ONG protocola na Polícia Federal denúncia contra pesquisas

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Exatamente às 14:44 hs. de terça-feira, 25 de setembro de 2012, a Organização Não Governamental Movimento dos Sem Mídia enviou emissário à sede da Polícia Federal em São Paulo para protocolar Representação contra pesquisas eleitorais no âmbito de inquérito policial aberto em 2010 por determinação da Procuradoria Geral Eleitoral.

Abaixo, a reprodução do protocolo da PF na primeira página da peça jurídica.

Alguns breves comentários.

Antes de tudo, há que comemorar o fato de que juntamente a essa queixa à Polícia Federal foi entregue um calhamaço contendo manifestações de apoio de 1016 cidadãos brasileiros que, nesta página, aderiram ao chamamento de seu signatário e da ONG Movimento dos Sem Mídia e, assim, endossaram a denúncia àquela instituição.

Se formos pensar em termos de abaixo-assinado, não é um número tão expressivo. Todavia, se pensarmos que se trata de uma denúncia à Polícia, é uma enormidade. São cidadãos dos quatro cantos do país que, além de endossarem a tese da peça em questão, relatam que manipulações de pesquisas estão ocorrendo em todo o país.

O que se pode dizer? Como cidadãos, fizemos a nossa parte. Inclusive, de uma forma que nos coloca acima de acusações de partidarismo, pois entre um instituto acusado de favorecer o candidato José Serra e outro acusado de favorecer o candidato Fernando Haddad, pedimos que os dois institutos sejam investigados.

Diante de tal exemplo de exercício de cidadania, podemos nos orgulhar. Com o apoio decidido dos leitores a essa iniciativa inquestionavelmente republicana, tenho a mais plena confiança em que, juntos, inscrevemos nossos nomes em um cantinho de página da história política deste país.  Parabéns a você que apoiou a iniciativa.

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91 Comentário

  1. Tá russo, mano!

  2. Sinto muito orgulho quando vejo que existem HOMENS como você.
    Homens que não têm medo e não se vendem.

    Parabéns e obrigada.
    8)

  3. Esses golpistas desavergonhados esqueceram de combinar com os “russos”, ou seja, o povo brasileiro.

    Povo, aliás, que na sua sabedoria simples, já percebeu a onda golpista instalada no país.

    Começam a pipocar cenários sombrios para a oposição como um todo, para o PSDB em especial.

    Fico imaginando a sensação da grande mídia, após a “avalanche de mensalão” nesse mês, ver seus candidatos preferidos correndo o risco de naufragarem impiedosamente.

    Volta ao poder, para essa oposição cretina, só com golpe no judicionário, e mesmo assim acho que haveria uma grande reação popular contrária.

    Gostaria muito de ver Joaquim Barbosa, o novo herói do PIG, ser descontruído nas urnas pelo povo numa derrota épica para Lula ou Dilma. Duvido muito ele abrir mão de sua posição atual no STF para embarcar numa canoa furada dessas.

  4. Para a Folha tomar nota. Juiza diz que “não adianta a democracia do voto, se houver a ditadura das pesquisas.” (Elizabeth, Juiza de Direito/MS)

    A juíza Elizabeth: ‘nao adianta a democracia do voto, se houver uma ditadura das pesquisas’

    Batalhas judiciais no TRE-MS colocam em dúvida pesquisas eleitorais em Campo Grande
    Éser Cáceres

    Evelin Araujo
    Além da disputa pelo voto, as eleições deste ano na capital sul-mato-grossense deflagraram uma guerra que envolve institutos de pesquisas, veículos de imprensa e as coligações partidárias.

    Com as batalhas jurídicas, se tornaram comuns em Campo Grande as impugnações pela Justiça Eleitoral de levantamentos estatísticos que deveriam, teoricamente, se limitar a detectar tendências matemáticas.

    A situação apimentou o debate sobre a credibilidade das pesquisas e resgatou velhas acusações sobre o uso político dos números para tentar influenciar a decisão dos eleitores. Não é de hoje que as pesquisas eleitorais são alvo de dúvidas.

    Onda de impugnações

    A atuação do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral), provocada pelas reclamações dos candidatos, levantou questionamentos capazes de barrar a divulgação de resultados das pesquisas eleitorais e dividir opiniões sobre o quanto são críveis os institutos de pesquisa em Mato Grosso do Sul.

    Inúmeras pesquisas eleitorais contratadas por candidatos de todos os lados já enfrentaram problemas com a justiça na eleição municipal de 2012 para escolher o próximo prefeito de Campo Grande. As coligações se degladiam apontando à justiça supostas pegadinhas comuns nas pesquisas.

    Houve episódios dramáticos, com empresas de comunicação reclamando do que consideraram censura, e até outras desrespeitando decisões judiciais para divulgar resultados considerados fraudulentos pela Justiça.

    Poder de convencimento

    O mestre em matemática Charles Seife, professor de jornalismo na Universidade de Nova York, mostrou ao mundo ocidental com a obra “Os números (não) mentem”, lançada neste ano no Brasil, como os algarismos possuem um poder de convencimento poderoso e perigoso.

    Segundo Seife, com os números certos, qualquer pessoa ou grupo pode interferir em eleições, promovendo ou derrubando candidatos, ou maquiar a eficiência de um produto, por exemplo. Ele chama de “falácias matemáticas” as técnicas que convencem multidões e tornam inverdades inquestionáveis para boa parte da população.

    “Nossa sociedade hoje está submersa em falsidades numéricas. Usando um punhado de técnicas poderosas, milhares de pessoas forjam números sem fundamentos e nos fazem engolir inverdades. Anunciantes adulteram números para nos convencer a comprar seus produtos, políticos manipulam dados para se reeleger”, resume.

    Juíza serena, mas rigorosa

    No meio de todo o debate, com a serenidade de quem parece não saber o tamanho dos interesses envolvidos, a juíza eleitoral da 36ª Zona Eleitoral, Elizabeth Rosa Baisch, afirma que tem se limitado à simples aplicação rigorosa do que determina a Resolução 23.364 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    O documento, de novembro do ano passado, define as regras para as pesquisas eleitorais nas eleições municipais de 2012 com algumas novidades que parecem ter pegado os institutos de surpresa, ou no contrapé.

    “Não acho que tenhamos uma situação nova com relação às pesquisas. Apenas estou me atendo ao que diz a legislação. Se um candidato reclama, e é procedente, tenho agido como a lei determina”, minimiza a juíza.

    No entanto, na prática, as decisões dela já são apontadas como um pesadelo nos comitês eleitorais dos candidados que participam das eleições municipais campo-grandenses.

    “Já tem coligação querendo atrelar o pagamento da pesquisa somente à aprovação dos resultados pelo TRE. E, muita coisa que a gente sabia que antes passava, agora estamos tendo que adequar. Então, há sim uma situação nova para as pesquisas em Campo Grande”, confirma um empresário regional do setor de pesquisas de opinião que aceitou falar com a reportagem com a identidade preservada.

    ‘Interesse por trás’

    Ele admite que as negociações entre empresários de comunicação, candidatos ou grupos políticos, e as empresas de pesquisa, geralmente envolvem interesses eleitorais e levam em conta os efeitos dos números no eleitorado.

    “Isso é uma coisa lógica. Se um jornal contrata uma pesquisa, é claro que vai ter um interesse por trás. Eu cansei de sentar para negociar pesquisa com o dono do jornal e o candidato dele do lado. Na maioria das vezes, quem contrata é o jornal, mas quem paga mesmo é um candidato”, revela.

    “Tanto é, que a gente faz a pesquisa, apresenta os números, e só então o empresário decide se vai publicar ou não. Se não for favorável ao candidato que ele apoia, você acha que o jornal, tevê ou rádio, vai publicar? Então, se um jornal decide pela publicação ou não, já é porque sabe que o resultado vai interferir no jogo. O simples fato de não publicar uma pesquisa já é um ato tendencioso”, explica.

    Segundo ele, é injusto crucificar os institutos de pesquisa pelos questionamentos que se tornaram comuns contra os levantamentos estatísticos eleitorais.

    “A gente pode não ser tendencioso na metodologia, levantar direitinho, fazer tudo certo. Mas, de um jeito ou de outro, quando envolve a imprensa, qualquer decisão tomada já segue uma tendência, que é justamente aquela mais favorável ao candidato apoiado. Isso é normal”, diz.

    Charles Seife confirma a informação do empresário sul-mato-grossense sobre os efeitos da divulgação ou ocultação dos resultados. “Pesquisas de opinião fingem ouvir o que temos a dizer e usam falácias matemáticas para nos dizer em que acreditar”, diz o pesquisador norte-americano.

    Do lado dos empresários, no entanto, a importância das pesquisas para o pleito é minimizada.

    Em agravo interposto no TRE-MS contra decisão da juíza Elizabeth que suspendeu o resultado da pesquisa registrada com o número MS-00124/2012, o jornal Correio do Estado, o mais antigo de Campo Grande em circulação, alegou que “não são as pesquisas eleitorais em si que exercem influencia positiva ou negativa sobre o eleitorado, mas sim a idoneidade do candidato e seu trabalho em prol da comunidade”.

    Para a juíza, o debate é mais simples. “Eu estou apenas aplicando as normas que estão vigentes. E, se alguém não quer seguir as regras da Justiça Eleitoral, basta realizar suas sondagens como enquete, sem registro oficial, e fazerem como quiserem. Mas, se quiser ter o selo do TRE, então tem que seguir minhas regras, que estão bem claras na Resolução 23.364, do TSE”, avisa Baisch.

    “No começo muita gente achou que podia até ter algum interesse dessa juíza, mas acho que ela está decidindo do mesmo jeito pra todos os lados. E isso, por si só, atrapalha muita gente. O jogo vai ficar cada vez mais assim, com a informação correndo mais rápido nas redes sociais, os barões da mídia perderam muito poder mesmo”, pondera o empresário.

    Questionada a respeito de dúvidas que a atuação dela possa causar nos prejudicados, a calma da magistrada contrasta com o nervosismo que candidatos, militantes e empresários do setor de pesquisas e da mídia demonstram.

    “Estou agindo de acordo com meu entendimento da legislação. São análises puramente técnicas, mas aceito com naturalidade se minhas decisões forem reformadas, pois isso faz parte da vida do juiz. Aceito também que questionem minhas sentenças, meu trabalho, pois sou humana e sujeita a falhas. Só não vou permitir que me ofendam”, diz.

    Nas sentenças de impugnação que tem proferido, a juíza tem barrado algumas práticas dos institutos de pesquisa que, no entendimento dela, infringem a normatização do TSE com relação ao objetivo dos levantamentos e sobre o tratamento igualitário a todos os concorrentes.

    Tudo pode mudar

    Um dos pontos que tem causado impugnações é a prática de diversos institutos de questionarem aos entrevistados sobre em quem votariam em um eventual segundo turno citando como opções apenas os dois candidatos mais votados em pesquisas anteriores. Segundo ela, essa atitude, além de tratar desigualmente os outros candidatos, poderia representar propaganda subliminar.

    Em uma das decisões mais recentes, a juíza observa que, após ser submetido por sete vezes ao nome de um candidato como certo no segundo turno, o entrevistado é submetido à pergunta: ‘Na sua opinião, independente do seu voto, quem você acha que será o futuro prefeito de Campo Grande?’

    “Pesquisas anteriores não transitam em julgado de forma a permitir que se vá descartando os últimos colocados ou elevando ao pódio apenas o primeiro. A principio, a pesquisa apenas reflete aquele momento em que foi colhida a intenção de voto e nada mais. Até o dia das eleições, a intenção pode se modificar em razão de vários imponderáveis fatores, sendo improprio considerar eleição ganha antes do dia”, argumenta.

    Datamax: ‘é bom esse rigor’

    Carlos Eduardo Belinete Naegele, diretor do Instituto Datamax, que teve uma pesquisa impugnada pela juíza justamente pelo ensaio do segundo turno sem todos os candidatos, defende que, do ponto de vista da estatística, não haveria razão técnica para simular todos os cenários no segundo turno. “Tecnicamente falando, fica extenso o questionário e o entrevistado pode perder o foco”, diz.

    Mesmo assim, o empresário concorda com a juíza sob o ponto de vista jurídico. “Entendo que, juridicamente falando, não tem como negar o direito de que, estando no pleito, um candidato possa ir para o segundo turno. Por isso, ao invés de recorrermos, resolvemos registrar nova pesquisa nos adequando à exigência da Justiça. Foi mais rápido”, conta.

    Naegele, que também é empresário de comunicação, garante que o rigor da magistrada não atrapalha. “Como empresário, vejo com bons olhos essa atuação rigorosa da juíza. É preciso que a pesquisa retome seu espaço de aferição, e que não seja um negócio usado para tentar fortalecer candidaturas embalando ou fraudando resultados. Bo caso do Datamax, por exemplo, temos uma gestão técnica, sem interferência de qualquer fator externo”, diz.

    Mercado milionário

    Para a juíza, o rigor se justifica porque as pesquisas de opinião movimentam um mercado milionário que envolve profissionais das campanhas politicas e a mídia em geral se posicionando para que sejam usadas como ‘poderoso aliado de quem pretende alavancar artificialmente candidaturas’.

    “É fato notório que, a reboque dos grandes escândalos, considerável parcela da população não se envolve ou não acredita nas propostas de campanha apresentadas. Este segmento, composto de indiferentes ou indecisos, forma o publico alvo dos profissionais das campanhas, que sabem muito bem que este tipo de eleitor ira escolher candidatos por aquilo que as pesquisas sinalizam sobre quem figura como vencedor na disputa para emocionalmente ‘não perder o voto’”, argumenta.

    Segundo Elizabeth, é dever da justiça usar a legislação para evitar o abuso de poder. “Não adianta termos a democracia do voto, se estivermos sob uma ditadura das pesquisas”, conclui a magistrada.

    A juíza Elizabeth: ‘nao adianta a democracia do voto, se houver uma ditadura das pesquisas’

    http://www.midiamax.com/noticias/817591-batalhas+judiciais+tre+ms+colocam+duvida+pesquisas+eleitorais+campo+grande.html

  5. A quem interessa isso? Quem está por trás desse ato ridículo? Aposto que é o Zé Dirceu!!!

  6. O resultado já está aparecendo – veja a pesquisa do Ibope – hadad na frente 18% e Serra 17%.

  7. Vejam esse vídeo. Senador Roberto Requião defendendo Lula e desancando o PIG.

    http://www.youtube.com/watch?v=EzmFX_WIvJk&sns=tw

    Parabéns, Requião.

    • Eu quero o Senador Requião como Ministro das Comunicações de Dilma. URGENTE!

      • Locatelli, você acaba de provar que é ignorante…….extremamente ignorante.

        O Requião é um dos piores exemplos de político que abunda nesse país.
        Truculência, ele deglute com torradinha, no café da manhã.
        Ele, o irmão dele, e toda sua curriola deveriam ser alijados da política nacional.

        Vai se informar.

        • Catão, assista o video e ‘tente’ desclassificar uma única palavra do que o senador falou ali.
          E depois volta aqui pra chamar quem quer que seja de ignoirante….

          • Luciano, não assisti, e não gostei.
            Exemplificando, eu acho que não dá pra ser um tipo de pessoa, durante uma vida inteira, e se fazer passar por outra, depois.
            É o mesmo que esconder o diabo atrás da porta, mas, deixar o rabo pra fora.

            Eu não confio num troglodita desses, nem vestido de anjinho.

    • Requião? O homem do caso Teixeirinha? Está de brincadeira né?

      • É só um político tecer loas ao pessoal do PT e eles esquecem o lado negro do cara. Collor agora é o herói.

    • A parte mais espantosa é o relato que o senador Requião faz de seu encontro com um ministro de Lula. Requião cobrou desse ministro (quem será?) que o governo tivesse uma comunicação pública. E o ministro respondeu que não era necessário, que o governo já tinha o seu canal de tv: a Globo.

    • swamy.

      Obrigado caro colega de blog.
      Maravilhoso Requião.
      Será que outros senadores terão coragem, dever de obrigação e
      postura do companheiro Lula, servindo muitas vezes de “escada” para
      seus projetos políticos virão à tribuna defender o Líder inconteste dos nossos dias?
      Gravei com muito orgulha para rever esse discurso do Senador Requião –o Governador que teve coragem de quebrar a cara da mídia em seu estado.

  8. Comentário do Mitre, hoje, na Band:
    Haddad muda estratégia e foca seu ataque no líder das pesquisas à prefeitura de São Paulo, Celso Russomano.

    Acho que o comando de campanha do PTista me escutou…….hehehehe.

  9. Excelente Spin, acredito que uma das coisas mais produtivas desta representação foi saber que a mesma situação pode estar ocorrendo em cidades de todo o Brasil, são centenas de postagens acusando o mesmo problema em relação a pesquisas e os respectivos institutos.

    Está aí um bom material para análise dos espcialistas, inclusive do TRE do Estado de São Paulo, que deixa claro os interesses e a metodologia que se esconde por trás de resultados incongruentes ou duvidosos de certos institutos de pesquisa, que sempre apresentam ” pontos fora da curva ” da tendência geral dos outros instittutos e pesquisas.

    O mérito das representações do MSM pedindo investigação das pesquisas eleitorais em 2010 e agora em 2012 é trazer formalmente esse asssunto a discussão da sociedade e seu acompanhamento pela republicana Polícia Federal.

    O trecho final da sentença da Dra. Juíza do TRE/MS identifica bem o problema e o que está por trás de resultados duvidosos de certas pesquisas:

    ” Mercado milionário

    Para a juíza, o rigor se justifica porque as pesquisas de opinião movimentam um mercado milionário que envolve profissionais das campanhas politicas e a mídia em geral se posicionando para que sejam usadas como ‘poderoso aliado de quem pretende alavancar artificialmente candidaturas’.

    “É fato notório que, a reboque dos grandes escândalos, considerável parcela da população não se envolve ou não acredita nas propostas de campanha apresentadas. Este segmento, composto de indiferentes ou indecisos, forma o publico alvo dos profissionais das campanhas, que sabem muito bem que este tipo de eleitor ira escolher candidatos por aquilo que as pesquisas sinalizam sobre quem figura como vencedor na disputa para emocionalmente ‘não perder o voto’”, argumenta.

    Segundo Elizabeth, é dever da justiça usar a legislação para evitar o abuso de poder. “Não adianta termos a democracia do voto, se estivermos sob uma ditadura das pesquisas”, conclui a magistrada.

    A juíza Elizabeth: ‘nao adianta a democracia do voto, se houver uma ditadura das pesquisas’ ”

    Acredito que a lei eleitoral, para a própria igualdade e equilibrio entre os candidatos nas eleições, deveria proibir no futuro que orgãos de comunicação fossem proprietários de institutos de pesquisa, pois se institutos que nada tem a ver com empresas de mídia já tem interesses determinados em pesquisas eleitorais, que dirá de um instituto como o Datafolha cujo dono e jornal ” morrem de amores ” por certo candidato tucano na cidade de São Paulo.

    Como diria certo jornalista: isto é uma vergonha!

  10. Edu, você já deve ter visto que a nova pesquisa do Ibope, divulgada ontem, não só confirma os dados da Vox Populi, como mostra o Haddad ainda mais bem posicionado, com um ponto percentual à frente do Serra. Pelo visto, quem anda gostando de brincar de elástico com a margem de erro é mesmo o Datafolha. Aqui em BH, suspeitamos que o instituto tenha feito a mesma coisa, ainda mais depois de o jornal ao qual é ligado ter sonegado aos leitores da cidade – e só aos leitores daqui, porque no resto do Brasil a foto de capa foi essa – a foto do Lula com o Patrus no palanque. O Datafolha exala o odor do PIG.

  11. IBOPE COLOCA HADDAD A FRENTE!! parabens Edu parabens….MSN……!!!

  12. Impressionante como a carcomídia está presa a Serra. Mesmo existindo um candidato como Russomanno, de extrema-direita, elitista, bem do jeito que o deus mercado gosta, Folha, Globo, Veja e Estadão parecem algemados ao Serra. Que bom! Afundarão juntos.

  13. O pig deve ficar doidinho com o EduGuim. Devem ficar se perguntando, quem é esse cara? Nós já o investigamos (talvez os arapongas do Cachoeira), e vimos que não recebe um tostão do governo, gasta!
    E agora o sujeito vem com essa denuncia com o apoio de mais de mil cidadãos, para nos atrapalhar. Senão bastasse a rejeição ao nosso candidato, tem esse chato que não permite que a gente manipule na boa
    Edu, o chato mais republicano e cidadão do Brasil
    Pega eles, cara!

  14. Prática antiga…lembro de várias dessas, algumas dão certo, outras não. abrçs

  15. Triste e assustador tempo em que vivemos. No blog DODELADODELA, do Marco Aurélio, tem um agradecimento a, mais ou menos, dez (isso mesmo, dez) HERÓICOS artistas que assinaram um manifesto, exigindo um julgamento justo, que respeite os direitos de presunção de inocência, pelo STF. Dez artistas, mais ou menos, tiveram a coragem, se dignaram em assinar um manifesto pedindo um dos mais elementares direito de um cidadão, a presunção da inocência, ou o velho, todos são inocentes até prova em contrário. É URGENTE, OS CIDADÃOS PREOCUPADOS COM A DEMOCRACIA, SAÍREM ÀS RUAS. Não dá para só cobrarmos da PRESIDENTA. Sem apoio popular, nas ruas, será dificil enfrentar a canalha fascista. ABAIXO AOS GOLPISTAS!!!! PRECISAMOS IR ÀS RUAS!!!!

  16. É difícil manter a ternura enquando o STF castra a única chance que tivemos de nos tornarmos um País decente para todos.
    É difícil manter a ternura enquanto os traidores desfilam na mídia escancarando todo o seu desprezo pelo País.
    Está difícil ter uma atitude terna enquanto não houver um grupo de jornalistas e colaboradores que formem uma imprensa que se contraponha aos barões da mídia nacional.
    Será impossível manter nossa democracia enquanto não houver um grande grupo de mídia que fale pelo bem do Brasil. Lamento, mas não sou otimista!
    Com quase seis décadas de vida estou cansado de ter que informar as pessoas por onde ando sobre o que a mídia nativa fez, faz e fará contra o Brasil.

    De Floripa

  17. È isso ai Edu, é não dar chance p/esse PIG manipular!!!!!!!!!

  18. aqui em curitiba,beto richa pia de predio,ganhou do osmar dias na censura,agora ele e o seu eunuco luciano dulci,estão censurando blogs como o blog do tarso 106 mil de multa .censurando pesquisa.

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