros irem esmagados não tem o menor sentido. Além de se evitar um risco maior, seria uma forma de aliviar este “processo crônico de sardinha em lata”.
    IDOSOS
    A Linha 5-Lilás, na zona sul, foi inaugurada em 2002 com trens de 272 lugares. A futura frota que será comprada para circular no ramal, que está sendo expandido para receber mais passageiros, registrará, em cada composição, 236 bancos, a menor quantidade entre todos os veículos do Metrô, com exceção do Monotrilho que tem 120.
    Além do natural envelhecimento da população – segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pessoas com mais de 65 anos de idade no país saltarão de 14,9 milhões em 2013 para 58,4 milhões em 2060 -, o governo Alckmin (PSDB) aprovou uma lei, no fim de 2013, que diminui de 65 para 60 anos a idade mínima para homens andarem de graça no metrô e na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o que deve atrair ainda mais passageiros desse perfil.
    Sem fornecer números, a assessoria de imprensa do Metrô informou que a quantidade de assentos preferenciais nos trens novos e modernizados “É superior ao mínimo estabelecido pela lei”. Os dados oficiais indicam que os trens do Metrô carregam, no máximo, até 2 mil passageiros.
    No caso dos trens da Linha 5, na lotação de 6 pessoas por m² (Limite máximo mundialmente recomendado), a capacidade será de 1,5 mil usuários. Já na superlotação de 8 pessoas por m², são 1,9 mil.

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