Desmascarando Augusto Nunes

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Quem quiser entender por que um comerciante que jamais militou em partidos, sindicatos ou em qualquer outro tipo de corporação ou grupo de interesses cria um blog, funda uma ONG e chega a gastar nas atividades parte do tempo que deveria destinar ao trabalho pela sobrevivência, basta ler o que o colunista da Veja Augusto Nunes escreveu em seu blog.

Mas, antes, um aviso: cuidado com o coração, caso você seja cardíaco e tenha vivido no Brasil entre 2001 e 2002. Aliás, mesmo se não for cardíaco, não sei bem se é bom arriscar tal leitura. Pode propiciar um mau momento para você descobrir que sofre do coração…

Todavia, se por sua conta e risco você quiser se expor ao lado mais obscuro do ser humano, leia mesmo este post.  Há pouca coisa na praça capaz de revolver de forma similar o estômago de qualquer ser humano com sangue nas veias e miolos na cabeça. Trata-se de um show de antijornalismo protagonizado por alguém que se diz jornalista.

O que, nessa leitura, fere a sensibilidade de qualquer pessoa decente é que um jornalista de um grande meio de comunicação como a Veja está obrigado, primeiro, a ser isento – ou a tentar parecer isento. Não é como editor deste blog, que não tem qualquer compromisso desse tipo porque apenas expressa a sua opinião sem ganhar um centavo para isso.

Em seguida ao artigo de Nunes, segue o que dizia a Folha de São Paulo em 20/10/02 e em 01/07/01, em dois raros momentos em que fez jornalismo em toda a sua história. Os textos, insuspeitos de serem “petistas”, mostram a falta de vergonha na cara do colunista da revista mais vendida do país – com trocadilho, é claro.

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Do blog do colunista da Veja Augusto Nunes

07/02/2011

O apagão do Nordeste iluminou a face enrugada do governo que já nasceu velho

O Dicionário da Língua Portuguesa/Acordo Ortográfico informa queapagão quer dizer “interrupção provisória do fornecimento de eletricidade a uma dada região”. Na madrugada de sexta-feira, oito  Estados do Nordeste atravessaram a madrugada na escuridão. Houve um apagão, certo? Errado, repetiu nesta segunda-feira o ministro Edison Lobão. Cabelos e sapatos engraxados com igual capricho, voz de apresentador de circo, o canastrão maranhense recitou a fala que lhe coube no ato mais recente da ópera dos farsantes: “Não houve apagão. Houve interrupção provisória de energia elétrica”. Quer dizer: embora tenha ocorrido seu significado, o substantivo não aconteceu.

O que ainda esperam os jornalistas para atirar pilhas de dicionários sobre a figura bizarra?, estaria perguntando Nelson Rodrigues. O que há com a imprensa que finge enxergar um ministro de Minas e Energia onde só existe o capataz do latifúndio mais produtivo da capitania explorada pela Famiglia Sarney? Num país sério, um Lobão seria despejado do gabinete no meio da primeira frase cretina. No Brasil da Era da Mediocridade, é outro reincidente sem medo ─ e cada vez mais atrevido. Já não gagueja quando conta que, entre tantos assombros, o apagão foi expulso do país por Lula e proibido definitivamente por Dilma de dar as caras por aqui.

Submisso a todos os governos desde que se apaixonou pela ditadura militar, Lobão estreou no papel de doutor em eletricidade em novembro de 2009, escalado por Lula para justificar o blecaute que afetou metade do Brasil. Numa entrevista coletiva inverossímil, surpreendeu a nação com a versão espantosa: ocorrera apenas a paralisação da usina de Itaipu, provocada por trovões que ninguém ouviu e raios que não caíram. Até então preocupada só com a própria imagem, a candidata que foi ministra de Minas e Energia entre 2003 e 2005 enfim se animou a entrar no picadeiro. “Nós também temos uma outra certeza de que não vai ter apagão”, declamou. E o apagão da véspera?, intrigou-se uma jornalista. “Não confunda apagão com blecaute, minha filha”, irritou-se Dilma Rousseff. Outra que merece uma tempestade de dicionários. Não sabe que apagão e blecaute são sinônimos. Ou finge não saber, o que é a mesma coisa.

“Apagão foi o do Fernando Henrique”, ensinou. Errou de novo. Em 2001, o que houve foi racionamento de energia, decretado para evitar um grande e demorado apagão. Ao compreender que a insuficiência de água nos reservatórios, a falta de chuvas e a escassez de investimentos se haviam conjugado para levar o sistema à beira do colapso, FHC fez um corajoso pronunciamento em rede nacional de TV. Reconheceu os erros cometidos, não se intimidou com o desgaste político resultante do racionamento, transformou a questão em prioridade absoluta e encarregou uma força-tarefa da busca de soluções. Entregou a Lula um país iluminado. O sucessor repassou-o na penumbra.

A escuridão que castigou 46 milhões de nordestinos iluminou a face enrugada de um governo que já nasceu velho. Tem tanto apreço pela verdade quanto Lula, e está ficando ainda mais parecido com Sarney. A exemplo do registrado em 2009, o apagão deste fevereiro avisou, aos berros, que o sistema elétrico está em decomposição. Os equipamentos são obsoletos, faltam investimentos, sobram administradores ineptos. Se fosse mais que um apêndice de Lula, Dilma já teria internado o paciente na UTI. Em vez disso, ratificou a opção preferencial pela mentira feita pelo padrinho há oito anos. E reencenou o espetáculo da vigarice, protagonizado pelo mesmo ministro que Sarney nomeou.

“O sistema é robusto, é muito bom e é moderno”, fantasiou Lobão. “Não há no mundo nada mais moderno que o sistema brasileiro”. Não pode ser robusto nem muito bom um sistema que, segundo dados oficiais, registrou 91 apagões de menor calibre só em 2010 ─ um aumento de 90% em relação a 2008. Não pode ser moderno um setor controlado pela Famiglia que há 50 anos atormenta o Maranhão com o recorrente assassinato do futuro.

Em 2009, ao celebrar a erradicação dos apagões, Dilma resumiu o segredo do milagre. “É que nós, hoje, voltamos a fazer planejamento”. Na sexta-feira, ela consumou o que vinha planejando faz tempo. Depois de prometer valer-se do critério do mérito para compor o primeiro e o segundo escalões, resolveu afastar do setor elétrico o que restava da turma do deputado Eduardo Cunha. E entregou ao bando de José Sarney o controle completo do Ministério de Minas e Energia.

É como afastar o Comando Vermelho para que o PCC governe sozinho um território sem lei.

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FOLHA DE SÃO PAULO

20/10/2002

AGENDA DA TRANSIÇÃO

País sofre com o apagão e indeniza as distribuidoras

Foram nove meses de redução compulsória do consumo de luz, seis deles com corte de 20% nas residências e de até 35% nas indústrias; antes, o único racionamento importante no país após os anos 50 havia sido restrito ao Nordeste, em 87/88

CHICO SANTOS
DA SUCURSAL DO RIO

O governo do presidente Fernando Henrique Cardoso foi responsável pelo primeiro racionamento de âmbito nacional (exceto o Sul) da história moderna da energia elétrica no Brasil (pós-Furnas). Junto com o Plano Real (iniciado no governo Itamar Franco), foi o fato que mais afetou o cotidiano dos brasileiros nos últimos oito anos.

Além de terem sido obrigados a gastar menos luz, os consumidores, ao final do episódio, foram obrigados a cobrir, via aumento de tarifa, as perdas das empresas de energia com a redução forçada dos seus faturamentos.

Foram nove meses de redução compulsória do consumo, seis deles com corte de 20% nas residências e de até 35% nas indústrias. Antes, o único racionamento importante ocorrido no país após os anos 50 havia sido restrito ao Nordeste, no período 87/88.

De acordo com especialistas do sistema elétrico, a escassez foi precipitada pela combinação do atraso nas obras da hidrelétrica de Itaparica (complexo de Paulo Afonso) com a demora na conclusão da interligação Norte-Nordeste, que levaria energia de Tucuruí para o Nordeste.

O apagão, como ficou conhecido o último racionamento, começou no dia 4 de junho do ano passado e se estendeu até o dia 28 de fevereiro deste ano, com abrandamento das metas a partir de 1º de dezembro. A insuficiência de investimentos em geração e transmissão de energia foi sua principal causa.

De acordo com levantamento do engenheiro e economista Maurício Tolmasquin, da Coppe-UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), os investimentos caíram de uma média anual de R$ 13 bilhões de 80 a 89 para R$ 7 bilhões/ano de 90 a 98.

O estudo constatou também que o menor volume de investimentos ocorreu no primeiro mandato de FHC (1995-1998), ficando em R$ 5,3 bilhões anuais, contra R$ 6,4 bilhões no governo Itamar Franco e R$ 8,9 bilhões no governo Fernando Collor. Os estudos técnicos apontavam para uma necessidade anual de R$ 10 bilhões ao longo dos três governos.

Um trabalho encomendado pelo governo à empresa de consultoria Coopers & Lybrand, concluído em outubro de 1996, ao custo de US$ 10 milhões, já alertava para o risco de falta de energia elétrica no final dos anos 90.

O documento, que não teve publicidade na época, recomendava medidas que foram tomadas durante o racionamento do ano passado, como a criação de um órgão à semelhança do “ministério do apagão”, como ficou conhecida a Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica, presidida pelo ministro da Casa Civil, Pedro Parente.

A privatização do setor elétrico começou mais de um ano antes do alerta, em julho de 1995, com a venda da Escelsa (Espírito Santo Centrais Elétricas), empresa federal de distribuição de energia.

Em 1996 foi vendida a Light, distribuidora federal do Rio, e em 1998 foi a vez da Gerasul (sul do país), única geradora estatal privatizada. A partir de 1996 foi vendida a maior parte das distribuidoras estaduais, mas a privatização das grandes geradoras federais (Furnas, Chesf e Eletronorte) ficou emperrada.

Para o físico Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe-UFRJ, “há uma relação direta, causal entre o apagão e o programa de privatizações”. Para ele, ao decidir criar um mercado de energia elétrica e privatizar as empresas, o governo passou a restringir os investimentos das geradoras estatais.

“Entregou-se a gestão da energia elétrica ao setor macroeconômico do governo”, disse. Segundo Pinguelli, o dinheiro das estatais do setor passou a ser usado para fechar as contas do governo, e as empresas privadas não investiram porque o setor público não definiu as regras para esses investimentos.

O físico defende para o setor elétrico um modelo no qual se combinem investimentos públicos e privados, dentro de regras que considerem a energia um serviço público, com obrigações claramente definidas para seus participantes.

Outro especialista, o engenheiro Adriano Pires Rodrigues, também da Coppe, tem ponto de vista diferente. Para ele, “a falta de privatização gerou o apagão”. Rodrigues diz que o governo pecou por falta de planejamento.

Os problemas, na sua avaliação, começaram com a venda das distribuidoras antes das geradoras. Prosseguiram quando o governo interrompeu as vendas de estatais, temendo a elevação de tarifas e a consequente inflação, e ficou esperando que o setor privado investisse no lugar das estatais. “Deram o azar de vir uma seca, e o resultado foi o apagão”, conclui.

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FOLHA DE SÃO PAULO

01/07/2001

PAÍS NO ESCURO

Segundo pesquisa Datafolha, 70% acreditam que inflação vai subir; para 72%, desemprego aumentará

Pioram as expectativas em relação ao país

MARTA SALOMON

SECRETÁRIA DE REDAÇÃO DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O orgulho de ser brasileiro é um sentimento em baixa. No retrato traçado pelo Datafolha na semana passada, um certo baixo astral é embalado pelo aumento do pessimismo com a situação econômica do país e a situação individual dos entrevistados.

Entrevistas feitas com 12.601 pessoas em 348 cidades do país traduzem esse sentimento como um temor mais acentuado dos brasileiros em perder duas coisas: o emprego e o poder de compra de seus salários.

Os números apontados pela pesquisa só encontram paralelo durante o governo Fernando Henrique Cardoso no período que se seguiu à desvalorização do real, ocorrida em janeiro de 1999, quando o governo foi constrangido a abrir mão do câmbio fixo.

Entre as expectativas negativas, o medo de volta da inflação é o que mais chama a atenção. A taxa medida na última pesquisa Datafolha é a mais elevada em quase oito anos.

A expectativa generalizada é de que os preços deverão aumentar. Ela só foi tão grande quanto agora na época em que o Plano Real nem passava de um esboço e os tucanos mal sonhavam em chegar ao Planalto.

Na semana passada, 70% dos entrevistados apostaram que a inflação vai aumentar, contra apenas 4% que achavam que os preços vão diminuir.

Essa avaliação é um recorde desde agosto de 93, quando FHC só contava três meses à frente do Ministério da Fazenda do governo Itamar Franco. Só para comparar, quando o Real foi lançado, em julho de 94, apenas 14% dos entrevistados acreditavam em aumento de preços.

O sentimento detectado pela pesquisa ganhou carimbo de previsão oficial no último relatório de inflação divulgado anteontem pelo Banco Central. A previsão oficial de inflação aumentou um ponto percentual desde março e deverá bater em 5,8% em 2001.

Ainda de acordo com o BC, há 40% de chances de a inflação ultrapassar a meta de 6% até o fim deste ano.

A principal reação ao aumento da inflação percebido pelos entrevistados é um aperto no consumo: 41% dos que responderam à pesquisa disseram que pretendem consumir menos nos próximos seis meses.

No fim de 99, ainda sob o efeito da desvalorização do real, 27% dos entrevistados davam a mesma resposta. Agora, a pretensão de aumentar o consumo não chega a animar nem a quinta parte da população.

E como anda a esperança de que a situação econômica vai melhorar? Em baixa, diz a pesquisa: 44% acham que a situação vai é piorar, dez pontos percentuais a mais do que o contingente que engrossava essa aposta há apenas três meses.

Principal problema

A crise energética -apontada como responsável pela queda no ritmo de crescimento da economia e como uma das principais causas do fôlego tomado pela inflação- está distante de representar a principal preocupação dos brasileiros, segundo a mais recente pesquisa Datafolha.

No topo da lista de problemas percebidos no país, permanece, imbatível, o desemprego, mencionado por 33% dos entrevistados, sobretudo entre jovens e no Nordeste.

A crise energética apareceu pela primeira vez na última pesquisa entre as respostas espontâneas, citada como o principal problema por 6% dos entrevistados.

Nota-se que a crise de energia tem um peso maior em Belo Horizonte entre as dez capitais pesquisadas pelo Datafolha.

Justamente no Estado governado por Itamar Franco (PMDB), um dos principais críticos do racionamento e do modelo energético do governo.

De acordo com a pesquisa, menos gente percebe a saúde, a educação, o salário ou mesmo a segurança como maior problema de responsabilidade do governo federal. Mas aumentou o número de pessoas preocupadas com a corrupção: de 2% para 5% nos últimos três meses -período em que o governo conseguiu deter a abertura de uma CPI da corrupção no Congresso. Foi a maior taxa desde junho de 96.

Curiosamente, só 1% dos entrevistados apontaram a inflação como maior problema do país. O que mais cresceu foi a preocupação com a fome e a miséria. Em três meses, passou de 6% para 14% o percentual de entrevistados que apontam esses como os principais problemas do país.

As consequências sociais do cenário econômico pouco azul podem explicar o aumento, ainda que discreto, dos que sentem vergonha de serem brasileiros.

Menos gente acha que o Brasil é um “país maravilhoso”, ótimo lugar para se viver. Mas trata-se de um sentimento discreto: 78% dos entrevistados ainda dizem ter mais orgulho que vergonha, contra 87% que tinham a mesma opinião em março do ano passado.

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129 Comentário

  1. Como diria meu saudoso pai, esse crápula é de origem udenista, não se pode esperar alguma de coisa de útil e contrutiva. Isso é apenas um bajulador profissional. Só sabe difamar, irá pelo mesmo caminho do fujão veneziano. Seu repertório de ataques desqualificados e deselegantes irá se esgotar brevemente. Eles enganam só os incautos e reacionários. Eduardo vamos em frente.

    • Esse crápula (gostei do “elogio”) enterrou o que restava do JB (transformando o outrora respeitadíssimo jornal em um panfleto ordinário) e se bandeou para a Veja a fim de dar continuidade à sua “obra”. Está lá “obrando” até hoje

  2. Eduardo.
    Se não tens certeza de que esse sabujo venha ler esse seu post, sugiro mandar diretamente para ele.
    Será que esse patife terá coragem de responder?

    • Caro Salvador,

      Receio ter de dizer que esse ‘jornaleiro’ Augusto Nunes não lerá, muito menos responder. Digo isso por duas razões: a primeira é que por muito menos fui solenemente censurado em seu ‘blague’ quando de um comentário que fiz a um escrito dele sobre as “proezas” do governo FHC (em tempo: meu comentário restringia-se à indicação do texto do professor Theotonio dos Santos ( http://theotoniodossantos.blogspot.com/2010/10/carta-aberta-fernando-henrique-cardoso.htm), em que ele desmistifica os supostos feitos do ex-presidente tucano). A segunda razão é muito simplesmente que não é do interesse do ‘jornaleiro’ ‘Augúrio Nulo’ informar, mas ser um subserviente porta-voz-de-taquara-rachada do já desgastado ideário demotucano.

      Sendo a primeira vez que compartilho um comentário neste blog do qual sou assíduo leitor, aproveito para parabenizar o Eduardo Guimarães pelo trabalho que vem desenvolvendo séria e comprometidamente. Meus votos de muito sucesso!

      Grande e fraterno abraço a todos.

  3. Este cara é um ABUTRE, está em seu território de origem. Só a espera de carniça.

  4. Lamento, Eduardo, mas só consegui ler a primeira linha…

    • Conseguiu ler mais do que eu. Não passei do título. Não sou cardíaca mas posso ficar. Deus nos livre de Augusto Nunes. Fscista, udenista, pilantra…

  5. Eduardo o Zé Dirceu desmascarou esse calhorda no Roda Viva com a Marília Gabriela, e vc agora o desmascara, se eu fosse ele sairia de fininho da vida publica(todo jornalista o é), e nunca mais escreveria, pois o mesmo´só ecreve asneiras, infelismente tem gente que ainda lê esse asno, os 4% que odeiam Lula.

  6. Se eu tivesse que exercer a função que esse cafajeste se propõe a dar conta certamente teria vergonha de olhar nos olhos de meus filhos e lhes indicar o caminho da correção, da honestidade, dos valores morais.

    Posso imaginar, se ele tem como parentes pessoas de boa índole, especialmente filhos, o desgosto e a vergonha com as quais os presenteia ao formular seus imundos argumentos.

    Personalidade que merece profundo desprezo pois desvaloriza o ser humano ao produzir deturpações tão grosseiras da realidade, com finalidades imorais, como se estivesse a dizer: Tá vendo esse animal miando, como tem quatro patas é cachorro (não interessa que não saiba subir em árvore).

    O pior é que esse extrume é meu homônimo.

    Eduardo, também acho que deveria enviar a ele esse post, junto com os comentários recolhidos.

  7. Entregou a Lula um país iluminado. O sucessor repassou-o na penumbra (Augusto Nunes) .
    O orgulho de ser brasileiro é um sentimento em baixa. No retrato traçado pelo Datafolha na semana passada, um certo baixo astral é embalado pelo aumento do pessimismo com a situação econômica do país e a situação individual dos entrevistados (Marta Salomon). Com estas declarações pergunta-se : onde vivem estes dois? No Brasil é que não. É muita cara de pau este engajamento oposicionista desenfreado, que chega a ponto de distorcer a realidade. Tem gente que ainda lê e se deixa levar por esta corja. Não sei por quanto tempo.
    http://easonfn.wordpress.com

  8. Prezado Eduardo, além de péssimo jornalista, Augusto personifica o preconceito ao qual você tanto se refere nos textos do Blog Cidadania. Antes, mais frequentemente, em relação ao nordestino. Agora, contra mulheres.
    A face “jornalista de esgoto” expressa o método da revista veja de tratar assuntos relativos aos governos que não são de tucanos e seus pares. O Nunes consolida manipulação, distorção, má fé, mentira e desrespeito nos seus posts.
    Ler o referido não vale a pena. Talvez, uma vez por ano, para checagem. Como aquele proprietário de uma casa perdida no meio do mato, sem esgoto, que checa a fossa para ver se está cheia.

  9. Este Augusto Nunes, é um caipira do interior de São Paulo, que graças a facilidade de conjugar os verbos e acentuar corretamente as palavras, chegou a colunista da prejudicada Veja. Eleitor declarado de Collor, inimigo voraz das lutas populares, esta figurinha carimbada não consegue fazer uma crítica que se sustente por mais de 30 segundos. Mais dia menos dia, emigrará para Miami, onde trabalhará em empresa jornalística de cubanos de extrema-direita. Estará em casa. E o Brasil, menos poluído.

    • Cara,

      Adorei este teu comentário. Tomara que este dia chegue. Já pensou todos os demotucanos desembarcando em Miami, e nos livrando das suas pestilentas presença. É a glória!!!!

  10. Cenas que estão se tornando comum:

    Recebo uma ligação da Editora Abril oferecendo uma oferta da revista veja. Gentilmente informei a atendente que esta revista não entra nem de graça em minha casa. Ela, curiosa, quis saber o porquê. Na lata, respondi que a revista é contra o Brasil, é mentirosa e manipuladora. A atendente nem contra-argumentou (acho que já está acostumada). Ela me oferece outra revista (exame), eu digo que é tudo farinha do mesmo saco. Ela agradece e eu sigo para o trabalho.

    • À época da corrida presidencial, uma vendedora do jornal O Globo insistiu na tentativa de me convencer que aquele jornal tem articulistas “imparciais”. Chegou a afirmar peremptoriamente que a Míriam Leitão é petista…

  11. Esse aí é mais dos cheira-peido do Vampirão…

  12. Caro Eduardo,
    Segui seu conselho, olhei para o artigo do crápula e não prossegui. Medo de ter infarto…
    Parabéns pela sua criativa abordagem.

  13. pra ler so se nao for cardiaco, disse bem, por

  14. so se nao for cardiaco , nao , é pouco, tem que ter um estomago forte . pra ler esse artigo desse salafrario nojento. esse é o autentico pau mandado do pig golpista maldito . esse sugeito vende ate a mae se for o caso . tem que cair de pau nesse pilantras e nao deixar barato para esses vendedores de patria maldito. eu nao consegui ler nem o titulo desse lixo de materia. esse desgraçado faz parte do grupo de dos que se dizem jornalista facista maldito do pig, sem duvida nenhuma . vai de retro satanas.

  15. Este Augusto é profissional de longa e fina carreira. Não o conheço pessoalmente, mas dizem que faz parte da “massa cheirosa”, cheira bem…

  16. Eduardo, não sei porque você ainda se preocupa com esse sujeitinho desclassificado. Quem lê as idiotices deste calhorda é apenas a turma da kombi, mas só uma parte dela é que leva a serio o que ele escreve.
    Não fica dando “ibope” para esse sujeito, Eduardo. Ou você tem vocação para tirar imbecil do anonimato?

  17. CANALHA, SAFADO, MENTIROSO, VERME, PATIFE! TODOS ESSES ADJETIVOS AINDA SÃO POUCO PARA EXPRESSAR O IMENSO ASCO QUE ESSE PILANTRA AUGUSTO NUNES ME CAUSA! CONHEÇO-O DEVIDO ÀS SUAS PARTICIPAÇÕES NO “RODA VIVA”(O PROGRAMA ELEITORAL ILEGAL DO PSDB)ONDE FREQUENTEMENTE APARECE PARA RELINCHAR SUAS ASNEIRAS! É IMPRESSIONANTE A DESFAÇATEZ, A CAPACIDADE EM TENTAR-SE CONSTRUIR, ATRAVÉS DE “ARGUMENTAÇÕES” ABSURDAS E SUPERFICIAIS, UMA MENTIRA, UMA FALSIDADE QUE NÃO ENCONTRA PARALELO NA REALIDADE CONCRETA DIANTE DA MAIS SIMPLES ANÁLISE. O GOVERNO DE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO(PORTANTO, DA VEJA; DO NEO-LIBERALISMO, DA CLASSE DOMINANTE, DOS EUA E DAS MULTINACIONAIS)PRODUZIU UM VERDADEIRO APAGÃO(FALTA DE ENERGIA, ISTO É, NÃO TINHA ENERGIA ELÉTRICA NO PAÍS SUFICIENTE PARA ATENDER ÀS NOSSAS NECESSIDADES). E NÃO VENHA NUNES COM SEUS PSEUDOCONCEITOS GRAMATICAIS FIXOS : SE ELE SENTE TANTO “APEGO” PELA GRAMÁTICA, DEVERIA SABER QUE QUALQUER LINGUISTA SÉRIO RECONHECE QUE A LÍNGUA, E CONSEQUENTEMENTE OS SIGNIFICADOS DAS PALAVRAS, SÃO VAIRÁVEIS, NÃO APENAS NO TEMPO, MAS NO ESPAÇO OU DENTRO DE CIRCUNSTÂNCIAS SOCIAIS ESPECÍFICAS. COM ISSO, “APAGÃO” SIGNIFICA SIM(PARA TODA A COLETIVIDADE EM QUE VIVEMOS)FALTA DE ENERGIA, INSUFICIÊNCIA, CARÊNCIA DE ELETRICIDADE SUFICIENTE PARA ATENDER A TODOS, ISTO É, O QUE OCORREU NO GOVERNO FHC POR FALTA DE INVESTIMENTOS(PARA ENRIQUECER OS BOLSOS DO FMI E DOS ESPECULADORES DA DÍVIDA INTERNA E COM ISSO SUSTENTAR A MENTIRA DO PLANO REAL, FHC ENTREGOU MILHÕES EM RECURSOS PÚBLICOS AOS CREDORES EXTERNOS, CORTANDO INÚMEROS INVESTIMENTOS DO PAÍS); COMO TAMBÉM POR INCOMPETÊNCIA NO PLANEJAMENTO. OS PILANTRAS TUCANOS NÃO PLANEJARAM A EXPANSÃO, SEQUER A SOBREVIVÊNCIA DO SETOR ELÉTRICO APÓS AS PRIVATIZAÇÕES(OU MELHOR, ENTREGA A PREÇO DE BANANA)QUE FARIAM. COM ISSO, O PRÓPRIO FUNCIONAMENTO DO QUE JÁ EXISTIA, E ERA INSUFICIENTE, ENTROU EM COLAPSO, VEDANDO ATÉ MESMO A LIMITADA CAPACIDADE DAS EMPRESAS DE INVESTIREM EM SUA EXPANSÃO. ISSO É APAGÃO, FALTA DE ENERGIA PARA ATENDER À DEMANDA, CAUSADA PELA AUSÊNCIA DE INVESTIMENTO E PLANEJAMENTO. DIFERENTEMENTE DOS GOVERNOS DE LULA E DILMA, ONDE O SETOR ELÉTRICO FOI PLANEJADO, EXPANDIU-SE(COM A AMPLIAÇÃO DO PAPEL INVESTIDOR DO ESTADO)E TORNOU O PAÍS ABUDANTE EM ENERGIA. DEVIDO A ESSE ÊXITO EXTRAORDINÁRIO, RESULTADO DE UMA MUDANÇA DE ROTA NO SETOR( O QUAL PASSOU A INCORPORAR AS IDEIAS ECONÔMICAS DAS FORÇAS DE ESQUERDA, INVESTIMENTO ESTATAL E PLANEJAMENTO, QUE MOSTRARAM SUA EFICIÊNCIA) A DITADURA MIDIÁTICA, DESESPERADA COM MAIS UMA DEMONSTRAÇÃO CLARA( NÃO APENAS DO FRACASSO DAS POLÍTICAS QUE APÓIA, MAS DOS VERDADEIROS OBJETIVOS DESSAS POLÍTICAS : GOVERNAR DE ACORDO COM OS INTERESSES DE 05,% DA POPULAÇÃO E DOS EXPLORADORES ESTRANGEIROS E DEIXAR O BEM PÚBLICO AO LÉU); POIS BEM, VENDO A EXPLICITAÇÃO CLARA DAS REAIS INTENÇÕES DE SEU GRUPO POLÍTICO, A DITADURA MIDIÁTICA TENTA ESQUISOFRENICAMENTE IGUALAR O INIGUALÁVEL, NIVELAR O ÊXITO COM O FRACASSO, PROCURANDO VER SEMELHANÇA, OU ATÉ MAIOR GRAVIDADE, ENTRE A FALTA DE ENERGIA PARA ATENDER À DEMANDA DO PAÍS, OCORRIDA NO DESGOVERNO FHC, E PEQUENAS INTERRUPÇÕES NO FORNECIMENTO, OCORRIDAS DURANTE OS GOVERNO LULA E DILMA, QUE NADA MAIS SÃO QUE O RESULTADO DE DEFEITOS MECÂNICOS NATURAIS EM QUALQUER SISTEMA TÉCNICO HUMANO. ESQUECEM-SE; A DITADURA MIDIÁTICA E SEUS LACAIOS AMESTRADOS(COMO AUGUSTO NUNES); QUE, ALÉM DE SEREM APENAS DEFEITOS ISOLADOS EM EQUIPAMENTOS, AS PEQUENAS FALHAS NA TRANSMISSÃO DE ENERGIA, QUE COORRERAM NOS GOVERNOS LULA E DILMA, DURARAM APENAS ALGUMAS HORAS, E NÃO CAUSARAM PREJUÍZOS À ECONOMIA E À POPULAÇÃO. DIFERENTEMENTE DA FALTA DE ENERGIA SUFICIENTE PARA ATENDER ÀS NECESSIDADES DO PAÍS, OCORRIDA NO GOVERNO FHC, QUE DUROU MESES E CAUSOU MILHÕES DE REAIS EM PREJUÍZOS, PARA AS EMPRESAS, E PRINCIPALMENTE PARA A POPULAÇÃO, QUE TEVE QUE PAGAR A CONTA DA INCOMPETÊNCIA DOS TUCANOS, OS QUAIS, SEMPRE SOLIDÁRIOS COM OS EMPRESÁRIOS DO SETOR ELÉTRICO, REPASSOU PARA OS BRASILEIROS OS PREJUÍZOS CAUSADOS AOS CAPITALISTAS. SUGIRO QUE AS ENTIDADES SINDICAIS DO SETOR DE ENRGIA PUBLIQUEM UMA NOTA DE ESCLARECIMENTO, A SER DIVULGADA ATÉ NA MÍDIA CONSERVADORA(PODEM RECORRER À JUSTIÇA PARA GARANTIR ESSA PUBLICAÇÃO)CONTRA A MONSTRUOSA TENTATIVA DE LAVAGEM CEREBAL, QUE TODA A DITADURA MIDIÁTICA(GLOBO À FRENTE), E NÃO APENAS ESSE CAPACHO DA VEJA, VÊM IMPINGINDO AO PAÍS PARA TENTAR DESMORALIZAR AS REALIZAÇÕES FANTÁSTICAS DE LULA, CONTINUADAS POR DILMA, NUM SETOR ELÉTRICO QUE FHC DESTRUÍRA.

  18. Esse augusto nunes é um bosta. Ponto.

  19. Prezado Eduardo

    Eu por acaso sou engenheiro eletricista. Mas, com certeza, isso não me faz melhor do que nenhum dos cometaristas deste post e, muito menos, do que você, um GIGANTE na luta do povo brasileiro contra as trevas midiáticas que ainda vão nos afligir por muito tempo.
    Mas queria declinar a minha profissão só para dizer, com um pequeno e mínimo conhecimento de causa, que esse sujeito só falou barbaridades.
    O que está em jogo não são meras palavras ou apelidos, subterfúgio com que esse camarada quer ludibriar os seus leitores (aliás, eles merecem mesmo). Como é que alguém pode ousar comparar um RACIONAMENTO DE NOVE MESES (tenha lá que nome tiver) com um “blecaute” ou “apagão” de algumas horas. É SÓ COMPARAR O PREJUÍZO ENTRE UM E OUTRO CASO.
    Um racionamento será sempre evitado com os adequados estudos de planejamento e com os investimentos necessários. O FHC não fez nenhum nem outro. Nesses necessários estudos de planejamento considera-se como modelo o pior período de seca que o país já enfrentou em toda a sua história. No Brasil, corresponde aos anos 1955 e 1956. a seca de 2001 (racionamento do FHC) não chegou nem perto. NÃO TEM DESCULPA.
    Por outro lado, por mais perfeito que seja o planejamento de um sistema elétrico interligado, como o sistema brasileiro, e por mais modernas que sejam as suas instalações, ninguém está livre de falhas no sistema de proteção e em determinados equipamentos, quedas de raios e até incendios na mata por onde passam as linhas de transmissão que possam causar “blecautes” de algumas horas em grande parte do país.
    Se assim não fosse, países como o s Estados Unidos e o Canadá jamais passariam por tais dissabores.
    Enfim, só tem um jeito, Eduardo, esses agentes do atraso têm que ser desmascarados o tempo todo.

  20. A melhor definição deste senhor foi dada pelo blog “cloaca news” que o denominou blogueiro-michê da revista veja e a ilustração é um primor, uma fota do auto-intitulado jornalista atrás do ex-ditador Figueiredo. Vale a leitura pois traz revelações surpreendentes do cidadão.

  21. EPA JORNALEIRO NÃO, JORNALEIRO LEVANTA DE MADRUGADA, DÁ UM DURO ATÉ A NOITE DE FORMA HONESTA ,DIFERENTE DESSE MALA QUE NÃO SABE O QUE É TRABALHAR E VIVE CALUNIANO, QUEM FEZ E FAZ DESSE UM PAÍS MELHOR, PARA NÓS E NOSSOS FILHOS, VIVA LULA E DILMA.

  22. Esperar o que de um venal como Augusto Nunes?? Seus “escritos” nada mais são que propagandas sempre a serviço do $$$$$

  23. Gente a veja só esta de pé graças ao governo do PSDB , então este lacaio esta fazendo o papel dele, querer verdade deste embrolio , politicos do PSD B e imprensa paulista, mantida as custas dos cofres publicos , é impossivel. Maria

  24. Qual seria a denominação correta do que aconteceu na era FHC e asseclas, quando nos privaram de termos o essencial: água e luz?

  25. fico pensando: o Augusto Nunes tem consciência do qto distorce a realidade e de qta besteira diz. e se diverte com a cara de quem compra esse discurso. ele faz de propósito. só pode ser.

  26. Quem é esse sujeito que afirma que o sistema elétrico do Brasil está absoleto, que não existe manutenção, que não existe planejamento na área energética do governo federal, que não existe investimento, que, segundo ele, não existe, simplesmente não existe nada, tudo que o governo fala é mentira (como gostam de dizer o Álvaro Dias e o Serra). Será que este cara é exper em energia? Que nada ele está apenas escrevendo um monte de bobagens para impressionar os maus informados, os leitores de veja (sempre digo que quem lê veja se torna ignorante, pois nunca vai conhecer o outro lado da informação), ele está fazendo campanha política, como fazem todos os dias a turma do PSDBDEMOPPS. Dizer que não houve apagão no governo FHC é apelar, é não entender nada da área de energia, é forçar a barra. Ele acha que o povo é idiota, está enganado, o povo é que o considera um apelador, aquele que tenta manipular as pessoas com informações totalmente incoerentes. Deixa-o prá lá, pois apenas menos de um milhão de pessoas lêem veja (e se Deus quiser um dia não vai mais existir)

  27. AUGUSTO NUNES é um moleque, lambe botas. O pior elemento que já tive o desprazer de ler e ouvir.

  28. AUGUSTO NUNES, LIXO, LAMBE BOTAS DA VEJA. Vendo a foto deste canalha, fiz uma pergunta a mim mesmo! Será que neste país tão belo, de mulheres tão lindas, existe pelo menos uma, por mais feia, vulgar, prostituta que fosse, teria saco pra ouvir esse canalha por uns 5 minutos apenas! Ou quem sabe dar ou vender-lhes um beijo? Dificil…

  29. UM LIXO ESSE AUGUSTO NUNES, LAMBE BOTAS DA VEJA. Vendo a foto deste canalha, fiz uma pergunta a mim mesmo! Será que neste país tão belo, de mulheres tão lindas, existe pelo menos uma, por mais feia, vulgar, prostituta que fosse, teria saco pra ouvir esse canalha por uns 5 minutos apenas! Ou quem sabe dar ou vender-lhes um beijo? Difícil…

  30. Quem pariu augusto, é da mesma laia ou deve morrer de vergonha!

  31. Digo em 16/06/2011 que o mais importante é como os valores são investidos e não o quanto, visto que dos investimentos atuais quase dois terços são frutos de superfaturamento.
    Contratam empresas incapazes de executar os projetos e os mesmo são abandonados ou precisa de nova licitação.
    Depois de 8 anos o pt foi incapaz de resolver o problema.
    O Pt não faz nada !
    Só cria peças de marketing.
    O Brasil está no piloto automático.
    Não saiu a reforma tributária, reforma da previdência, reforma política.
    O PAC é uma peça de marketing utilizado para agradar a base aliada e enganar o povão.
    Só mentiras.
    Coragem do Augusto de criticar o governo do momento sem precisar se vender às benesses.

  32. Prezados nauseados por Augusto Nunes,

    Ao pesquisar sobre assuntos políticos eis que me chama atenção o seguinte tópico, “Desmascarando Augusto Nunes”.

    Por curiosidade, após ler a incrível introdução sensacionalista de Eduardo Guimarães, iniciei a prazerosa e divertida leitura dos comentários!

    Não sou nenhum amante da coluna do Augusto Nunes, confesso, mas após ler a seguinte frase “infelismente (não vou nem corrigir tal erro gramatical, apenas fique claro que não cometi tal proeza!) tem gente que ainda lê esse asno, os 4% que odeiam Lula.” iniciei uma reflexão!

    Realmente estou dentro desses 4% (com certeza é um número bem superior a este) que não venera o Lula, mas reconheço seu grande governo.

    Cada ser tem sua forma de pensar e agir, sua opinião, e cada um tem o direito de expressa-la, e o leitor tem o dever de ler ou não o que bem entender, formar sua opinião e também expressa-la.

    Agora me pergunto, é necessário tamanho alarde? Talvez tenha um cunho politico ou pessoal em tal dramatização feita pelo dono do blog, pois eu acho que como leitor temos o dever de criticar quando tem que ser criticado e admitir os conteúdos que tem coerência!

    Eu leio o conteúdo do Augusto Nunes e imparcialmente digo, tem muita coisa inteligente e coerente! Pois deixando de lado o fanatismo politico, Eduardo Guimarães, revire o blog do Augusto Nunes do avesso, algo de bom você encontrará, tenho certeza.

    Não estou comentando para defende-lo, apenas considero vergonhoso de sua parte, pois por mais “crápula” , “asno” , “lambe botas da veja” que seja Augusto Nunes, você se deixa rebaixar ao nível, vamos considerar isso um “deslise”.

    Espero que você Eduardo Guimarães e os demais leitores, tenham humildade de ler imparcialmente a seus julgamentos morais o meu comentário.

    Um abraço,

    • Escreva algum comentário contra o Augusto Nunes no blog dele e veja como ele respeita quem pensa diferente.

    • O Augusto Nunes e um pouco elitista, e as vezes faz criticas superficiais. Mas e inteligente, e muito do que fala e correto, principalmente quando mete o pau no tratamento que o Brasil da a suas criancas estudantes. Os comentarios daqui englobam pessoas que nem escrever direito sabem, o que ja mostra limitacao intelectual. E isso que o Augusto Nunes critica: somos administrados por muitos ignorantes.

  33. Não deixaram nada de novo e merecido desse patife

  34. Augusto Nunes é uma vergonha para o jornalismo. Ele é aquele tipo de cara que só serve para ser chefe, mas no caso dele um chefe incompetente.
    Augusto Nunes não pode ser comparado a grandes nomes do jornalismo como Alberto Dines, Claudio Abramo ou Elio Gaspari que deixaram uma marca onde passaram. No caso dele só passou, passou e não deixou saudades.
    Hoje ele publica aquele blog vira-lata que só serve para atacar o governo. Não é jornalismo é jornalixo.

  35. Edu
    Este sr. já não é nenhum mocinho e levando em conta o tanto de fel, despeito, ódio que destila no organismo, logo a natureza mandará a conta. E ele sumirá deste mundo para nunca mais voltar. Não deixará saudades e muito menos exemplos a serem seguidos.
    Enquanto isso, Lula e Dilma estarão sendo idolatrados nos livros de história.

    Abraços pelo Natal e muitas alegrias com a bela família este ano completa reunida.

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