Diga “não” às drogas

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charge de Eduardo Guimarães

Para ficar afinado com o tema mais quente do momento, as drogas, convido-os a dizerem não a elas. Não compre, não venda. Não polua a sua mente com substâncias nocivas.

Agora, um aviso aos navegantes: além de blogueiro “sujo”, “primário”, “regressista” e “chapa-branca”, também sou chargista. E ando com uma vontade de voltar a desenhar….

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116 Comentário

  1. Parabéns pela charge, Eduardo.

    Traga mais delas para fazer parte deste espaço.

    • O assunto não é este, mas por conta de outro tópico que não encontrei, Eduardo.

      Eu disse que pagava para ver a sociedade americana aceitar a descriminalização das drogas. Olha aí, Obama sabe o custo político que teria em época de eleição se embarcasse nessa canoa furada que aqui no Brasil foi entoada como exemplo por ter Clinton e Carter. Detalhe, Clinton não se ele nem para síndico nos EU, um país que ainda estranha uma garota engravidar fora do casamento, como foi o caso da filha de Palin. A sociedade americana é nas suas entranhas conservadora, sua formação é puritana. Não se pode medir o suposto modernismo americano a partir de Nova York, É como se medissemos o Brasil pelo Rio ou SP. O buraco é mais embaixo. Não é isso que a imprensa afirma, há outras nuaces além do que a imprensa diz que tem poder.
      Se as igrejas não tivessem força nos EU, a Casa Branca não abriria suas portas todos os anos, para o encontro com pastores. Vai, vai pensando que o Conselho Mundial de Igrejas não se manifesta com o seu poderoso lobby. Não estou afirmando que seja certo ou errado, para mim, cada um sabe de si. No meu caso. não uso e nem bebo. Mas não pensem que legalizar drogas será uma coisa tão simples assim.

      Aliás, FH não é bem aceito no meio evangélico, ele é tido como ateu. Como lá, não será simples assim aqui. Vou estar sendo repetitiva, é preciso conhecer esse meio e saber dialogar e discordar, os evangélicos crescem e crescerão no país, eles definirão políticas no futuro. As vezes tenho a impressão que o Rio elegerá um governador ou prefeito evangélico e de veia pentecostal.

      O governo americano avalia que sua política de combate ao narcotráfico está funcionando e se opõe à descriminalização do uso de drogas, disse à Folha o secretário de Estado assistente dos Estados Unidos para Assuntos Político-Militares, Andrew Shapiro.

      Shapiro iniciou na quarta-feira (1º) sua primeira viagem ao Brasil, depois de uma escala na Colômbia, país sul-americano que mantém a relação mais próxima com as Forças Armadas americanas. No Rio, ele falou a integrantes da Escola Superior de Guerra e visitou o centro de treinamento para os militares enviados às forças de paz da ONU. Em Brasília, participa do diálogo político-militar entre dois países, reforçado pelo acordo de cooperação em defesa assinado no ano passado.

      “[Em filme, FHC defende descriminalização do consumo de drogas]:http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/922493-em-filme-fhc-defende-descriminalizacao-do-consumo-de-drogas.shtml
      Comissão do Senado aprova convite para FHC falar sobre drogas
      Líder do PT parabeniza FHC por contribuir no debate sobre drogas

      Questionado sobre o temor dos militares brasileiros de que as reservas de petróleo da “Amazônia azul” –o litoral– sejam alvo da cobiça internacional, Shapiro disse que os EUA querem manter com o Brasil uma colaboração no setor energético que não seja vista como uma “relação de exploração”.

      Na entrevista em que repetiu inúmeras vezes as palavras “parceria” ou “parceiro”, para definir o relacionamento bilateral, ele disse que os EUA estão oferecendo um nível de transferência tecnológica “sem precedentes” caso a FAB opte pelo F18 da Boeing na renovação de sua frota de aviões caça.

      Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

      FOLHA – O presidente da Colômbia parece ter desistido de submeter ao Congresso o acordo militar assinado em 2009 com os EUA. O acordo está morto?
      ANDREW SHAPIRO – Acho que eles ainda estão analisando as implicações legais da decisão da Corte Suprema [de que o acordo tinha que ter aprovação parlamentar]. O importante é que temos uma relação de defesa muito robusta com os colombianos e, independentemente do estado final desse acordo, não haverá impedimento a que continuemos a colaborar com a Colômbia como fizemos na última década.

      Mas vocês não poderão ampliar o uso de instalações colombianas.
      Houve muito mal entendido e mitologia sobre esse acordo. Boa parte dele era apenas a atualização de acordos já existentes, que foram englobados em um único. Nunca foi sobre bases americanas independentes, mas sobre nossa habilidade de cooperar com eles e modernizar o que já existe.

      A chamada guerra às drogas tem sido muito criticada. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acaba de fazer um filme que apoia essas críticas e propõe a descriminalização do uso de drogas. Haverá mudanças na política americana?

      Uma das coisas que eu constatei na Colômbia é que o Plano Colômbia [de combate ao narcotráfico e à guerrilha] foi bastante bem sucedido. Houve uma redução de produção de coca como resultado de nossas políticas. Certamente não é a política dos EUA defender a descriminalização dos narcóticos. Ainda há desafios na região, que estamos trabalhando com nossos parceiros para enfrentar. Mas, da minha perspectiva, nossos esforços funcionaram.

      O Brasil discute os próprios acordos com os vizinhos para combater o tráfico nas fronteiras. Como o sr. vê isso?

      Queremos trabalhar com todos os nossos parceiros na região, incluindo o Brasil, sobre a melhor maneira de combater o narcotráfico. É uma questão que afeta todos os países no hemisfério, prejudica a todos.

      Um dos principais focos da atual doutrina militar brasileira é a proteção da chamada Amazônia azul, o litoral. Isso presume que, com a futura escassez de energia, a região será alvo de cobiça internacional. Se fosse brasileiro, o sr. também estaria preocupado?

      Globalmente, a administração de recursos naturais é um desafio diante do aumento da demanda. Do nosso ponto de vista, queremos ser um parceiro do Brasil, e essa foi uma das questões discutidas no Diálogo de Parceria Global que a secretária de Estado acaba de ter [em Washington, com o chanceler Antonio Patriota]. O presidente dos EUA também veio aqui recentemente para uma visita muito importante. É o tipo de questão que queremos abordar juntos como parceiros, e não a partir da visão de uma relação de exploração. Saudamos a importância crescente do Brasil no palco internacional e queremos trabalhar em parceria com o país.

      O ministro da Defesa brasileiro tem sido crítico das operações da Otan (aliança militar ocidental) fora da fronteira de seus países-membros. Também criticou os EUA por não terem ratificado a Convenção da ONU sobre os Direitos do Mar. Como o sr. responde?

      Nosso governo gostaria de ratificar a convenção, e precisamos trabalhar com nosso Senado para garantir os votos nesse sentido.

      O ministro tem razão em temer operações da Otan no Atlântico Sul?

      Não sei exatamente o que ele disse, mas nossa meta de engajamento militar neste hemisfério é trabalhar em parceria. E há algumas áreas nas quais é cada vez mais importante que o Brasil e os EUA trabalhem juntos: em assistência humanitária, como no Haiti, em operações de manutenção da paz. Certamente não estamos antecipando nenhuma presença da Otan na América do Sul. Uma das razões para este diálogo que teremos em Brasília é ver em que áreas essa parceria pode ser aprofundada.

      O Brasil vai recomeçar o processo de seleção dos novos caças da FAB. Que novas cartas os EUA têm para promover o F18?

      Claro que achamos que é um grande avião, e, considerando os méritos, achamos que seria uma grande escolha para a Força Aérea Brasileira. Meu birô é responsável por conseguir a aprovação para nossas vendas militares externas e para as vendas comerciais diretas. Somos nós que estaremos processando a venda para aprovação. A secretária de Estado escreveu ao governo brasileiro que haverá um nível sem precedentes de transferência tecnológica para esses caças. Recentemente, o Congresso enviou cartas confirmando que os EUA estão comprometidos com isso. Achamos que, se a competição for justa, o F18 fornece a melhor solução para a Força Aérea brasileira e continuaremos a argumentar isso em nossas discussões.

      Não há uma história de transferência tecnológica dos EUA para o Brasil na área militar.

      Fizemos grandes avanços nos últimos anos e, em particular para essa competição do caça FX-2, tomamos a decisão de permitir um nível sem precedente de transferência tecnológica. Não achamos que isso deva ser um obstáculo à escolha do caça da Boeing. Sei que há um pouco de mitologia, muitas vezes usada pelos competidores dos EUA para se aproveitar da ansiedade que a questão provoca. Mas achamos que, se você olhar para os fatos, nossa proposta atende a todas as preocupações.

      A visão aqui é que a América do Sul e a América Latina, com a possível exceção do México, não são muito importantes para os EUA.

      *Eu contestaria sua tese de que o hemisfério ocidental e em particular a América Latina não são importantes para os EUA. Eles são criticamente importantes. O presidente Obama, mesmo com toda a crise no Oriente Médio, tomou a decisão de manter a visita à América do Sul devido à importância que dá à relação particularmente com o Brasil, mas também com outros países da região. Do nosso ponto de vista, há vários interesses importantes, como eu vi na Colômbia na nossa parceria contra o narcotráfico. O comércio é uma parte incrivelmente importante na relação, e os laços econômicos entre os EUA e o hemisfério também.

      Com a retirada prevista das tropas de combate do Iraque e do Afeganistão, os EUA pretendem manter bases nos dois países?

      Temos um acordo com o governo do Iraque sobre a retirada de nossas tropas. O secretário da Defesa Robert Gates disse que, se eles desejassem que fiquemos por mais tempo, estaríamos dispostos a considerar. Não é uma sugestão de bases permanentes, é apenas a disposição de ficar por mais tempo se eles acharem que isso será positivo para sua própria segurança. Em última instância, depende do governo iraquiano.

      No Afeganistão, buscaremos até 2014 uma transição para forças majoritariamente afegãs. Ainda estamos num diálogo com o governo afegão sobre a natureza futura de nossa presença. O que deixamos claro é que não vamos abandonar o Afeganistão, ao contrário do que aconteceu no passado. Estamos lá em longo prazo. Isso não significa que estaremos lá com mais de 100 mil soldados, mas que estamos comprometidos com a segurança afegã.

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      http://www1.folha.uol.com.br/poder/924626-eua-se-opoem-a-descriminalizacao-das-drogas-diz-enviado-de-obama.shtml

  2. Quero dar aqui meu depoimento
    Sou um ex-usuário
    fui viciado durante anos
    não conseguia tomar meu café da manhã sem ler o jornal, no caso O Globo
    ficava irritadiço, mau humorado, encafifado
    pensava que era o excesso de caféina
    mas depois percebi que era efeito do pig
    parei em 2006 na reeleição do Lula
    estou limpo desde então
    Minha vida mudou, hoje sinto-me ótimo e bem informado
    E aroveitando que hoje foi o dia do “não ao tabaco”
    quero dar esse testemunho aos pigólatras
    Se é possível largar o cigarro
    largar o pig é bem mais fácil (né, Edu?)
    Tente! Você conseguirá
    E sua qualidade de vida vai melhorar, e muito

    • Parabéns por ter se livrado desse vício Juliano Santos! Pigólotra, essa foi boa. Poderia existir um dia de comemoração àqueles que conseguiram se livrar dessa droga do PIG, eu também fui um viciado e hoje estou sarado!

    • Gostei dessa, companheiro!
      Agora sei que não estou sozinho e me senti encorajado a continuar. Estou em fase de desintoxicação e às vezes tenho uma recaída e assisto o Jornal da Manhã. Outras vezes passo por uma banca de jornal e olho as manchetes dos jornais incluindo a revista Veja.
      Mas com essa, eu só tenho a agradecer.
      Obrigado, amigo pela injeção de força!
      Vou continuar o tratamento!

  3. Maravilha!
    A charge toda é muito boa, tendo faltado apenas o logotipo da Globo.
    Na fala do meliante você arrasa, Eduardo; “esses bagulho” dá uma espicaçada nos pseudos cultos.

    • As outras ¨drogas¨, talvez as mais perigosas, devem estar escondidinhas na parte esquerda do casaco.
      O ¨traficante¨midiatico esta apenas nos primeiros passos do aliciamento, depois os bagulhos mais alusinativos…

  4. Dizem que se você injetar água de esgoto na veia, causa efeitos alucinógenos. Bem, como estamos falando de jornalismo de esgoto, então faz todo o sentido chamar a Veja e cia de “bagulho”.

  5. Maravilha, Edú. Além do humor (essencial na batalha), você tem finos traços…rsrs
    Imagino o que deve ter guardado…só não me mostre como desenha o Serra, por favor….
    Parabéns ao artista sujo!

  6. Tá saindo melhor que a encomenda Edu!! Já está ficando polivalente, hheheheh… É uma pena que somos obrigados a conviver com este tipo de “DROGA”, altamente prejudicial para o crescimento intelectual dos que dela se abastecem….

  7. Também sou fão de charges , por isto aquelas bem humoradas e que ridicularizam pessoas ou situações são as minhas preferidas , desde que não sejam preconceituosas .

  8. Tenho certeza que este blogueiro comprometido com a cidadânia e com o ser humano saberá nos brindar com charges críticas e construitvas .

  9. sempre a crise, para governo melhorar ainda mais, agradeço hoje por essa oposiçao sem rumo, que a vezes acerta alguma coisa…proximo meses …aguardem

  10. Edu,

    tem que aumentar o tamanho da capa do “distribuidor”. Se considerarmos só as “organizações”, já acrescenta muita droga a ser evitada.

    Abraços.

  11. Eduardo, o que está acontecendo com o Ministério da Saúde? O Dilma cadê você?
    __________________________________________________________________

    Do Blog VioMundo

    30 de maio de 2011 às 23:07

    O Ministério da Saúde adverte: McDonald’s é melhor que feijoada

    carta publicada originalmente no site da Frente pela Regulação da Publicidade de Alimentos

    Senhor Ministro Alexandre Rocha Santos Padilha, acabamos de tomar conhecimento do envolvimento do Ministério da Saúde em campanha publicitária da rede de lanchonetes da empresa McDonald’s no Brasil.

    A nosso ver, este envolvimento não se coaduna com o histórico do Ministério da Saúde na promoção da segurança alimentar e nutricional da população brasileira e com a elogiável prioridade que sua gestão tem consignado para a promoção da alimentação saudável e para o controle das doenças crônicas não transmissíveis.

    A campanha da rede McDonald’s, à semelhança de outras estratégias de marketing empregadas pela mesma empresa, é extremamente nociva, em particular para crianças e adolescentes, que são o público alvo daquela rede.

    Estamos nos referindo especificamente ao uso nas lojas da rede McDonald’s de toalhas de bandeja que reproduzem, lado a lado, material educativo elaborado pelo Ministério da Saúde e publicidade dos produtos comercializados pela rede.

    Como o senhor poderá facilmente verificar, em um dos lados da toalha há mensagens que exaltam a importância para a saúde da prática de atividade física, da ingestão de água, do sono, da proteção contra a exposição excessiva ao sol e da alimentação saudável. Junto a essas mensagens, são mostrados o símbolo da empresa e seu slogan ‘amo muito tudo isso’, o website e o Disque-Saúde do Ministério da Saúde e a referência ao Ministério como fonte das mensagens educativas.

    No verso da toalha, há a reprodução do cardápio dos produtos oferecidos pela rede – sanduíches, batatas fritas, saladas, molhos, bebidas e sobremesas – com informações (em letras miúdas) sobre sua composição nutricional. Essas informações são encimadas pela frase ‘Veja aqui os componentes nutricionais da sua refeição’. Abaixo do cardápio, há um quadro com o título: ‘Veja algumas informações nutricionais interessantes’.

    Neste quadro apresenta-se a composição nutricional do que, para a rede McDonald’s, seriam ‘outros alimentos do seu dia a dia’. Esses alimentos incluem ‘coxinha’, ‘empadinha’, ‘pastel’, ‘pizza’ e ‘feijoada tradicional’.

    É ocioso notar que o objetivo dessa campanha da rede McDonald’s é associar o consumo dos produtos que ela comercializa a comportamentos saudáveis e a induzir o consumidor a pensar que esses produtos deveriam ou poderiam ser consumidos frequentemente (‘alimentos do dia a dia’) e a negar que eles pudessem ser menos saudáveis do que alimentos tradicionais da dieta brasileira.

    Ainda mais ociosa é a constatação de que a inscrição dos símbolos do Ministério da Saúde no material publicitário da empresa legitima a campanha e aumenta em muito sua eficácia.

    Senhor Ministro, a própria composição nutricional do cardápio da rede Mcdonald’s, descrita nas toalhas, revela quão enganosa é esta campanha publicitária. Por exemplo, a ingestão de um Big Mac (que não é o maior dos sanduíches oferecidos no cardápio) acompanhada de uma porção média de batatas fritas, de um copo médio de refrigerante e de uma porção pequena do sorvete com calda da rede fornece dois terços do total de calorias que um adulto poderia consumir ao longo de todo o dia e praticamente todas as calorias diárias necessárias para uma criança.

    Se a opção for pelo sanduíche Big Tasty e por porções grandes dos acompanhamentos e sobremesa, as calorias ingeridas em uma única refeição alcançam o limite superior estabelecido para um adulto em todas as refeições do dia. A situação fica ainda mais grave se o cálculo da composição nutricional envolver a ingestão de nutrientes que aumentam o risco de doenças cardiovasculares, diabetes e outras graves doenças crônicas. Por exemplo, o consumo de um único Big Tasty corresponde, segundo recomendações da Organização Mundial de Saúde adotadas pela ANVISA, a 63% de todo o sódio que o indivíduo poderia ingerir por dia e a 109% da ingestão diária máxima de gorduras saturadas.

    Como certamente é do seu conhecimento, as pesquisas de orçamentos familiares do IBGE vêm mostrando que alimentos tradicionais e saudáveis da dieta brasileira, como a mistura arroz e feijão, vem sendo crescentemente substituídos por bebidas e alimentos ultra-processados, que são densamente calóricos e têm conteúdo excessivo de gordura saturada, açúcar e sódio como a imensa maioria dos produtos comercializados pela rede McDonald’s.

    Senhor Ministro, essas mudanças no padrão alimentar da população brasileira colocam em risco importantes avanços obtidos pela Saúde Pública brasileira nas últimas décadas. O aumento epidêmico da obesidade é a expressão mais dramática das consequências do crescimento do consumo de alimentos ultra-processados. Na mais recente pesquisa do IBGE, realizada em 2008-2009 com a colaboração do Ministério da Saúde, constatou-se que apresentavam peso excessivo metade dos adultos brasileiros, um em cada cinco adolescentes e uma em cada três crianças de 5 a 9 anos de idade. Dados do sistema VIGITEL, operado pelo próprio Ministério da Saúde nas capitais de todos estados brasileiros e no Distrito Federal, indicam que, se nada for feito, em cerca de doze anos alcançaremos a situação calamitosa enfrentada pelos Estados Unidos, onde dois terços da população adulta têm excesso de peso.

    Senhor Ministro, diante dos fatos brevemente relatados nesta carta e conhecedores do seu compromisso com a Saúde Pública, pedimos-lhe que ordene a imediata desvinculação das marcas, programas e imagem do Ministério da Saúde do Brasil da marca, produtos e campanhas da empresa McDonald’s.

    30 de Maio de 2011

    Carlos Augusto Monteiro

    Professor Titular da Universidade de São Paulo e Membro da Academia Brasileira de Ciências

    César Gomes Victora

    Professor Emérito da Universidade Federal de Pelotas e membro da Academia Brasileira de Ciências

    Malaquias Batista Filho

    Professor Emérito da Universidade Federal de Pernambuco e Membro do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA)

    PS do Viomundo: Depois que o Ministério da Cultura “apresentou” o Disney on Ice, aparentemente às custas de renúncia fiscal, ou seja, de dinheiro público, nada mais nos espanta!

    • Pois é, amigo, o governo anda metido com repassadores de drogas para o povo. Empresas estatais anunciam no PiG!

  12. Bem, para se ter uma pluralidade que o PIG não tem, para “que se fale mas não nos cale”, para se ter então o tão almejado “contraditório”, o “outro lado” recomendo a leitura desses dois textos:

    http://www.tsavkko.com.br/2011/06/o-coitadismo-inconsequente-do-pt-e-os.html

    http://www.tsavkko.com.br/2011/05/lula-ira-ao-blogprog-isso-e-bom-partido.html

    Obs.: Não é obrigatório concordar com eles.

    Eduardo, uma mera sugestão, coloque esses textos num tópico para serem debatidos, ou melhor, desmascarados, se for o caso.

    • Isso mesmo!
      Depois, Edu, visite o blog do Reinaldinho Cabeção, o Eunuco, e traga de lá alguns tópicos para discutirmos.
      Hahahahahaha!
      Abração.

      • Lembre-se que ninguém é obrigado a concordar, se é que leu alguma coisa… Mas gostei da tua aceitação, do tipo bem aberto ao debate… A sorte é que a maioria aqui age diferente, ainda penso eu. Só não entendo por que aqui sempre pegam a pauta de uma Folha, Estadão, Globo e Veja, com certa razão, mas nunca um Correio da Cidadania, por exemplo. OU concordam com tudo que tem lá? Ou se é também mais um PIG, por que não debater? Vamos desmascarar tudo, afinal.

      • Todo babaca covarde assina como anônimo ou com nomes que não dizem nada, né? Porque será?

  13. Oi Edu, fiz uma leitura retrospectiva que me deixou muito preocupada e triste pelo tempo que estive afastada (motivo alheio a minha vontade) e não pude contribuir.Incrível essa conversa sobre os blogueiros serem chamados de chapa branca ainda persistir.Apesar de todo o desgaste do caso Palocci ,ao menos de uma vez por todas acaba a hipocrisia.Claro que tudo poderia ter sido evitado,mas a Dilma fez uma opção e agora é melhor que o jogo seja logo aberto.Não adianta chorar o que passou,o importante é ser acertivo e enfrentar sem medo essa mídia que sempre foi a mesma.Bom Edu foi muito bom ler os seus posts porque me ajudam a suportar esses tempos difíceis sabendo que não estamos sós.Este último foi especial me fez rir muito .grande abraço.

  14. Eduardo, que bacana! Vá em frente!!!!!!

  15. Nunca experimentei essas drogas…e nunca vou experimentar!!!!!!!

  16. Apoiado!

    Faz muito tempo que esses caras não veem a cor do meu suado dinheirinho.

  17. VEJA, se comprar, não abra.
    Se Abrir, não Leia
    Se ler, não acredite.
    Se acreditar, RELINCHE!!!

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil apra TOLOS”

  18. Parabéns pelo blog e pelo artigo! Conheço uma clínica séria que tem trabalhado fortemente no tratamento e recuperação de dependentes de droga e álcool, http://www.ctcantareira.com.br. Se puder, Visite-os e conheça o sério trabalho.

  19. Boa tarde ,

    Meu nome é Juliana Rodrigues. Estamos escrevendo em nome do Movimento Nacional Contra a Liberação da Maconha… Pela Vida!

    O motivo do nosso contato é referente ao evento do próximo dia 30 de julho , quando realizaremos a primeira Caminhada Nacional CONTRA a Liberação da Maconha… Pela Vida! Será em São Paulo (capital), na Avenida Paulista, e gostaríamos solicitar de seu apoio pois acreditamos no seu interesse na atuação no combate ao uso de drogas no Brasil e na defesa da família brasileira.

    Esta caminhada contará com os mais variados seguimentos da sociedade, entre Igrejas, Instituições e Organizações da Sociedade Civil, sem distinção política, religiosa ou racial.

    Será a primeira manifestação de peso contra a legalização da maconha.

    Desde já, agradecemos a atenção dispensada e aguardamos um retorno.

    Atenciosamente.

    Representação em São Paulo: Adriana Dutra

    Movimento Nacional Contra a Liberação da Maconha, Pela Vida

    Contatos em São Paulo

    Adriana Dutra – contatopelavida@gmail.com

    Telefone- (11) 8721-1482 / (11) 9184-0845 / (11) 2307-0807.

  20. O rumo que nosso país toma estamos nos perdendo nas drogas. Não conseguimos controlar o trafego, nem ajudar os viciados… famílias morrem no inferno das drogas por omissão daqueles que não fazem seu trabalho e ganham muito para isso.

  21. Excelente site! Só a título de curiosidade há um agregador de conteúdos chamado Agrega Pais, que é voltado para pais e mães, uma ótima forma de divulgar seu site para um público bem específico que no geral está adentrando a internet e uma forma de virar referência para este público.
    http://agregapais.com.br/

  22. Nos dias de hoje as drogas e o álcool tem permeado muito na sociedade. Por isso, nós da Nova Aurora, estamos aqui para ajudar, conheça nossa clínica para dependentes químicos http://ctnovaaurora.com.br/

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